6 de dezembro de 2009

CARTAS VAMPÍRIKAS - DVORÁ-KE


Inomináveis Saudações a todos vós, cadáveres leitores.

Este lançamento trata-se do segudo livro da autora Dvorá-Ke, que assina seus escritos, também, como Ana Dominik Spuk. Um livro de minicontos girando em torno da temática vampírica, cuja sinopse foi enviada a este Inominável Ser que vos fala pela própria autora.


SINOPSE:

Cartas Vampírikas é um livro de minicontos.
Criei vampiros que contam suas histórias. A obra revela seres noturnos atemporais e suas percepções sobre a vida, o mundo e os Homens; suas angústias, doenças, a busca pelo amor imortal. E que encontram na generosidade severa das Trevas o lenitivo para continuarem, tendo como figura central a aparição da Morte que sempre os espreita amando-os de uma forma maternal. O livro foi inspirado na noite, em seu silêncio, em sua escuridão... Na escuridão. Inspirado nessas almas que acredito, vagam entre nós procurando o amor sublime. Vampiros que transcendem as lendas tornando-se insubstituíveis e inesquecíveis mesmo depois do fim dos tempos.

Dvorá-ke.



Para adquiri-lo, acessem estes links:

Clube De Autores

AGBOOK

Saudações Inomináveis a todos vós, cadáveres leitores.

A Harmonia - Álvares de Azevedo

Meu Deus! se às vezes, na passada vida,
Eu tive sensações que emudeciam
Essa descrença que me dói na vida
E, como orvalho que a manhã vapora,
Em seus raios de luz a Deus me erguiam
Foi quando às vezes a modinha doce
Ao sol de minha terra me embalava
E quando as árias de Bellini pálido
Em lábios de Italiana estremeciam!

Ó santa Malibran! fora tão doce
Pelas noites suaves do silêncio
Nas lágrimas de amor, nos teus suspiros,
Na agonia de um beijo, ouvir gemendo
Entre meus sonhos tua voz divina!

Ó Paganini! quando moribundo
Inda a rabeca ao peito comprimias,
Se o hálito de Deus, essa alma d’anjo
Que das fibras do peito cavernoso
Arquejava nas cordas entornando
Murmúrios d’esperança e de ventura,
Se a alma de teu viver roçou passando
Nalgum lábio sedento de poesia,
Numa alma de mulher adormecida,
Se algum seio tremeu ao concebê-lo...
Esse alento de vida e de futuro
— Foi o teu seio, Malibran divina!

Ah! se nunca te ouvi, se teus suspiros,
Desdêmona sentida e moribunda,
Nunca pude beber no teu exílio...
Nos sonhos virginais senti ao menos
Tua pálida sombra vaporosa
Nesta fronte que a febre encandecera
Depor um beijo, suspirar passando!

Meu Deus! e, outrora, se um momento a vida
De poesia orvalhou meus pobres sonhos,
Foi nuns suspiros de mulher saudosa,
Foi abatida, a forma desmaiada,
Uma pobre infeliz que descorando
Fazia os prantos meus correr-me aos olhos!

Pobre! pobre mulher! esses mancebos
Que choravam por ti... quando gemias,
Quando sentias a tua alma ardente
No canto esvaecer, pálida e bela,
E teu lábio afogar entre harmonias
— Almas que de tua alma se nutriam!
Que davam-te seus sonhos, e amorosas
Desfolhavam-te aos pés a flor da vida...
Ai quantas não sentiste palpitantes,
Nem ousando beijar teu véu d’esposa,
Nas longas noites nem sonhar contigo!

E hoje riem de ti! da criatura
Que insana profanou as asas brancas!...
Que num riso sem dó, uma por uma,
Na torrente fatal soltava rindo,
E as sentia boiando solitárias...
As flores da coroa, como Ofélia!...
Que iludida do amor vendeu a glória
E deu seu colo nu a beijo impuro...
Eles riem de ti!... mas eu, coitada,
Pranteio teu viver e te perdôo.

Fada branca de amor, que sina escura
Manchou no teu regaço as roupas santas?
Por que deixavas encostada ao seio
A cabeça febril do libertino?
Por que descias das regiões doiradas
E lançavas ao mar a rota lira
Para vibrar tua alma em lábios dele?
Por que foste gemer na orgia ardente
A santa inspiração de teus poetas...
Perder teu coração em vis amores?
Anjo branco de Deus, que sina escura
Manchou no teu regaço as roupas santas?

Pálida Italiana! hoje esquecida.
O escárnio do plebeu murchou teus louros!
Tua voz se cansou nos ditirambos...
E tu não voltas com as mãos na lira
Vibrar nos corações as cordas virgens
E ao gênio adormecido em nossas almas
Na fronte desfolhar tuas coroas!...








Três Deuses Da Música Clássica, três Grandes Gênios Da Humanidade, no século dezenove, apresentam-se na divinal vestimenta musicalmente rica que Álvares de Azevedo nos oferece no poema acima. Mas, a lira toca mais alto para a belíssima Deusa Malibran, a soprano, atriz e compositora franco-espanhola (não italiana, como dito acima no poema; seria uma licença poética de Álvares de Azevedo torná-la italiana?) encantada, encantante, encantadora e emoldurada, emoldurante, moldadora dos amores dos outros dois Deuses e dos demais que pela Itália, embevecidos e envolvidos pelo seu sensual modo de no palco expressar-se, tal qual o poeta nos faz chegar a concluir devido ao calor contido na definição de Malibran em versos de alta carga de carnais voltagens. Expressado no poema a aura de ascensão e queda de Malibran, como vós podereis saber ao lerdes a biografia; ascensão em beleza, vigor e sucesso como soprano, que o poeta mais faz valer nos versos. Como uma musa do lirismo do mundo antigo, lirismo ao qual nosso querido poeta aqui admirado e comentado, Malibran toma o formato, através da pena dele, de uma intensiva força primordial da Natureza, uma dessas mulheres altíssimas que apenas uma vez a cada geração tomam conta do ar, do mar e da terra dos que estão conectados ao Poetizar e ao Sonhar. Malibran, conhecida, esquecida, mas pela pena do poeta reerguida da tumba para a Imortalidade, elevada aos poéticos elevados horizontes da Deusa Poesia para ser relembrada no futuro como uma grande musa inspirada, indspirante e inspiradora de uma poesia fazedora de Eternas Musas como ela. Musas que, mesmo diante do escárnio do populacho, das pessoas inferiormente aculturadas, ignorantes de todas as épocas, sobrevive na memória dos admiradores de sua construtiva trajetória material, já que Malibran foi uma das figuras de vulto no início do século dezenove ligada à Cultura, uma celebridade da época romântica italiana, tendo percorrido, com sucesso, diversas cidades do mundo apresentando a sua beleza, a sua magia e a sua arte, um todo completo versátil que poetas compreendem como o das Grandes Musas de todas as Eras e todas as Idades amparadas por uma brilhante genialidade.

5 de dezembro de 2009

Galeria Vampirella - Louis Paradis - Parte 1





4 de dezembro de 2009

RECOMENDAÇÃO DE SITE: VAMPILORE - HOME OF VAMPIRELLA, DAUGHTER OF DRAKULON


Arte por Al Rio



Inomináveis Saudações a todos!

Vampilore - Home of Vampirella, Daughter of Drakulon trata-se de um fantástico fansite da Inglaterra que consegue ser muitíssimo superior à página oficial da maravilhosíssima personagem. O conteúdo disponível foi carinhosamente disponibilizado pelo criador do belo site, um grande especialista na personagem.

A história da mesma, as fases dela pelas editoras nas quais foi publicada, uma fantástica galeria de imagens de excepcionais artistas, wallpapers sublimes e demais categorias de informações, links e abordagens estéticas dela podem ser aqui conferidas:


Vampilore - Home of Vampirella, Daughter of Drakulon


Aos fãs desta Vampira Maior, recomendo muitíssimo todo o conteúdo deste site!

Recomendação de um fanático apaixonadíssimo por ela, a minha personagem preferida nos Quadrinhos!

Saudações Inomináveis a todos!



Arte por Jeff Preston

3 de dezembro de 2009

SUBTERRÂNEO GOTHIC RAVE VI - 12-13/12/2009 - CAMPINA GRANDE/PE




Caros(as) Amigos(as)

Este mês acontece em Campina Grande-PE a Ed.6
do SUBTERRÂNEO Gothic Rave. O evento reunirá,
em seus dois dias execução, uma mostra do atual
cenário electro/goth/darkwave/experimental da
Região. Ao todo serão seis atrações representando
os Estados: Bahia, Pernambuco, Paraiba e Ceará,
além de DJs, Performances e mostras de filmes,
clipes e documentários.

A BioDiverCidade Produções, em seu pioneirismo
na difusão das vertentes vanguarda produzidas no
Brasil e no mundo, aqui na Região, não poderia
deixar de registrar o seu apoio e participação
neste evento, desde já memorável. Assim, a todos
os leitores a BioElectric Informe vem convidar
para este
momento que fortalece os laçoes de união entre os
artistas e público em uma grande confraternização.

Lembramos ainda que esta edição agrega a proposta
NORDESTE GOTHIC REUNION que paralelamente estará
promovendo seu 3ª encontro para debater formas de
prdução de difusão, além de intercâmbio cultural
para a Região interligando-a nacionaçionalmente.

Maiores informações podem ser obtidas diretamente
na produção através do e-mail: gothicxymox@gmail.com


Agenda AlterNation (Polônia)

Estamos divulgando o "Subterraneo Gothic Rave"
internacionalmente, pois trata-se de um marco
para o cenário underground brasili, que nesta
edição se vem se afirmando uma das principais
ações difusoras do gênero no país. A sugestão
de genda no AlterNation-Altermusica Magazine(
Polônia) foi aceita, o que abre espaço para a
proposta alçar novos horizontes. Confira:

http://alternation.eu/index.php?MENU=events

Um forte abraço a todos, e convocando aos que
estiverem na Região para a ótima oportunidade
de conhecer a produção desta parte do país.

Marcus ASBarr
Mônica Matias
produtor(a)

RECOMENDAÇÃO DE SITE: BIBLIOTECA E GIBITECA VIRTUAL RAVENS HOUSE BRASIL




Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros.

Uma grande iniciativa foi tomada pelo grupo Ravens House Brasil, Parceiro do Projeto C.O.V.A. e cujos objetivos se compatibilizam com o de nosso trabalho. Trata-se da elaboração de uma bilioteca virtual com arquivos no formato PDF englobando Literatura, Poesia, Artes, Quadrinhos, História, Filosofia, Ficção, Horror, Erótico, Romance, Infantil, Humor, Esotérico e Fanzines. Extrtemamente recomendável, Coveiros!

Acessem-na aqui:


BIBLIOTECA E GIBITECA VIRTUAL RAVENS HOUSE BRASIL


Saudações Inomináveis a todos vós, Coveiros.

2 de dezembro de 2009

RECOMENDAÇÃO DE FOTOGRAFIA: MOXYS



Inomináveis Saudações a todos.

Para os qua apreciam o Fetish, recomendo o Deviantart da modelo Moxys, uma das melhores fotografadas pelo Wandeclayt M., abordado na quarta edição da Webrevista Projeto C.O.V.A.

Aos interessados, acessem a página dela:


Moxys


Apreciem sem moderação...

Saudações Inomináveis a todos.








SÉRIE FASHION MOXYS

1 de dezembro de 2009

A GOTHIC GIRL PREFERIDA DO INOMINÁVEL SER: KOSHKA - PARTE II

Fotos Por Vladimir Deshko


30 de novembro de 2009

Dos Caminhos

Inomináveis Saudações a todos.

Caminhos. Passos no escuro, grandes ou pequenos, insinuantes e sinuosos. Espaços de sentidos para o alcance de algo em si mesmo e além de si mesmo, um grande objetivo, um grande intenso rumo de desafios.



Eliphas Levi Zahed


Caminhos. Desafios, sim, desafios pela Palavra, desafios incessantes, muitos e muitos desafios. A Grandeza se acumula nas mãos dos desafiadores do Destino, mas desafiar o Destino é ser o condutor do Carro, condutor dos inícios, dos fins e das conclusões de cada passo.




Helena Petrovna Blavatsky


Caminhos. Espelhos de intensidades, intensificações do Espírito, elaboração dos objetivos d'alma em uma meta determinadora do conduzir-se na Existencial Estrada. Os povoados caminhos, os povoados súbitos caminhos a serem povoados, ah, como é determinativo de Altas Ascensões essa liberdade de Verdadeiramente Caminhar!




Charles Webster Leadbeater


Caminhos. Caminhar, Verdaderiamente Caminhar! Verdadeiramente Caminhar, sentindo e sendo cada passo que a Existencial Estrada tem a sinuosa e silenciosamente ensinar. No Sinuoso, o Rumo, Verdadeiro Rumo. No Silêncio, A Roda. A Verdadeira Roda. As mãos transbordam, A Mão Transborda.




Annie Besant


Caminhos. A Mão Transbordante. A Mão Reinante. Grandes Mãos. Apontando. Indicando. Sugerindo. Fazendo A Escolha, que é sempre A Escolha Do Adepto.




Dion Fortune


Caminhos. Mão Esquerda. Mão Direita. Qual a diferença? Qual a Suprema Diferença? Não, não é na Face Cósmica que podemos medir tais diferenças, já que as diferenças são humanas gerações. No Kosmos, não há A Diferença. Para O Kosmos, não existem diferenças.




Aleyster Crowley


Caminhos. O Kosmos Uno. O Kosmos, O Todo. O Kosmos, O Nada. Não se pode negar O Todo. Não se pode negar O Nada. Assim como não se pode negar a essência, a integridade e a seguridade toda verdadeira de cada Caminho. São todos autênticos caminhos.




Jack Parsons


Caminhos. A via correta, a via incorreta... Não, não se pode ser Julgador, apenas Caminhante. Caminhante em uma Estrada própria, Caminhante em uma Senda própria, Caminhante em um sentido próprio, Caminhante a favor da Natureza, Natural Caminhante Natural.




Anton Szandor LaVey


Caminhos. Sedosa Virtude. Sedutores Vícios. Vícios e Virtudes consumidos, O Adepto compreende O Alto e O Abismo, fazendo em si O Abismo e O Alto. O Adepto é Completo, É Luz, É Trevas, É Tudo, É Nada, É Kosmos, É O Um.




Michelle Belanger


Caminhos. Nada estranho. Nada parecido. Nada encontrado. Nada possível. Nada impossível. Em instantes, No Instante, apenas O Vazio, apenas O Silencioso Vazio. E tudo é como dito e não escrito em nenhum livro por aquele que foi O Maior De Todos Os Magos E Ocultistas Da História Terrestre:




Jesus de Nazaré


Caminhos.

Qual é o vosso Caminho?

Qual é o vosso Não-Caminho?

Sabeis o que é O Caminho?


Saudações Inomináveis a todos.

29 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Zii (2008)

Zii – 2008





Tracklist


01. Vah Raii Uvah

02. Zag'zagah

03. Miaahu Piaahu

04. Naa

05. Greih

06. Yo-Or

07. Zhaka Taka

08. Habi Tabi

09. Yoffi!

10. Maaqwai

11. Ko Ki Ki

12. Taana Havaynah




O álbum mais recente da banda e o terceiro da mesma que não possuo; no entanto, algumas ilustrações do booklet consegui reunir pela Internet e posto-as a seguir.























28 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Jraah Mraah (2007)

Jraah Mraah – 2007





Tracklist

01 — Hor Hor
02 — Jraah Mraah
03 — Seei-Puii
04 — Oryah
05 — Taan Dari
06 — Horri
07 — Zakkah
08 — Kroom Kroom
09 — Hillakheterim
10 — Meeharra
11 — Hii Yatahaal
12 — Milereheim
13 — Toriah Myah
14 — Arraheem
15 — Haarha Daalan
16 — Meshairviit
17 — Siilegham
18 — Zaa Zaa
19 — Tarii
20 — Vakh A'raha
21 — Ya-Goh
22 — Mi Haim
23 — Naari Mokeroh
24 — Oum Arandah
25 — Yamah Dah
26 — Hannamael
27 — Farimuz
28 — Ir Leriil
29 — Raah Dhar
30 — Baar



O segundo álbum do DVAR que não possuo, apesar de ter em MP3 algumas músicas: Hannamael, Ya-Goh, Jraah Mraah e Kroom Kroom. Há neste álbum, conforme o tracklist, músicas lançadas em álbuns anteriores.

27 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Oramah Maalhur (2005)

Oramah Maalhur – 2005





Tracklist

01 — Noohaliroh
02 — Akhtariil
03 — Ta Matii Yadhan
04 — Itlabshaar
05 — Raamshar
06 — Hinderashim
07 — Ah Mcnahaim
08 — Hosermoah
09 — Lyarrah
10 — Seir Koham
11 — Mi Raamshar
12 — Nomenahaim 2
13 — Iihotoeohain
14 — Akhtariil 2
15 — Nomenahaim
16 — Laay Iill
17 — Raah Dhar
18 — Oramah Maalhur



A Máxima Transcendência...

Transcendência E Luzes...

A Grande Transcendência...

De DVAR!!!

De DVAR!!!

De DVAR!!!

De DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

Este é o mais espiritualizado álbum da banda, uma ode ao Espírito, uma ode ao Transcender, que apenas pode ser ouvida quando a própria alma compreende que Trevas e Luzes devem estar casadas e em paz dentro de um Ser. O gênero Lightwave se consolida na trajetória da banda e tem o seu ápice neste álbum, outra obra-prima entre todas as obras-primas inspiradas por DVAR, cuja Voz vai sendo muitíssimo bem decifrada pelos músicos que compõem o trio de desconhecidos eremitas responsáveis pelo seu divulgar no mundo contemporâneo. Este álbum expressa uma energia muitíssimo positiva, afirmando e confirmando que até aqueles que caminham nas Trevas podem, sim, ter em si A Luz Mais Transcendental; sua audição nos recheia de mundos além dos nossos conhecidos mundos e podemo ouvir DVAR tanto quanto os músicos que Ele escolheu podem ouvi-lo...

Noohaliroh, intensa, imensa, A Presença, Essencial Presença, das Forças Transcendentais De DVAR!

Akhtariil, possante, rápida, uma tribo a tocar, A Transcendental Tribo De DVAR!

Ta Matii Yadhan, energética, impulsiva, A Transcendental Voracidade De DVAR!

Itlabshaar, mais Energia, mais Impulso, O Pulso, O Transcendental Pulso De DVAR!

Raamshar, Consciente Força, Consciente Batida, A Consciência, A Transcendental Consciência De DVAR!

Hinderashim, pontos bem tocados, Passos, Os Transcendentais Passos De DVAR!

Ah Mcnahaim, Alta Transcendência, Alta Música Transcendental, Alta Alta Alta Música, Espaços Vistos, Espaços Percorridos, Tempos Vistos, Tempos Percorridos, Antigos Antigos Antigos Tempos, Eternos Eternos Eternos Tempos, A Eterna Transcendência De DVAR!

Hosermooh, Natureza Cantante, Natureza Ricamente Cantante, A Transcendental Natureza De DVAR!

Lyarrah, Tempo/Espaço, Tempo/Mente, Tempo/Alma, Transcendentais Caminhadas De DVAR!

Seir Koham, Alimento, Sobremesa, A Mesa, A Transcendental Mesa De Refeições De DVAR!

Mi Raamshar, rápido, seguro, Estado, O Transcendental Estado De DVAR!

Nomenahaim 2, Criaturas, Crianças, Adultos, Idosos, A Transcendental Família De DVAR!

Iihotoeohain, Leito, Legitimidade, Ritmo, A Transcendental Harmonia De DVAR!

Akhtariil 2, Dança, Fogo, Tudo, Todo, Os Transcendentais Elementos De DVAR!

Nomenahaim, Amplidão, Adormecimento, Despertar, O Transcendental Hipnotizar De DVAR!

Laay Lill, As Galáxias, Outros Mundos, Outros Planos, Outras Dimensões, As Transcendentais Viagens De DVAR!

Raah Dhar, Chegada, Parada, Saída, Ascensão, Altas Buscas, As Transcendentais Obras De DVAR!

Oramah Maalhur, Desdobramento, Desligamento, Unificação, A Transcendental Unidade De DVAR!

DVAR AMASNA

DVAR AEOPR

DVAR GARYN

DVAR ABAE

DVAR AASEO

MOKHUR DVAR

DOKHUR DVAR

DERAUR DVAR

26 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Madegirah (2005)

Madegirah – 2005





Tracklist

01 — Hwhy
02 — Laali
03 — Hiri Noai
04 — Taranah
05 — Iill
06 — Ya Kah Tya Kah
07 — Arraheem
08 — Khela Baash
09 — Madegirah
10 — Teremiah K’ruun
11 — Iakhuut!
12 — Kaah
13 — Arvakh
14 — Lilk
15 — Ud Rah
16 — Kiam Kaah
17 — Linah
18 — Ya Nar
19 — Airim
20 — Herrah Kiyar



Não possuo este álbum, que parece ser uma coletânea de músicas lançadas em EP's e nos CD's anteriores e sobras de estúdio que seriam posteriormente lançadas nos álbuns que se seguiram.

 
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