23 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Rakhilim (2004)

Rakhilim – 2004





Tracklist

01 — Rakhilim
02 — Ieroh
03 — Ieroh 2
04 — Yar Yar
05 — Ir Rakhilim
06 — Leriil
07 — Naakhiil
08 — Ya Raii Ta Hirrih
09 — Hanaar
10 — Nadrah
11 — Schekhirail
12 — Yalaraa T'Kiin
13 — Tavirim
14 — Amaas Takhi
15 — Kamharim
16 — Schraii
17 — Vo Rakhilim
18 — Arraheem
19 — Ieroh 3
20 — Nehadaim



DVAR E Suas Luzes...

DVAR E Suas Amplas Luzes...

DVAR E Suas Sagradas Luzes...

Este álbum é já uma completa relíquia do Lightwave, um gênero que a banda desenvolve tão genuinamente de um modo intenso quanto o Darkwave. Uma obra-prima do gênero, todas as notas musicais são perfeitas, vibram em nossas consciências e alcançam as nossas almas de um modo proporcionante de uma calma das mais suaves... Alguns elementos marciais introduzidos no álbum anterior são aqui continuados em algumas músicas.

Rakhilim, a introdução, batida marcial, toques sensoriais, elementos de entrada a um universo de vastas emoções que são como as que vivenciamos quando em passeios tranquilos por vastos jardins, uma música de velocidade conduzente a uma veracidade pulsante de transes brilhantes...

Ieroh, marcial batida que empolga, uma fortalecedora batida que DVAR nos Revela como inspiradora de nossas Vontades, uma música das mais vivas, uma música das mais realizadoras de um desejo de guerrear continuamente, não com armas nas mãos, mas com almas repletas de caminhos que possam nos proporcionar uma segura execução de todos os nossos passos.

Ieroh 2, de menot duração que a sua versão original, apresenta apenas os sussurros do vocalista, abole a batida marcial, é uma melodia Ambient introduzida para dar-se a dimensão de serenidade que o álbum possui.

Yar Yar, expressiva da serenidade acima citada, gostosa melodia repleta de ampla florida roupagem, uma mística sinalização de encontros com o Eu de uma maneira que resgate um tanto de inocência nossa, DVAR, mais do que nunca, transmite-nos mais uma Face de Sua Essência.

Ir Rakhilim, uma continuação de Rakhilim, sem os elementos marciais, como ocorreu em Ieroh 2, apresentando os mesmos elementos sussurrantes e uma vibração que nos remete a uma tarde nublada e silenciosa das mais atraentes...

Leriil, uma ligação silenciosa, preciosa meta musicalmente oculta entre Luzes que se elevam no álbum, tranquilamente presente qual fantasia resgatável...

Naakhiil, a batida marcial apresentada, um encontro desta com uma maneira mais suavizada de apresentar-se, uma música conduzida orquestralmente orientada para uma dinâmica forma de autoconhecimento, suas notas preciosas recomendam uma meditação que DVAR sussurra em nossos Espíritos...

Ya Raii Ta Hirrih, uma corrida, corrida festivamente alegre e, ao mesmo tempo, exercitante de uma ritualística musical silvestre, um encontro com a Natureza de DVAR enriquecida por lembranças as mais alegres e naturais que nosssas mentes tomam ao ouvirmos a música espiritualmente concentrados...

Hanaar, Grande Sonho, Grande Sonhar, Grandes Noções, Grandes Emoções, Grandes Reencontros, um minuto e trinta e sete segundos de uma música das mais tristes, assopra um vento milenarmente antigo, um saudável antigo vendaval de lembranças que DVAR nos traz novamente em nós, lágrimas caem na suavidade de um piano, os chakras vibram como senhores de um hipnótico estado, Kundalini Adormece, Kundalini Desperta, Kundalini enrosca-se em nossas lágrimas...

Nadrah, continuando a suavidade, a mesma harmônica suavidade, o vocalista calmamente sussurra, tragando-nos para um esplendoroso encontro com visões sonhadas em expoentes máximos.

Schekhirail, Sonhar mais um pouco, Grande Sonhar mais um pouco, hábil voz dos sonhos que aos poucos DVAR faz ressoar com a brilhante ondulação de Seu Luzidio Mar...

Yalaraa T'Kiin, ondas de pequenas notas das mais suaves, um abaixar e elevar harmônico, espiritualmente situando-se nas vibrações de todos os sonhos que se erguem e abaixam em nossas mentes despertos e adormecidos...

Tavirim, uma mais eletrônica abordagem em uma encantante dinâmica musical, validando o onírico templo que DVAR construiu em todo o álbum, de maneiras universalmente capitais e ilimitadamente altíssimas...

Amaas Takhi, AMAAAAAAAAASSSSSSS TAKHIIIIIIIII, preciosidade musical embalada por um mágico coral, vozes ecoando dentro de uma sala que se torna uma Criação, a sensação do Big Bang que traz luzes arrematadoras de nosso Ser, DVAR dialogando com nossos tremendos abismos, DVAR dialogando com estes abismos dentro de nós e a eles levando sua Musical Luz Abismal!

Kamharim, encanto equilibrante dos veículos internos, massa bem definida de notas relaxantes e somas de naturais calmantes...

Schraii, maravilhosíssima música presente em Piirah e em Taii Liira, o álbum que se segue a este.

Vo Rakhilim, a terceira abordagem do mesmo tema melódico, agora apenas mantendo a base eletrônica, efetuando uma rítmica sensação um pouco mais agitada do que nas duas versões anteriores.

Arraheem, relaxante ambiente, deitar ao solo e ouvir esta música como se nem a Criação toda existisse é a recomendação maior de DVAR, as notas transitam em Antigas Esferas, As Grandes Esferas Musicais, e, como Poe, podemos ouvir A Música Das Esferas, relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar...

Ieroh 3, o tema espinhal das duas versões anteriores de Ieroh ao piano, uma bela execução que nos dá uma melhor idéia dos estudos avançados musicais que os membros da banda efetuam, já que nesta música eles efetuam um contato rápido com o Neoclassical.

Nehadaim, DVAR e sua mensagem final, DVAR em mais uma mensagem final de mais um álbum elementar a ecistencialmente expressá-lo neste mundo, DVAR, Seu Mundo, espetáculo das Trevas, espetáculo das Luzes, Equilíbrio, Eterno Equilíbrio, de um Ser entre Esferas Musicais Nos Limiares De Todas As Coisas Apresentáveis E Ainda A Serem Apresentadas E Que Já Estiveram Presentes Diante Da Eterna Existencialidade Cósmica...

22 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Roah (2003)

Roah – 2003





Tracklist


01 — Ha T'annah

02 — Siferah

03 — Ai-Lu

04 — Iillah

05 — Merra Tah

06 — Kiam Kiam

07 — Iina Tamiira (v.2)

08 — Raah Dhar

09 — Hora

10 — Keruah

11 — Haya Haya

12 — Ihirrah

13 — Mathaar D'Ham



Aqui temos um encontro ainda com a essência dark...

Uma atmosfera obreira, ainda, nas Trevas...

Trevas dançam...

Trevas absolutamente dançantes...

Trevas absolutamente inspirantes...

As Trevas de DVAR, que em cada música Revela-Se Pai de uma Sonoridade Maior...

Um álbum que introduz na sonoridade do DVAR a utilização de mais elementos tribais, uma percussão de excelentíssima roupagem pontuando músicas que te introduzem em um ritual místico de uma tribo das mais elevadas. Uma tribo de nativos de um mundo que se expande nas Trevas, recebendo as Luzes com um tipo de conhecimento mais revelador das mesmas do que naqueles que estão nela permanentes. DVAR, Este Ser que passa A Mensagem Das Trevas nas músicas da banda, medido e calculado não pode ser pelos que dançam equilibrados pelas balanças das luzes dos sóis; é preciso estar nas Trevas, é preciso ser das Trevas, é preciso nascer e renascer sempre nas Trevas para Comprender DVAR e Ser DVAR.

Ha T'annah, um jogo sombrio de uma voz cavernosamente impressora de uma sensação de encontro com vastas e longas sombras que dialogam com a nossa mente, uma utilização de instrumentos musicais folclóricos perfeitamente em matrimônio com recursos eletrônicos, uma batida tribal lenta, baixa, liberando uma sensação de frescor hipnótico.

Siferah, uma batida tribal mais um pouco avançada, elementos de uma melodia das mais rapidamente graciosas formas abissais, a voz evocativa de um ritual que nos impele a ouvi-la vendo em nosso redor diversas formas novas de coisas que não estiveram jamais em nosso redor.

Ai-Lu, uma transcendente tribalista evocação de sentidos primais, uma música que evoca em nossas consciências sementes ocultas de épocas que vivemos antes de todas as épocas, mais livres, mais felizes, um facho de luz, Lightwave, em meio ao atmosférico elemento dark proporcionado pelas músicas anteriores.

Iillah, uma rápida incursão a um enxame musical onírico, voz e batida tribal coroando uma reminiscência estranha aos mortais olhos.

Merra Tah, em redor de uma fogueira uma dança, as Trevas dançando nas sinfônicas batidas renascedoras de Espíritos nadantes nas Trevas, urros, gritos, sussurros, magnífica música expressando uma agitação gutural d'alma repleta de danças que se ocultam nas sombras a mais além da própria sombra.

Kiam Kiam, uma melódica canção alusiva a bastante névoa, climas espectrais em uma voz roucamente induzida ao induzir-nos em direção ao cúmulo de uma tempestade das mais calmas aos nossos ouvidos amplamente resolutos no cair de raios que irrompem nas Trevas.

Iiina Tamiira (v. 2), IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, a segunda versão desta música que eu AMO, que eu ADORO, mais, lenta do que a primeira versão, na qual DVAR, Em Verdade, se apresenta guiando um ritual místico que apenas as Trevas podem fazer conscientes aos que Bebem de seu Amor, O Amor Das Trevas nesta música, O Alto Amor Das Trevas, uma dança que instiga uma dança dolorida, pois a dor ensina, a dor é o impulso dos maiores ensinamentos no Mundo Das Trevas, A Dor dança, DVAR dança, o caminho não é fácil, O Caminho Das Trevas é para os poderosos, é para os fortes, é para Os Filhos Da Grande Noite Cientes De Suas Trevas Interiores!!!!

Raah Dhar, expressão continuista de Iina Tamiira, uma evocação da seriedade de toda Obra Das Trevas, DVAR passa a mensagem de atentar-se para cada detalhe das pequenas coisas nas Sombras, das grandes coisas nas Sombras, as nossas Internas Sombras, as Externas Sombras do mundo, Sombras que ensinam a adoração de uma busca e de uma meta que centralize cada tatear nas Trevas...

Hora, palmas, palmas, palmas, uma maior aceleração das batidas tribais, algo que instiga a dançar em honra às Trevas, os urros da voz sensibilizam nossos corpos, danças estranhas, danças conhecidas, danças sempre sagradas, espetáculo máximo das Trevas Encontradas!

Keruah, um elemento étnico interessantíssimo, reunindo a rítimica característica da mais dançante visão da Música Árabe com batidas tribais que lembram as de tribos indígenas africanas, demonstrando que DVAR relaciona-se com todos os povos, demonstrando que DVAR fala todas as línguas, demonstrando que DVAR é acessível a todas as etnias e povos se nestas etnias e povos existirem Seres que realmente tenham em si As Trevas dentro d'alma. Uma magnífica música, que não deve ser confundida meramente como de “Dança Do Ventre” já que o enfoque dela é ritualístico, místico, e não festivo a ponto de embalar apresentações fúteis de dançarinas.

Haya Haya, outro elemento interessantíssimo, agora acrescentando à percussão um elemento de marcha militar, daquelas que tocadas são por orquestras militares. No entanto, A Marcha que a música comanda é a das Trevas em Guerra não com as Luzes, pois as Duas são Irmãs Eternas; é A Marcha a favor da Afirmação dos Filhos Das Trevas em sua Senda, uma Força que DVAR transmite na música que vem a alimentar e a fazer vibrar todos os chakras, liberando Kundalini de sua prisão e fazendo-a em nós marchar marchar marchar, sibilar sibilar sibilar...

Ihirrah, aqui retorna a musicalidade árabe, quase pura, não fosse a mescla com os instrumentos eletrônicos, que molda uma dançante melodia que suave se transforma em uma esplêndida ritualística que dança nas bases de uma voz das mais hipnotizantes. O vocalista da banda sempre canta hipnoticamente e, especialmente nesta música, transfere-nos para o seu próprio transe, transe evocativo de DVAR, transe invocativo de DVAR, DVAR que chega o mais devagar possível na harmonia das batidas, DVAR que possibilita passos nas Trevas que cativam as maiores outras buscas Nelas...

Mathaar D'Ham, a última música, a última transmissão de DVAR neste álbum, uma transmissão que faz pulsante O Brilho Das Trevas, O Som Das Trevas, As Luzes Das Trevas, As Trevas Das Trevas, pois, afinal de contas, DVAR É Aquele Que Tateia Nas Trevas Apresentando As Melodias Que Percorrem Os Abismos E Os Subterrâneos E Que São Recebidas Em Todas As Esferas Pelos Verdadeiros Filhos Das Trevas...

21 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - PIIRRAH (2002)

PIIRRAH - 2002






TRACKLIST

01 - Al Hilaji
02 - Iina Tamiira
03 - Taai Liira
04 - Vo Rah Arrah Iill
05 - Hissen Raii
06 - Iih Rah
07 - Abisser
08 - Itiir
09 - Vaii Han
10 - Schraii
11 - Ariil Iaat



Inomináveis Saudações a todos.

Espaço De Trevas.

Regiões Inauditas Das Trevas.

Espetáculos Das Trevas.

Reinados Das Trevas.

Exploráveis Trevas.

Especiais Trevas.

Violentas Trevas.

Suaves Trevas.

Sedutoras Trevas Adiante Do Ser.

Amigas Trevas No Ser.

Acompanhantes Trevas No Ser.

Coroantes Trevas No Ser.

Totalizantes Trevas No Ser.

Al Hilaji, a introdução é uma oração de sinistra concepção, batidas entranhadas em conexão com os instantes desencadeadores de trevosas vozes no Ser.

Iina Tamiira, ah, Iina Tamiira... Poderosa música, Poderosa Musa Das Trevas, Melódica Música Das Trevas! Espiritualmente, é uma Ode À Escuridão, tanto as interiores quanto as exteriores e hipnotiza se você se deixar por ela guiar e dançar, dançar de olhos fechados, cobrindo o rosto, esquecendo o mundo... É a música que me devora, me fortalece, me encobre de mais Trevas e Trevas e Trevas para poder continuar a neste trevoso mundoso caminhar. Sua harmonia é uma batida primitiva, beirando ao espaçoso templo do contemplativo estado de êxtase; Iina Tamiira deixa em êxtase, êxtase solitário, êxtase supremo, êxtase transcendente a si mesmo.

Taai Liira, TAAAAAAAIIIIIIIIIIII LIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRA, em cadências de cadeias plenas de altitudes sombrias, encaminhando o Ser para um desesperado correr por sensações de encontro com o mais primitivo dos sentidos! Ouvir Taai Liira, TAAAAAAAAAAIIIIIIIII LIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRA, é se deixar estrelar uma peça de um teatro quedante, mas prazeroso, mui prazeroso, para aqueles que são das Trevas, que não fogem das Trevas, que não temem as Trevas, que não negam as Trevas!

Vo Rah Arrah Iill, melodia selvagem, melodia louca, melodia acompanhando a chegada de estados ferozes do Ser ao encontro de sendas inauditas que poucos conseguem controlar. VOO RAAAH ARRAAAAAH IILLLLLLLLL, cantada assim, estupendamente, em uma sussurrante rouquidão a estremecer os interiores quadrantes, oferecendo experiências de mais encontros aterrorizantes, mais espectros, outros espectros, Os Espectros Diante Do Espelho, A Alma Eterna Diante Do Espelho Refletindo Os Espectros!

Hissen Raii é uma marcha guerreira, uma melodia que bem caberia em campos de batalha. Sente-se o frescor das lutas, do derramamento de sangue, do seguir a corrida das batalhas travadas interiormente e exteriormente. Explodem os instrumentos, a parte elementar da melodia é um encantamento, um gerador de benefícios diretos ao vital elemento do plano do Eu em seguir as notas da música que evoca ao Estado Guerreiro, fazendo estremecer, fazendo fortalezas ascenderem, fazendo formas se equilibrarem, sempre na GUERRA, marcha na GUERRA, melodia na GUERRA, harmonia na GUERRA, marcha e marcha e marcha de Hissen Raii, MARCHA E MARCHA E MARCHA GUERREIRA!!!

Iih Rah, IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIH RAAAAAAAAAAH, trevosa música, trevosa voz rouca sempre em todas as músicas mais trevosa ainda nesta, em especial! É poderosa a batida única e hipnotizante, como a de um tambor de uma das Tribos Das Trevas, tocando e convocando, tocando e reclamando, tocando e clamando, pelas Trevas de quem ouve cada expansão da batida.

Abisser, abismal Abisser... Abismal Abisser... Abismal Abisser.. Abismal Abisser... AAAAAABIIIIIIISSEEEEEEEEER, chamando O Abismo, Sendo O Abismo, Encarnando O Abismo, Encantando O Abismo, Formando O Abismo! Abisser, música dentro de temática absurdamente a mais obscura possível de se crer e de se conhecer, uma estranheza dantescamente pura, singular e deliciosa.

Itiir, uma descida às Outras Trevas, batida em sonoridade carregada de assombros e macabros intentos encaminhantes a macabros terrenos. Marca a música uma atmosfera de tensão pulsante, tensão encaminhada para uma expansão da consciência a cada batida, cada batida cadenciadora da explosão de uma Forma, cada batida elaboradora da eclosão ininterrupta de uma Não-Forma, O Conteúdo Das Trevas das duas maneiras, Suas Duas Maneiras, sendo Manifestado a cada nervosa nota.

Vaii Han, uma música nervosamente executada, a voz do interpréte se torna mais marcante na macabra concepção do desenrolar do que canta, guiando para uma exaltação puramente evocadora de catastrófica conseqüências internas. Pulula durante a execução da música uma dose de perversidade, uma dose de crueldade, uma dose de trovoadas trazendo misérias e desgraças, uma dose de tronos erguidos para levarem misérias e desgraças a todo canto conhecido. A violência da música é chamativa, é exploradora de uma carga de intensos espontâneos rodeios nas Trevas em círculos sempternos.

Schraii, Balada Das Trevas, uma Balada Das Trevas, BALADA DAS TREVAS? Sim, em Schraii há uma triste mórbida balada, uma balada evocando nossas lembranças mais cortantes e atuantes em nossa interior dose de pessoais desgraças, uma balada emoldurando toda a exposição nossa a tais lembranças. É belíssima a melodia, a execução primorosa dos sintetizadores, a eletrônica moldura de uma trevosa balada de espetacular resultado, que é o de uma concreta inquietude, concreta tristeza, concreta angústia, concreta incerteza, concreta fealdade, pois a fealdade interior ela revela, a fealdade de nossos egoismos, de nossos egotismos, de nossos passos em direção às quedas que temos por sermos fracos. É uma música de atmosfera melancolicamente moldada, executada, concretizada.

Ariil Iaat fechando o álbum, fechando os Portões Das Trevas, Portões que, no entanto, continuam abertos, pois uma vez que se ouve DVAR, toda vez que se ouve um álbum do DVAR, as Trevas permanecem no Eu. A fechar o álbum com envergadura de separadora, contendora e plena doadora das Trevas.

DVAR MEGHIRAH

DVAR MAERAIE

DVAR MNARENA

Saudações Inomináveis a todos!

BITTERSWEET - 05/12/2009 - CAMPINAS/SP



Maiores informações:

Projeto Undergoth - Orkut

20 de novembro de 2009

GOTH BOX - CENTRO/RJ - 21/11/2009



Especial:

Assemblage 23 :: Depeche Mode :: London After Midnight


Na pista I: E.B.M, Dark Electro, Futurepop, Industrial, Synthpop...
Djs:

Vírus de Sírius (Residente)
Dvogt
Guga
Orpheus


Nas paredes:

Vj Raton


Na pista II: Gothic Rock - Dark Wave - Post Punk - Alternative Rock...
Djs:

Luizinho (Residente)
Laoviahn (Residente)
Fester
Alex


Cine Goth Box:

"Cabinet of Dr Caligari" & " Fome de Viver"!




Aniversariante da semana não paga!


Goth Box bar:

Cerveja, agua e refrigerante > R$2


Ingressos:

R$ 13 (lista amiga até 00:30h)
R$ 18 (normal)


Lista de desconto no email gothboxparty@gmail.com ou na comunidade da festa no Orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=2061346



Local: Rua da Carioca, 85 - Centro - Rio de Janeiro (próximo ao Cine Íris, em frente ao Cine Ideal).


Infoline:
8565-1010


SANGUE UNDERGROUND - DIA NACIONAL DO GÓTICO DOAR SANGUE - 19/12/2009

18 de novembro de 2009

PROJETO COMBAT ROCK E 80'S RECORDS - CENTRO/SP - 05/12/2009

14 de novembro de 2009

Konstantin Alexandroff






Scarlet




Indescridable Irresistible




Lust On Red




Disturbing Behavior


Modelo: Anna Leo



Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros!

A genuína euforia anuncia que sou um extremo e profundo fã da obra fotográfica de Konstantin Alexandroff, um dos melhores fotógrafos que encontrei no magnífico DirtyAngels.Net. Konstantin tem 28 anos de idade, é natural da Rússia e residente na cidade de Moscou; a sua especialidade artisticamente fotográfica transita através da maior das apreciações estéticas acerca da Feminilidade: O Poder Feminil, O Ar Feminil, O Ser Feminil. Não se tratando de meras pin-up's ou fetish models, notamos que as modelos, nas fotos por ele tiradas, possuem uma explosiva intensidade mágica e esotérica que, mesmo não sendo este o objetivo inicial da sua arte de fotografar, sintoniza-se com o nosso mais apurado e conceptivo estético-analítico olhar. Olhar que aconchega-se nas proporções a mais das imagens geradas e não se contenta apenas na roupagem exterior, nos detalhes que podemos encontrar nas bancas de jornais todos os dias através das “revistas de muié pelada”. Não, Coveiros, Konstantin trabalha uma conceituação artística que elabora um plano maior de visualização e apreciação das fotos que a sua talentosa forma de artisticamente proceder faz surgir tremendamente esplendorosa.

O vermelho e o negro são as cores principais mais vistas nas fotos dele. O Vermelho, A Paixão Brutal. O Negro, A Paixão Cega. Equilíbrio exigido pela esfera interna, nas possibilidades de positivas mensagens do Vermelho, de positivas mensagens do Negro. Equilíbrio fecundante da pele das modelos fotografadas, transparecendo-as como partes de um sonho que nos aguarda no Vermelho, de um sonho que nos aguarda no Negro. Equilíbrio vitalizante da roupagem de sonhos proporcionados pela Força Do Vermelho, pela Força Do Negro. Equilíbrio exaltante das essencialidades distintivas das formas geracionais das virtudes do Vermelho, das virtudes do Negro. Equilíbrio transcendentalista das vozes que ditam as carregadas operações do Vermelho, as carregadas operações do Negro. Equilíbrio Do Vermelho. Equilíbrio Do Negro. A Balança Equilibrante Dos Internos Pólos. A Balança, Na Mulher, Entre O Vermelho E O Negro, Provocando O Carnal Amor Da Sublime Citação Do Livro Equilibrante Das Formas! Vermelho... Negro... Brutalidade... Cegueira... Vermelho+Negro... Equilíbrio formando os conceitos... Equilíbrio formando as razões... Equilíbrio formando as noções... Equilíbrio formando as gerações... Equilíbrio: Conceitos da aceitação da carnal violência, a pele pacifica-se. Equilíbrio: Razões da implantação da aceitação da carnal cegueira, a pele harmoniza-se. Equilíbrio: Noções da reforma necessária à aceitação do próprio Carnal Equilíbrio. Equilíbrio: Gerações da forma necessária ao estabelecimento da construtividade proporcionada pelo próprio Carnal Equilíbrio.

Carne...

Vermelho Equilíbrio!

Carne...

Negro Equilíbrio!

Carne...

O Todo Equilibrado!

Carne...

O Nada Equilíbrado!

Carne...

O Profundo Equilibrado!

Carne...

O Augusto Equilibrar!

Carne...

Vermelho, Vejam...

Carne...

Negro, Vejam...

Carne...

Vermelho, Respirem...

Carne...

Negro, Respirem...

Carne...

Vermelho+Negro!

Carne!

O Tempero Perfeito!

Konstantin Alexandroff servindo-nos todos os pratos muitíssimo bem equilibrados!


Doombringer



O frio,
a morte
do ontem,
a morte
do hoje,
a morte
do amanhã.

O frio,
revejo
hoje,
revelo
hoje,
pela fria
manhã.

O frio,
tempero
hoje,
tempero
sempre,
seguindo a voz
da maça.

O frio,
mordidas na maça,
pensamentos
de amor
na fria sina
do meu
caminhar.

O frio,
tu estás longe
de mim,
eu quero
chorar,
e preciso
não cair.

O frio,
a cama,
a neve,
fria cama,
fria neve,
minha pele
chamando-te...

O frio
abraçando-me,
eu gritando,
tu gritando,
fria amada,
quente amada
ou morna amada?

Inominável Ser
SENTINDO
FRIO
E DESEJANDO
A SUA
INDECIFRÁVEL AMADA





Dead Winter


Modelo: Celebration

13 de novembro de 2009

Luis Royo Portfolio - Women (1992)



Cover Cimoc - 85




Cover Cimoc - 91




Dark Lady






Deadly Beauty




Raven 5

31 de outubro de 2009

Constantine: Reconstrução Ou Destruição De Um Clássico Personagem?




ANO DE LANÇAMENTO
2005 (EUA)

DIRETOR
Francis Lawrence

ELENCO
Keanu Reeves
Rachel Weisz
Shia LaBeouf
Djimon Hounsou
Max Baker
Pruitt Taylor Vince
Gavin Rossdale
Tilda Swinton
Peter Stormare
Jesse Ramirez

ROTEIRO
Kevin Brodbin
Garth Ennis
Frank Cappello

PRODUÇÃO
Lorenzo di Bonaventura
Akiva Goldsman
Benjamin Melniker
Lauren Shuler Donner
Erwin Stoff
Michael E. Uslan

MÚSICA
Klaus Badelt
Brian Tyler

EDIÇÃO
Wayne Wahrman

SINOPSE
Keanu Reeves é a estrela deste filme a transpor o Universo de John Constantine para os cinemas. Egoísta, fanfarrão, cínico e envolvente, Constantine soluciona os mais complicados casos tidos como sobrenaturais, assim como pensa apenas em se safar, em salvar a própria pele, das batalhas que eternamente assolam este mundo e a Criação. Neste filme, além de lutar contra as forças tanto dso Céu quanto do Inferno, o mago possui uma batalha muito mais terrível para ser vencida, acima até das bizarras demonstrações de poder das forças que combate: um câncer no pulmão.

Imagem hospedada por Servimg.com


Inomináveis Saudações a todos.

As transposições de ´personagens dos Quadrinhos para o Cinema tem sido de frequentes sucessos e insucessos. No entanto, Constantine encontra-se entre os filmes mornos, os filmes que poderiam ter rendido muito, mas nada foram do que um mero divertimento e um passatempo comuns. O filme chega a empolgar em determinados momentos e a ser meramente vazio em outros; toca em assuntos bíblicos existencialistas e em questões sobre religiosidades e crenças pessoais; possui diálogos cáusticos e outros movidos pelo poder do senso comum; efeitos especiais que funcionam em determinados momentos e que são desnecessários em outros; qual foi o problema principal com este filme?

O principal problema foi a inserção direta da vontade dos produtores da Warner no filme, tornando-o degustável para o público não-acostumado com a canalhice crônica do original John Constantine, que no ventre da mãe enforcou o irmão com o cordão umbilical; costurou o nome do pai na boca de um sapo, enterrando-o e fazendo, assim, um feitiço que fez o pai, literalmente, secar; usou a maioria dos amigos que teve em prol dos desafios ocultistas e mágicos aos quais se propôs, abandonando-os na hora que eles mais precisavam; usa a todos de diversas maneiras, um descarado manipulador que pensa apenas em si mesmo; não se importa com mais nada a não ser com a sua própria alma e a busca de um desafio mágico a todo momento. Tal criatura, criada por Alan Moore nas páginas da revista Swamp Thing, se literalmente transposta para as telas do Cinema, seria muitíssimo interessante, já que não se trata de um herói e nem de um anti-herói, mas de um vilão enrustido abaixo de uma suposta capa de “bom-mocismo” que não convence muito em todas as histórias; mas, como o moralismo americano sempre fala mais alto, o personagem foi amenizado, tornou-se um “cavaleiro cristão defensor dos valores do Bem”, deixou de ser louro e, o mais ridículo, se tornou mexicano criado em Los Angeles quando no original nasceu em Liverpool, na Inglaterra... Mas a arrogância, o orgulho, o sarcasmo e o cinismo do personagem foram mantidos, apesar de Keanu Reeves não interpretar John Constantine em 100% de sua personalidasde, já que Neo 2 estamos a encarar durante a exibição inteira da fita.

Neste artigo vou vou alongar-me muito, já que não há muito a ser enaltecido deste filme irregular em todo o seu conteúdo; vou enfocar a conclusão do artigo em duas fundamentais diferenças entre fatos cruciais que ocorreram no filme e na história Hábitos Perigosos, escrita por Garth Ennis (que foi um dos roteiristas da versão cinematográfica), que serviu de base para aquele. O câncer no pulmão adveio do hábito de Constantine fumar trinta cigarros por dia; uma das cenas amenizadas se refere exatamente a este câncer, quando Constantine cospe sangue na pia do banheiro antes de saber que tinha a mesma. Nos Quadrinhos, ele cospe o pedaço de um orgão, como mostrado aqui e não apenas sangue:


Imagem hospedada por Servimg.com

Hellblazer 41 - Página 6


Outra falha no filme foi o não enfocar na deterioração que o personagem demonstra por estar com câncer. Isso foi igualmente amenizado no filme, mostrando um personagem com câncer terminal enfrentando Demônios com uma metralhadora em forma de cruz e dando socos a torto e a direita, algo que nos Quadrinhos o personagem não faz. Foi cortada a cena de deterioração física de Constantine e assim temos a boa estampa de um homem com câncer terminal:


Imagem hospedada por Servimg.com


Em um momento alto da história original, vejam a estampa do personagem, bem fiel ao seu estado de saúde:


Imagem hospedada por Servimg.com

Hellblazer 44 - Página 15


Constantine, o do filme, não pode ser conectado ao personagem dos Quadrinhos em momento algum do mesmo. Assim como a adaptação do Hulk por Ang Lee, o filme aqui criticado não chega a ser bom e nem chega a ser ruim, encontra-se em um meio termo entre as duas categorias de qualidades. Como fã do personagem original, eu não poderia mentir neste artigo e pintar o filme como uma adaptação fiel ou uma “obra-prima”; a interpretação de Reeves deixa a desejar, assim como a de Rachel Weisz; e a dos demais atores, igualmente. O que dá interesse no filme fundamenta-se em algumas partes de seu roteiro e em alguns diálogos quase brilhantes, que poderiam ser melhores. Alguns membros deste fórum e visitantes devem ter gostado do filme, mas recomendo a versão original dos Quadrinhos e a própria história que o inspirou, Hábitos Perigosos. O filme, digo ainda, foi um fracasso de bilheteria nos EUA e dificilmente terá continuações...

Diante destes esclarecimentos bem simples de um fã do personagem original, lhes pergunto: ele foi reconstruído ou destruído no filme?

Saudações Inomináveis a todos.

30 de outubro de 2009

Bruce Colero






Apocalypse Now




Bloodwork




Chained Heat




Chinatown



Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros.

Bruce Colero é um ilustrador digital nativo de Toronto, Canadá, que formou-se primeiramente nas formas tradicionais de Arte como ilustrador. Grande fã da Erotic Art, lançou seus primeiros livros, The Art of Bruce Colero 1 e 2, foram lançados no ano de 2008. O hiperrealismo que vemos em suas ilustrações digitais deve-se à utilização do airbrush (no qual concentrou seus estudos como ilustrador tradicional) complementado pela utilização dos mais modernos recursos digitais. Para o futuro, ele pretende continuar a crescer na Arte Pin Up, para brindar os admiradores e amantes da mesma com imagens de uma possante força, calor e realidade, típicas de um Mestre a dominar todos os instrumentos de sua criatividade. Maiores informações sobre este processo criativo podem ser adquiridas na página oficial dele. Aqui vagaremos como ardentes cadáveres pelo Erotismo que ele ergue em rasgantes auges...

Erotismo ascendente...

Erotismo aquecedor...

Erotismo cavalar...

Erotismo ímpar...

Erotismo infinito...

Erótico chamar...

Erótico cavar...

Erótico coroar...

Erótico ar...

Erótico fogo...

Fogo a amar!

Fogo a desejar!

Fogo a gozar!

Fogo a abordar!

Fogo a gerar!

Fogo a expandir!

Fogo a explodir!

Ah, explosão de forças desconhecidas!

Ah, explosão de forças conhecidas!

Ah, explosão de multiplicantes forças!

Ah, explosão de todas as Forças Da Força!

A Força Natural Da Carnalidade!

A Força Natural Da Sexualidade!

A Força Natural Da Feminil Pele!

Pele!

Fogo!

Força!

Prazer!

Poder!

Intensidade!

Imensidade!

Interioridade!

Exterioridade!

Eternidade!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanência!

Permanecer na pele...

Permanecer no fogo...

Permanecer na força...

Permanecer no prazer...

Permanecer no poder...

Permanecer na intensidade...

Permanecer na imensidade...

Permanecer na interioridade...

Permanecer na exterioridade...

Permanecer na Eternidade...

Permanecer na admiração da Arte, A Arte, de Bruce Colero!






Antarctica




At First Light

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Affiliate Network Reviews