Não é em conformidade com o desejo que o homem se situa perante a arte, mas sim como perante um natural concreto. Ao afirmar-se que os produtos da natureza são superiores à arte por possuirem uma vida orgânica, dever-se-ia acrescentar que as obras de arte se situam em outro plano, visto que servem ao espírito e só existem para o satisfazer. O desejo prefere, decerto, os produtos da natureza, porque as obras de arte não se consomen. O interesse pela arte não é ditado pelo desejo, pois não se fixa no sensível concreto.
Por outro lado, dirigidas também à inteligência, as obras de arte devem ser julgadas do ponto de vista do espírito, e não dos sentidos. Os interesses da arte são quase idênticos aos da inteligência. Também esta permite que os objetos subsistam em sua liberdade.
Georg Willhelm Friedrich Hegel
in: Estética - A Idéia E O Ideal
pag. 40
Por outro lado, dirigidas também à inteligência, as obras de arte devem ser julgadas do ponto de vista do espírito, e não dos sentidos. Os interesses da arte são quase idênticos aos da inteligência. Também esta permite que os objetos subsistam em sua liberdade.
Georg Willhelm Friedrich Hegel
in: Estética - A Idéia E O Ideal
pag. 40







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Inominável Ser





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