Mostrando postagens com marcador QUADRINHOS DE TERROR E HORROR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador QUADRINHOS DE TERROR E HORROR. Mostrar todas as postagens

2 de setembro de 2013

Lady Death





Lady Death é uma personagem, uma deusa de histórias em quadrinhos criada por Brian Pulido e Steven Hughes. Surgiu a primeira vez no “Evil Ernie” #1 pela Eternity Comics em Dezembro de 1991.

Reapareceu em “Evil Ernie:Ressurection mini-series publicadas por Pulido através da sua extinta companhia Chaos!Comics em 1993.

Em 2002, com a falência da Chaos! Comics, os direitos da personagem foram vendidos para a CrossGen Comics, pelo valor de 12.500 dólares. Brian continuou a trabalhar no personagem e criou as novas séries intituladas Medieval Lady Death lançadas em Fevereiro de 2003.Esta versão de Lady Death tem mudanças no seu carácter numa tentativa para cativar maior audiência.

Em 2004 a GrossGen, também com dificuldade financeiras entrou com pedido de falência, vendendo novamente os direitos do personagem á Avatar Press.As outras propriedades da Chaos!Comics foram vendidas á Tales of Wonder.

Em 2005 Lady Death voltou a ter suas histórias publicadas, dessa vez então pela Avatar Press.,e esta foi a última editora a publicar as séries da Lady Death.
Após um hiato de três anos a Avatar Press anunciou que iria criar uma companhia chamada Boundless para publicar o personagem em finais de 2010.Foi também alvo de um filme de animação lançado em Julho de 2004, pela ADV Films.

Já foi ilustrada por Steven Hughes, Mike Deodato Jr., Romano Molenaar e Ivan Reis.

Brian Pulido ainda detém os direitos da propriedade da personagem,tendo a optado por publicar em várias companhias independentes, como a Avatar Press.

Além dos quadrinhos, Lady Death já foi tema do trabalho de diversos artistas de fantasia como Dorian Cleavenger, Gerald Brom, Boris Vallejo, Joe Jusko e Julie Bell.

Lady Death continua a ser um dos melhores exemplos de “bad girl” da indústria da banda desenhada durante a década de 90.As primeiras histórias foram escritas por Brian Pulido e ilustradas por Steven Hughes. Lady Death era originalmente uma violenta anti-heroína, mas subsequentes interacções trouxeram ao de cima aspectos controversos do seu carácter.

Em 23 de Julho de 2004, um filme animado foiproduzido pela ADV Films e lançado Na Comic Com International em San Diego. O filme recebeu péssimas críticas.
Em Julho de 2005 a Avatar Press revelou uma nova versão de Lady Death,escritas por Brian Pulido, tanto a Lady death Medieval como a Lady Death Clássica foram lançadas em séries distintas por artistas da Avatar, tais como Juan Jose Ryp, Daniel HDR, Richard Ortiz, Ron Adrian, Di Amorin e Gabriel Guzman.

Em Abril de 2010,a Avatar Press anunciou que iria criar uma companhia chamada Boundless que iria publicar a personagem nesse mesmo ano. Brian Pulido e Mike Wolfer vão escrever a nova série.

A personagem ficou em 39º lugar no ranking “Comics Buyer´s Guide´s “ “ 100 Sexiest Women in comics”. (100 mulheres mais sexy dos comics).




A PRIMEIRA LADY DEATH

A primeira Lady Death era uma violenta e sexy vilã, que era percebida por uma alucinação pelo rapaz Ernest Fairchild. Ela prometeu amá-lo para sempre, (amor que ele nunca tinha tido) em troca da sua lealdade. Essa lealdade era matar toda a gente na Terra, era vista como uma mulher sádica que dava a Ernie o incentivo para matar. No inicio ela não tinha um propósito real, ou história pessoal.
Com a progressão da história, Lady Death afastou-se do seu papel de namorada de Ernie e começou a sua própria história.Com a mudança a sua personalidade mudou drasticamente da vilã sexual para uma heroína.



LADY DEATH CLÁSSICA

O enredo da Lady Death clássica começa na Suécia medieval.A mulher que se iria tornar na Lady Death nasceu como mortal chamada Hope.O seu pai era um nobre local chamado Matthias que forçava os aldeões a combaterem integrados no seu exército, a guerra exacta onde combatia não é especifica mas suspeita-se que fossem nas “Northern Crusades” também conhecidas como “Baltic Crusades”.

Matthias guardava um segredo negro da sua inocente filha.Apesar de apoiado e enaltecido pela igreja pelo seu trabalho contra os pagãos,era desprezado pelo povo sendo considerado um vilão.

Matthias era piedoso, mas secretamente balançava entre a magia negra e a demonologia.Era um descendente dos “Fallen Angels” (Anjos Caídos) que tinham liderado a batalha contra Deus.

Em contraste a mãe de Hope era pura e inocente, que a sua linhagem sanguínea chegava aos céus. A mãe de Hope morreu quando esta era um adolescente e ela ficou a viver com o pai.

Eventualmente a crueldade de Matthias fez com que os aldeões se amotinassem.Matthias escapou por pouco á morte nas mãos dos rebeldes ao chamar um demónio, mas Hope foi capturada e acusada de bruxaria.

Na eminência de ser queimada viva na fogueira, Hope recitou um encantamento que tinha ouvido o pai fazer muitas vezes. Este encantamento chamou um demónio que lhe fez uma proposta; ele a salvaria da morte se ela renuncia- se á sua humanidade e servisse os poderes do Inferno. Hope aceitou e foi transportada para o Inferno.

Uma vez no Inferno, Hope viu-se no meio de uma guerra civil que se travava entre Lúcifer e um exército de demónios renegados liderados por um poderoso feiticeiro. Hope ficou devastada quando percebeu que o feiticeiro ambicioso que desafiava Lúcifer pelo controlo do Inferno era o seu próprio pai.

Gradualmente corrompida pela natureza do que a cercava, Hope ficou impregnada de maldade.Aliou-se a um homem exilado que forjava armas para o exército infernal.Enquanto falava com ele declarou que a mulher inocente que tinha sido outrora tinha morrido e que no lugar dela havia sómente Lady Death.

Com o seu novo nome, Lady Death liderou um exército contra os senhores do Inferno , durante o combate final Lúcifer lançou uma maldição em que ela nunca voltaria á Terra enquanto os vivos caminhassem. Lady Death contornou a maldição de Lúcifer dizendo que exterminaria toda a vida na Terra.

Lady Death terminou com o controle de Lúcifer atirando-o para o Portão do Céu (um sitio onde o mal não pode ir) e assim tornou-se na governante do Inferno.

Muitos dos seres do inferno, acreditam que a ascenção de Lady death assinala o começo da era do julgamento – a batalha final entre o bem e o mal pelo destino da Terra.


Desde 2005,a Avatar Press tem publicado Lady Death, mas como só tem o direitos da Lady Death (não tem do resto das personagens da Chaos!Comics, personagens interligados com a Lady Death na história original, criaram uma nova história para as origens de Lady Death.

Hope é filha de Mary e Marius, Marius é um cruzado em intermináveis campanhas contra os pagãos, sempre regressando com os seus mais leais soldados enquanto as taxas dos camponeses eram dizimadas o que enraivecia os sobreviventes.


Hope percebeu que o seu pai já não era a mesma pessoa seguiu-op até ás masmorras com a mãe a seu lado. Entretanto os aldeões deitaram abaixo os portões e invadiram o castelo em busca de vingança.

Hope descobre que o seu pai invoca demónios e sacrifica a alma dos aldeões em troca de um Reino no Labirinto. Estes demónios tratam o seu pai por Sagos.

Sagos agarra Mary revelando que possuiu o corpo de Marius e desaparecem através do portal deixando Hope para trás. Defraudados na sua vingança os aldeões decidem queimar Hope como uma bruxa.

Não desejando morrer, Hope lança um feitiço que ouviu o seu pai dizer e chama ela os demónios. Os demónios aceitam levá-la se ela esquecer a sua humanidade e entregar a sua alma ao Labirinto. Hope passa pelo portal e a sua pele e cabelo tornam-se brancos (marca que todos os que passam tem) e encontra-se nas Blacklands.

Aqui ela encontra Wargoth, que observa os seus incontrolados e instintivos usos da magia, e concorda em ajudá-la a destruir Sagos e salvar a sua mãe.Ele recruta o feiticeiro Satasha para ensinar Hope feitiços. Wargoth também a ensina a lutar, mas todas as armas que segura derretem nas suas mãos devido á sua incontrolável energia.

Nos anos seguintes, Lady Death e os seus companheiros lutam nas Blacklands perseguindo Sagos.Enquanto o exército de não mortos de Sagos destroem e convertem as cidades das Blacklands. Eventualmente Lady Death e os seus companheiros encontram Sagos num templo em Karrion onde descobrem a mãe de Lady Death presa.
Sagos derrota-os facilmente e destrói o templo em cima deles. Lady Death sai dos escombros e é atacada por lobos matando-os a todos excepto dois que se tornam seus companheiros.

Na cidade de Asuwa Lady Death recupera a espada Deathbringer, que foi especialmente feita para ela por Satasha e pelo Silent One. Deathbringer é capaz de suportar a sua energia sem ser destruída e permite canalizar a sua magia através dela.

Lady Death banha-se no rio Fanghorn, que dá conhecimento de magia elemental para os que sobrevivem á experiência. Ela usa este poder para salvar a cidade de Satasha, e descobre que Sagos não pretende só conquistar as Blacklands, mas destruir toda a vida e tem meios para isso.





Lady Death series publicadas:

Chaos! Comics


The Reckoning 1994
Between Heaven & Hell 1995
Chaos Quarterly 1 1995
Chaos Quarterly 2 1996
Chaos Quarterly 3 1996
The Odyssey 1996
The Crucible 1996
Death Becomes Her 1997
Wicked Ways 1998
The Harrowing 1998
The Covenant 1998
Dragon Wars 1998
Retribution 1998
Inferno 1999
The Rapture 1999
Judgement War 1999
Armageddon 1999
Dark Millennium 2000
Tribulation 2000
Love Bites 2001
River of Fear 2001
Alive 2001
Last Rites 2001
Heartbreaker 2002
The Gauntlet 2002
Godess Returns 2002
Dark Alliance 2002 (final series from Chaos – incomplete)


CrossGen Comics

A Medieval Tale 2003
The Wild Hunt 2004 (incomplete)


Avatar Press

(Nota: a Avatar publicou duas versões de Lady Death, a versão clássica e a versão medieval (a versão de the all ages da “A Medieval Tale” publicada pela CrossGen)


CLASSIC LADY DEATH

Abandon All Hope (origin, pt 1) 2005
Blacklands (origin,pt2) 2006 – 2007
Cursed (origin pt 3) 20120
The Wicked (*) 2005
Death Goddess (*) 2005
Dead Rising (*) 2004
Infernal Sins (*) 2006
Lost Souls (*)(Crossover between Lady Death, War Angel Pandora,and Unholy ) 2005 – 2006

*Lady Death vs War Angel (sequel to Lost Souls)
*Lady Death vs Pandora (conclusion to Lost Souls trilogy)

Lady Death/Shi (*)
Pirate Queen (*)
Sacrilege (*)
Lady Death (ongoing series) 2010



(*) para ser lido sem ordem em especial.


MEDIEVAL LADY DEATH

Medieval Lady Death 2005
Medieval Lady Death – Death/Belladonna 2005
Medieval Lady Death : War of the Winds 2006 – 2007




A tradução acima foi feita pela Elektra, a qual agradeço publicamente pelo auxilio dado.

No Brasil, ela teve algumas de suas histórias publicadas pelas editoras Mythos e Atlantis, mas não vingou por uma causa de uma falta bem grande de divulgação.

Esperemos que ela retorne.




Por wagnermm19

31 de agosto de 2013

Vertigo 44



Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros e visitantes!

Quase ao final do mês de agosto, praticamente, chego aqui no blog para fazer a resenha da Vertigo deste mês, uma revista que espetacularmente conquista a todos os corações que desprezam tudo que é politicamente correto neste mundinho hipócrita nosso. Com a Vertigo nas mãos, tu mesmo aí em frente ao notebook ou ao seu PC ou ultrabook ou celular ou netbook ou qualquer tecnologia que permita o acesso a este céu e inferno que é a Internet, será capaz de realizar, em transe, uma viagem tremendamente frutífera ao esgoto mais podre da Humanidade, desta Humanidade e não de outra residente em qualquer planeta deste nosso Universo. E é sempre prazeroso cheirar o esgoto e aprender muito com as fraquezas que nos tornam tão interessantes e imortais nas diferenças essencialmente amorais e mórbidas que cada história contida em uma edição da Vertigo apresenta.

Um campeão em enterrar-se no esgoto é John Constantine, que abre esta presente edição com a primeira parte de Segredos E Mentiras, escrita por Peter Milligan e Giuseppe Camuncoli. Somos apresentados a uma estranha doença de pele adquirida por meio de uma estranha infecção mística e tudo se interligará na próxima edição, que trará as duas outras partes desta história. E, pelo que senti, mais um relacionamento amoroso de Constantine vai para o nada...

O bandidão Corvo Vermelho é mais aprofundado em Escalpo, na Parte 1 de 5 de Correndo Para Ficar No Mesmo Lugar. Suas dúvidas, medos e limites, incluindo a relação amistosa com Hassell, a grande figura mística da reserva, nos é apresentada com uma sobriedade ímpar. De quebra, ao final, o sinistro Apanhador surge mantendo como seu prisioneiro o agente Queda D'Água.

A Concepção fica melhor conhecida e reconhecida na Parte 4 de 5 de do arco de mesmo nome na série Casa dos Mistérios. "Dois Indivíduos" versa sobre a existência daquela Entidade criada pela imaginação de Fig Keele, Entidade dividida em dois corpos femininos e dois corpos masculinos, mas possuindo apenas uma consciência, uma essência, uma consistência, uma Presença. Temos, no meio da história, uma inserção metalinguísica interessantíssima, "Suga-Sangue", imaginada por Jordan Meyer e desenhada por Ulises Farinas; tendo em vista estas inserções nesta série me pergunto porque a mesma é tão subestimada... Ainda mais tendo em vista que na próxima edição todas as pontas soltas serão bem amarradas e A Concepção e sua Criadora ficarão frente a frente.

Antes de Vampiro Americano, há a preview de Flex Mentallo - O Homem Dos Músculos Mistério, das páginas 29 a 34, edição de luxo escrita por Grant Morrison e ilustrada por Frank Quitely (e em minha lista de compras, claro...).

"O Negociador" é a pausa necessária aos fãs de Vampiro Americano após  a euforia sanguinária de "A Lista Negra". Encontramos Abilena Book, ex-agente da Vassalos da Estrela da Manhã, recebendo nada amistosamente a visita de um enviado de sua ex-organização, Gene Bunting. Algumas informações sobre seu passado como agente são mostradas, mas o que vale mesmo é a visão que ela tem do tal Negociador e a aparição de uma estranhíssima criatura vampírica ao final. Esta história representou a pausa, nos Estados Unidos, da série, não o fim da mesma.

Vocalista da banda punk The Flak Jackets, Chris vomita ao mundo a sua anti-religiosidade, seu anti-cristianismo e a defesa total da liberdade de expressão em todos os sentidos. Contando novamente com o apoio de seu amigo e segurança pessoal da época do reality show do qual participava, Thomas, ele perigosamente ruma para uma atitude que poderá contar com seu sacrifício final pelo pensamento radical que defende. Punk Rock Jesus encaminha-se para o fim na próxima edição... E Chris, com sua banda, encaminha-se para Jerusalém, onde confrontará cristãos, judeus e muçulmanos... 

Adquiram esta edição, sejam inteligentes, Coveiros e visitantes! Ou preferem ler sempre as mesmices que a mídia divulga como "sensacionais", mas que na realidade são tudo um monte de merda crepuscular (sim, estou falando diretamente do lixo-saga Crepúsculo, meus amiguinhos e minhas amiguinhas!)? Leiam a Vertigo e sintam-se bem em meio ao que pode incomodar, é bom tudo que nos incomoda, tanto das piores como das melhores maneiras...

Saudações Inomináveis a todos vós, Coveiros e visitantes!

Escrito ao som de "Come As You Are", "Heart Shaped Box" e "The Man Who Sold The World", tocadas pela banda Nirvana.

 





20 de julho de 2013

Vertigo 43


Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros e visitantes.

Como sempre, Vertigo é uma revista adulta que surpreende com histórias anti-convencionais e politicamente incorretas, para todos os sinistros gostos do mundo. Nesta edição 43 continuamos conferindo as altas qualidades das histórias de Hellblazer, Escalpo, Vampiro Americano, Casa dos Mistérios e Punk Rock Jesus.

Duas histórias curtas (Deu Bode No Natal, por Brian Azzarello, Rafael Grampá e Marcus Penna; O Cair Da Neve, de China Miéville, Giuseppe Camuncoli, Stefano Landini e Jamie Grant) de Hellblazer;

Em Escalpo (de Jason Aaron, Davide Furnó e Giulia Brusco), temos a remissão do agente em desgraça Baylis Earl Nitz;

Casa dos Mistérios (Matthew Sturges, Luca Rossi, José Marzán Jr e Lee Loughridge) continua com a busca do sentido da vida de Fig Keele e de sua relação com A Concepção;

Vampiro Americano (Scott Snyder, Rafael Albuquerque e Dave McCaig) apresenta a conclusão da saga A Lista Negra;

E Punk Rock Jesus (Sean Murphy) detonando e apresentando a ascensão do clone de Jesus Cristo como uma estrela de Punk Rock!

Ainda temos em Casa dos Mistérios a introdução de uma história curta (O grande artista é o que rouba) escrita por Matthew Sturges e desenhada e colorida por David Lloyd; e uma prévia do terceiro volume de O Inescrito (O Retorno de um Morto), obra escrita por Mike Carey e ilustrada por Peter Gross.

Aqui no site da Vertigo, via Panini, mais informações sobre esta edição:


Comprem a revista todos aqueles de bom gosto!

Saudações Inomináveis a todos vós, Coveiros e visitantes!



16 de julho de 2013

O Arquétipo Hecatiano Nas Sombrias Musas Dos Quadrinhos - Parte VII


Conclusão

Quadrinhos e Ocultismo. Não sei se a ligação entre as duas Artes, aqui efetivada por este Inominável Ser, seja original ou se já foi tentada por outro Ser deste mundo antes. Mesmo assim, é interessante manipular as veias de um coração pulsante que se permite fazer caminhar um corpo de pensamentos e análises e conclusões de estudos acerca da junção de temáticas possibilitadas pela ligação aqui sugerida. As frases surgiram, a inspiração cresceu, e, enfim, aqui está este artigo que se firma como uma experiência intelectiva que não se pode definir como supérflua, já que tocou em pontos que poucos podem perceber à leitura de histórias de Terror e de Horror. Como se pôde notar, não são apenas as nádegas volumosas, os seios volumosos, as coxas bem torneadas e os rostinhos lindos das sombrias musas dos quadrinhos que fazem delas o que são: ícones das histórias de Terror e de Horror. 
 
Houve aqui uma aproximação delas com o Arquétipo Hecatiano, o Arquétipo de uma Deusa muito temida, muito respeitada e muito, infelizmente, desconhecida, talvez por receios que se tenham com relação a contatos mais aprofundados com Ela. Muitas das palavras e pensamentos aqui expostos não fazem realmente sentido para os que não possuem nenhuma intimidade com o Ocultismo; no entanto, tomei o cuidado de não ser muito técnico e utilizei uma linguagem que pode ser compreendida se lida com mais atenção aos seus sentidos não-expostos do que aos seus usuais sentidos, aqueles que equivalem aos discursos dos dicionários e das enciclopédias, ligados ou não, à temática ocultista. 
 
Saudações Inomináveis a todos vós, Coveiros e visitantes.
Que A Deusa Hecate Vos Conduza
Entre As Forças Das Coisas
Que Se Calam
E Que Gritam
Nos Véus Da Grande Noite
Atendendo Aos Pedidos
Ocultados Nos Uivos
Do Grande Lobo Noturno
E Expostos Aos Cantos
Do Grande Corvo Noturno
E Realizados No Plano
Das Formas Todas
Dos Caminhos Todos
Que No Todo Da Criação
Versam Sobre As Trevas
Que A Muitos Encantam
Versam Sobre As Trevas
Que A Muitos Aterrorizam
Versam Sobre As Trevas
Que A Todos Encobrem
Trevas Que Na Verdade São
As Vestes Da Deusa Hecate
Vestes Que São Luzidias
Aos Que Sabem Colher
Nas Frutas Noturnas
As Sementes Das Árvores Diurnas
Da Verdadeira Verdade
De Ser Um Verdadeiro Ser
Na Criação 

Inominável Ser
HECATIANO

15 de julho de 2013

O Arquétipo Hecatiano Nas Sombrias Musas Dos Quadrinhos - Parte VI


V – Hecate Chthonia, A Subterrânea

Desçamos... Abandonemos as boas expectativas... Abandonemos as más expectativas... Apenas, Desçamos, apenas... Apenas, Descer, apenas... Apenas, Descendo, apenas... Esperemos, Descendo... Avancemos, Descendo... Fiquemos, Descendo... Saiamos, Descendo... Giremos, Descendo... Movimentos, Descendo... Momentos, Descendo... Desçamos, espetáculos em nosso Descer... Desçamos, pedaços de pedras com espinhos envenenados nos caminhos... Desçamos, Campeões Das Sombras aguardando nossa chegada... Desçamos, Campeãs Das Sombras nos oferecendo suas espadas... Desçamos, Espíritos Das Trevas nos conduzidos com seriedade e responsabilidade através de vulcões nefastos e selvas danosas... Desçamos, Degolados se aproximando para cumprimentos... Desçamos, Miseráveis se aproximando para abraços... Desçamos, Malditos se aproximando para para apertos de mão... Desçamos, Desgraçados se aproximando para beijos na boca... Desçamos, Cavaleiros Negros em Garanhões Das Trevas correndo à nossa frente... Desçamos, Amazonas Negras em Garanhões Das Trevas a acompanhar-nos lado a lado... Desçamos, uma gargalhada de Maria Padilha Das Trevas... Desçamos, uma permissão de Tata Caveira... Desçamos, uma vista do Diabo sentado em uma rocha fumando o seu cigarro... Desçamos, uma visita ao Leito De Lilith, que gera em novos partos novos Demônios... Desçamos, Satan sorrindo com vinho a cair de seus olhos... Desçamos, Lúcifer Iluminando Os Subterrâneos... Desçamos, Pérsefone Fazendo Férteis Os Subterrâneos... Desçamos, Hades Governando Parte Dos Subterrâneos... Desçamos, Hecate Governando Todos Os Subterrâneos... 

Hecate Chthonia, A Subterrânea, A Senhora Imperial Dos Subterrâneos Da Criação, A Mãe Dos Infernos, A Mãe Dos Abismos, A Mãe Do Caos, A Mãe Velando Pela Escuridão Toda Que Permeia Os Recantos Automanifestados De Tudo Que Havia Antes Da Luz Criar Todas As Coisas Em Cópula Com A Escuridão. Mistérios Noturnos A Serem Vistos. Mistérios Noturnos A Serem Cultuados. Mistérios Noturnos A Serem Seguidos. Mistérios Noturnos A Serem Revelados. A Deusa Hecate em sua Face que mais impressiona a este Inominável Ser que vos escreve e, talvez a muitos que aqui estiverem a ler este artigo. Dobrando as esquinas, redobrando as esquinas, nas Encruzilhadas Existenciais, nas Encruzilhadas Cósmicas, nas Vias, nas Vielas, nas Estradas, em todo Local onde haja um resquício sequer de pequena ou de grande sombra, Hecate Chthonia pode nos mostrar a segura forma da segura descida aos Subterrâneos. Como Dante, em Visões, Desceu aos Infernos na Divina Comédia, podemos Descer também aos Infernos e ir mais além dos Infernos e de outros sombrios recantos da Criação... Vampirella, Lady Death, Lady Demon, Purgatori, Chastity, todas as sombrias musas, enfim, sob a proteção poderosa desta Face de Hecate, que também pode ser, quando quer, A Deusa Escuridão. As sombrias musas Descem aos Subterrâneos, tantos de suas almas quanto das almas daqueles com os quais se relacionam ou combatem, sem os temores vãos dos fracos e mornos que temem olhar para as Escuridões Universais. Lemos os Subterrâneos em todas as histórias de Terror e de Horror, como réquiens de dolorosas conseqüências, como poesias de angustiosas demências, como textos de iluminadoras essências. Conhecer os Subterrâneos e os Seres que neles habitam, mantendo a sanidade, mantendo a coroa da sanidade mais perfeita, intacta, exige uma talentosa capacidade de adaptação e de exigentes afinidades para com as histórias lidas que se refiram a Eles. Representantes diretas e fiéis de tais Seres, Representantes De Hecate Chthonia, primeiramente, as sombrias musas não temem O Véu De Dejanira e nem O Veneno Da Serpente e, muito menos, O Toque De Leonardo e O Beijo De Asmodeus e A Face Da Medusa. Do Mundo Da Imaginação ao nosso mundo, nas revistas em que as suas histórias são descritas conforme narradas são aos autores das mesmas por elas, identificamos toda uma similaridade de apegos narrativos ao tocar, mesmo que de leve, mesmo que, como já dito, inconscientemente, nos Subterrâneos. Transitam nas histórias Deuses Sombrios, Entidades Sombrias, Vampiros, Demônios, Espíritos Das Trevas Embrutecidos, seres humanos que são mais próximos a todos estes do que aos que se dizem “civilizados”, mas que, no fundo de suas “almas civilizadas”, possuem um instinto capaz de dilacerar bebês se cultivado por motivos particularmente bestiais... 
 
São especificamente atraentes, aos que Sabem neles Descer e Ascender sem darem margens aos seus apelos mais bestiais, os Subterrâneos. Todo leitor ocultista, se quiser, pode ser capaz de anexar ao seu Eu parcelas dos Subterrâneos em leituras mais aproximadas de rituais e acessar os Subterrâneos apenas focalizando as Formas-Pensamento dos personagens que lhe rodeiam no momento da leitura. Como dito no início deste artigo, todos os personagens dos quadrinhos, e de todas as mídias culturais e de entretenimento, Existem no Mundo Da Imaginação. Mais do que Existir, Resistem ao esquecimento e ao atrofiamento que acomete a muitos Seres de tal Mundo. Mais do que Resistir, Insistem em seu próprio Existir, a fim de que as suas Formas-Pensamento cheguem até novos realizadores de suas histórias de geração a geração. Os personagens inspirados nos Seres dos Subterrâneos, porém, são muito mais resistentes e fascinam, mesmo que poucos leitores, de geração a geração. As sombrias musas, inspiradas a seus criadores por diversos Seres Subterrâneos do Princípio Feminino a transitarem nas Esferas Hecatianas, são explicadas, aqui e agora, então, pelo fascínio que causam em seus amantes e admiradores deste nosso mundo. Chastity, por exemplo, Vampira, sugando as energias de seus leitores, fortalecendo-se com as energias de seus leitores, Existindo assim, em força conjunta com o Existir dos seus leitores. Chastity, Vampira, em comunhão com os sentidos e os instintos de seus leitores, dos Subterrâneos determinados existentes no Mundo Da Imaginação aos Subterrâneos existentes nas almas de seus leitores, os quais recriam, em suas inocentes leituras, os mesmos esquemas de existências a mais que se revelam no Imaginar. Chastity, Vampira, apoiada em cada jugular, Real em cada jugular, Ying, Yang, os dois Princípios, Positividade, Negatividade, servindo ao Poder Imaginativo de seus leitores, tanto os consceintes de sua Existência Real no Mundo Da Imaginação quanto pelos que sequer suspeitam de tal Existência. Chastity, Vampira, entregue ao Imaginar de seus leitores, suspensa no Imaginar de seus leitores, girante no Imaginar de seus leitores, gigante no Imaginar de seus leitores. Chastity, Vampira, tocando no tocante imaginativo de seus leitores, realizadores, conscientes ou inconscientes, de seu Realizado Ser. 
 
Chastity, nos Subterrâneos... 
 
Sombrias paragens... 
 
Sombrias musas, Verdadeiras Passagens...

Links:

14 de julho de 2013

O Arquétipo Hecatiano Nas Sombrias Musas Dos Quadrinhos - Parte V


IV – Hecate Kourotrophos, A Médica

A Medicina Oculta é desconhecida por todos os médicos de todos os hospitais do mundo, rendidos que foram pelo academicismo, o qual considera as Ciências Ocultas, de uma maneira geral, meras crendices. Os acadêmicos, os empanturrados de conhecimentos materialistas, os atrofiados espiritualmente que crêem apenas nas coisas visíveis, desconhecem esta afirmação crida por todo ocultista e, também espiritualistas que se especializam em vários estudos acerca dos mecanismos vários da Espiritualidade em suas manifestações na Terra: todas as doenças são de cunho espiritual, suas origens encontram-se n'alma e não no corpo físico. Nada mais pode subjugar esta certeza, já que são inúteis os esforços da Medicina comum em debelar todo tipo de câncer e, também todo tipo de doença, já que a gênese de todas elas não podem ser vistas através das meras lentes dos laboratórios. 

A Medicina comum, mesmo avançadíssima nos dias atuais, é uma palha e uma piada perto da Medicina Oculta, Medicina esta praticada por muito poucos homens e mulheres na atualidade. Não falo dos cura os curandeiros ridículos dos classificados dos jornais; dos pais-de-santo e mães-de-santo ridículos que possuem programas nas rádios comunitárias ou de grandes cadeias nacionais; dos pastores e pastoras das igrejas evangélicas ridículas que se proliferam pelo mundo, pelas rádios, pelas televisões; não falo desses indivíduos mesquinhos movidos a dinheiro e em busca do sucesso puro e barato. Falo dos ocultos senhores e das ocultas senhoras, do Plano Físico, do Plano Extrafísico, que trabalham em prol de tal Medicina, atuando longe de todo e qualquer tipo de holofote, atuando como propagadores de curas para os mais necessitados, os mais desesperados, os mais perdidos, com todas as suas doenças mais espirituais do que meramente físicas. 
 
Hecate Kourotrophos, A Médica, A Atuante Nas Curas Das Almas Perdidas Entre Os Vales, A Médica Das Almas Que Querem Iluminar-Se, A Médica Perfeita Atuando Nas Sombras. Das muitas miríades de Medicinas Ocultas possíveis na Deusa Hecate, uma delas se propõe a enfatizar a Arte Sombria, a qual está sob Sua proteção direta em todos os níveis. Sabemos que ler equivale a tocar em outras Esferas, Esferas que são existentes no Mundo Da Imaginação, Mundo na qual Forças Espirituais agem de comum acordo com os Seres que por Ele caminham. Nas sombrias musas, então, a Deusa Hecate vai propondo uma Força De Cura que se refere a estados mentais dos leitores que se expandem em ler mais a fundo as histórias delas e a encontrarem, além do superficial, o Mais Fundamental. Uma das doenças espirituais mais nocivas é a do desinteresse em adquirir conhecimentos nos mais simples atos, como o da leitura, ainda mais de quadrinhos, os quais muitos acham como “simples diversão” ou “coisa de criança” ou “coisa de adulto que não cresceu”. Leso pensamento, leso monumento de preconceito, leso afirmar de uma opinião de fraco fundamento, pois A Imaginação, seja em qual idade que um ser humano possuir, é a fundamentação direta de toda realização material possível que, antes de ser Real, foi Imaginada. Quando se tem um controle sobre tais conhecimentos, quando se pode adentrar no cerne transformante de tais conhecimentos, o painel de possibilidades de positivas realizações de um Ser para o mundo torna-se bem mais amplo. Leitura é uma cura, ler é curar-se, seja de doenças visíveis, seja de doenças invísiveis, visíveis à alma, invisíveis à mente. Às vezes, o intelecto não percebe os movimentos nocivos de atrasos n'alma e se esvanece na inércia do nada explorar no perceber o que está a ler, ler nos quadrinhos ou ler nos livros ou ler nas revistas de qualidade (não falo do lixo vendido tanto nas bancas de jornais todos os dias, como as revistas de fofoquinhas, de fodas irracionais e de “muié pelada”...). Captar a essência do lido, curando-se da doença que leva à inércia do não aprender com o que se está lendo, é uma das particularidades medicinais ocultas que fazem ser proveitosas todas e quaisquer leituras. 
 
Expulsar toda inércia, lendo. Expurgar toda doença a levar a inércias a mais no pensamento, lendo. Esse é o papel oculto de toda leitura, papel que deve estar conscientemente centrado na execução de uma excelentíssima leitura, até da história mais chata à história mais envolvente e aterradora. Os quadrinhos de Terror e de Horror, em todos os seus pontos, não possuem histórias chatas, histórias frias, histórias isentas d'alma, já que, se notarmos bem, as suas temáticas todas tocam em pontos desconhecidos da psique humana que muitos psiquiatras ainda desconhecem e descartam como simples delírios. Psicopatas, estupradores, pedófilos e os tipos da mesma estirpe que são os piores seres que entre nós podem caminhar, estariam curados se desde a infância, quando identificadas suas doenças mentais por parte de psiquiatras de verdades (e não um como aquele que soltou aquele doente mental, em prisão psiquiátrica, que em São Paulo estuprou e matou dois irmãos em uma mata) fossem incentivados a lerem e a escreverem sobre suas manias e psicoses e sobre as manias e psicoses dos outros. Imaginem quantos talentosos escritores de Terror e de Horror haveriam no mundo se assim a Psiquiatria agisse ao invés de tratamentos ineficazes, absurdos e fracos que há muito são apenas pó? Imaginem que escritor talentoso de histórias de Terror e de Horror seria Jeffrey Dahmer! Imaginem que escritor talentoso de histórias de Terror e de Horror seria o Maníaco Do Parque! Escritores que fariam a Purgatori, por exemplo, caminhar entre as Esferas Altas e as Esferas Baixas, desafiando Aqueles Que Se Assentam Nos Tronos Mais Altos; escritores que fariam a Purgatori despertar em cada ser humano o Conhecimento do seu Demônio Da Guarda; escritores que fariam a Purgatori surgir como A Grande Mãe, liberando os Demônios Interiores de todo ser humano, destilando todas as demoníacas Verdades do Ser Demônio em cada ser humano; escritores que fariam a Purgatori assentar-se à cabeceira de cada mesa humana, demonstrando que Demônios podem ser os que possuem o sentido da posse nas simples frases “minha família”, “meus filhos”, “minha mulher”, “meu marido”, “meu pai”, “minha mãe”, como se todos fossem propriedades de um demoníaco senhor a exigir um amor que mais parece profano do que sagrado, que mais parece tirânico do que cristão, se é que haja um verdadeiro cristão atualmente no mundo, louco mundo no qual ateus acreditam tanto em seu ateismo que acabam por serem crentes em algo, louco mundo no qual todo religioso é apenas um escravo de suas religiões e seitas e ordens às quais como ovelhinha cega segue... 
 
Purgatori, curando, Cura Dos Demônios... 
 
Descendo... 
 
Descendo aos Subterrâneos...

Links:

13 de julho de 2013

O Arquétipo Hecatiano Nas Sombrias Musas Dos Quadrinhos - Parte IV


III – Hecate Phosphoros, A Iluminadora

Muito se imagina, comumente, o que se denomina como Iluminação apenas como parte “Daqueles Que Se Desprendem Da Matéria E Ascendem Ao Alto Pelas Vias E Práticas Do Bem, Do Amor, Da Caridade E Da Justiça Incondicionais”. Se for assim, então, todo “benfeitor da Humanidade”, até os hipócritas que possuem rendas altíssimas, o rabo todo cheio de dinheiro e a “bondade” de auxiliar a todos os pobres nos finais de ano; todo político “preocupado com o bem-estar da população” pela qual deve lutar, mais preocupado em igualmente encher o próprio rabo de dinheiro; todo religioso que “caridosamente auxilia os pobres e mais necessitados” e que, intimamente, abusa de crianças, estupra mulheres e conscurpa a sua religião com atos depravados e contrários ao que prega; e todo sujeitinho ou sujeitinha que, para “fazer um bem à Humanidade”, comete um ato qualquer de caridade apenas com o intuito mais de aparecer do que realmente querer ajudar alguém, pode ser considerado um “Iluminado”. Aquele dogma, acima, está completamente errado se pensarmos assim, que qualquer um pode alcançar O Último Estágio Da Evolução Existencial apenas praticando uma bondadezinha ou uma caridadezinha por milionésimos de segundos, um segundo, um minuto, uma hora, um dia, uma semana, um mês, um ano ou por toda uma vida. Vemos os atos externos, mas não o Ser Interno de tais pessoas e nem sabemos se estão sendo ou não sinceras. Os considerados marginais, terríveis homens e mulheres dentro da sociedade apenas porque sabem o que querem e pensam de forma diferente; apenas porque agem pensando mais sinceramente em fazerem a diferença, seja em qual campo de atividade for; esses, sim, alguns sendo Adeptos Das Luzes; e, mesmo que sejam Adeptos Das Trevas, egoistas ou altruistas, sinceros em seu egoísmo, sinceros em seu altruísmo, podem ser Verdadeiros Iluminados. 
 
Hecate Phosphoros, A Iluminadora, A Tocha Dos Caminhos Iluminantes Das Trevas Nas Luzes, A Tocha Dos Caminhos Iluminantes Das Luzes Nas Trevas, A Senhora Iluminada Diante De Todo Iniciado Que Quer Iluminar-Se. Para Iluminar-Se não é necessário ser um Iniciado ou um Auto-Iniciado, a Auto-Iluminação é um Dom inato, muitos já são genialmente, sem o saber, portadores dessa faculdade, que desperta em atividades como a Literatura, a Poesia, a Música, a Pintura, o Desenho, a Ilustração, o Cinema, todas as Artes e atividades voltadas para a Evolução Humana, A Verdadeira Evolução Humana. As sombrias musas podemos dizer que sejam personagens marginalizadas, pois muitas, por causa das características sensualistas dadas às mesmas por seus roteiristas e desenhistas, são vistas apenas como mulheres-objeto, peças de masturbação excessiva para adolescentes e adultos que não conseguem efetivar uma relação normal com uma mulher de carne e osso, palpável, a deste nosso Plano Físico. Mas, alguns de vocês já imaginaram a Vampirella sem o tríquini e trajando, ao invés dele, uma burka? Impossível isso, não? Pois bem, tal característica já faz parte, inata, do Ser da personagem, impregnou-se imaginativamente, efetiva-se realizadamente. Muitos diriam que a Vampirella e as demais sombrias musas, algumas, e até ela mesma, retratadas como popozudas retardadas, cujo cérebro encontra-se entre as pernas, não apresenta nada de Iluminada. Porém, há um detalhe, na forma de um questionamento: saber confrontar, como todas as sombrias musas freqüentemente confrontam, sem perder o Equilíbrio, toda Força Obscura, Negativa, Destrutiva e Caótica da Criação, sempre vencendo-A, parcial ou totalmente, não é demonstrar que n'alma haja uma Iluminação adquirida? Os Caminhos Ocultos não são preconceituosos, Hecate não é uma Deusa preconceituosa, nenhum Deus, nenhuma Deusa, possui preconceitos, pois todos Eles estão em Planos, Mundos, Dimensões, Esferas, acima desta Realidade Física toda absorta em Aparências Efêmeras nas quais Existimos, Resistimos E Somos O Que Somos. Agindo no Mundo Da Imaginação, através das sombrias musas, a Deusa Hecate promove as demonstrações necessárias e específicas de que A Verdadeira Iluminação, também, não é preconceituosa. Até aqueles hipócritas, em nosso mundo, podem ser Verdadeiros Iluminados se dotarem suas ações de sinceros sentidos. 
 
Nem sempre se pode sentir, lendo-lhes as histórias, essa característica de Iluminação Interna aqui anunciada. É que os Verdadeiros Iluminados, isso equivalendo a este mundo, não são escandalosos e Calam-Se acerca de suas chegadas aos picos das montanhas mais altas. Apenas os Aleyster Crowleys, Uri Gellers e os Bispos Macedos da vida, charlatães estúpidos e imbecis, ratos enganadores das mentes mais fracas e infantis, pregando a sua “Iluminação” por todos os lados, são os pais dos maiores ridículos escândalos, vergonhosos, inúteis, insensatos e insanos. Sutis, os Verdadeiros Iluminados não dão demonstrações do que Sabem, agem como pessoas comuns porque Sabem que é como ser comum que se deve agir em um mundo que perdeu o seu contato mais profundo com a Natureza, com os Deuses, com todas as Forças Moldadoras Das Coisas. Nos quadrinhos, com as nossas sombrias musas, que revelam possuir conhecimentos avançados em matéria de Magia e de Ocultismo, ocorre o mesmo. Elas são bem diferentes da Zatanna, do Universo DC, ou da Feiticeira Escarlate, do Universo Marvel, por exatamente não darem como externa todas as capacidades que possuem em si. Zatanna e a Feiticeira Escarlate são espalhafatosas demais, diria até que são palhaças de circo, fazendo caras e bocas misteriosas, enigmaticamente moldando suas ações e palavras. Mas, personagens como a Lady Demon, por exemplo, vão direto ao assunto, sem babaquices, sem sandices escrotas de tradicionalismos esotéricos, mandando bem em suas batalhas, já que são Guerreiras e Magas completas. Sem rodeios enigmáticos, sem frescuras misteriosas, Lady Demon pode derrotar uma miríade de Anjos comandados pelo Arcanjo Miguel e o próprio Arcanjo Miguel, usando da Arte Da Guerra, usando da Arte Da Magia, como Uma Arte apenas. Imaginem Lady Demon, assim, sensatamente agindo, silenciosamente calando as desnecessárias formas de ações, indo ao assunto principal de maneira a sempre fazer direito o seu papel, dando à sua parcela guerreira um prêmio e à sua parcela iniciática outro prêmio. Ao mesmo visualizar de Lady Demon, vemos e podemos nos Iluminar, sentindo que a propabilidade do Silêncio é a melhor representante da possibilidade de que cada um de nós é capaz de tornar Real: A Auto-Iluminação, seja na Arte, seja na Magia ou, simplesmente, na leitura, na escrita ou no poetizar. Pequenas mensagens, assim, passam as nossas sombrias musas em suas histórias; pena que os seus roteiristas pouco explorem e expandam tais mensagens em histórias mais elaboradas em termos de Ocultismo e das características magistas nelas inseridas. 
 
Magia, Lady Demon Iluminada... 
 
Magia, aqui e ali curando... 
 
Magia, Verdadeira Medicina...

Links:

12 de julho de 2013

O Arquétipo Hecatiano Nas Sombrias Musas Dos Quadrinhos - Parte III


II – Hecate Propolos, A Guia

O Inferno sempre pode ser o Caminho Real mais curto ou mais longo, depende do Adepto, depende do leitor, depende do apreciador, depende daquele que apenas, por experiência, lê pela primeira vez uma história de Terror ou de Horror. Os Infernos, internos, externos, Reais, Imaginários (e que podem se tornar Reais, dependendo da Vontade empregada em seu Imaginar), podem ser Caminhos muito curtos e muito longos a mais do que apenas uma Via de possibilidades de entrada, às cegas, em tal Dimensão Do Mundo Da Imaginação. Os incautos, os tolos, os débeis, se perdem assim neste Mundo e são engolfados em suas armadilhas, tornando reais as mentiras que lhe são reveladas, tornando reais as perigosas trilhas de acontecimentos que geram neles psicóticas engrenagens desencadeadoras de crimes neste nosso mundo dito como Real. Seja nos Quadrinhos ou em outras mídias, como Cinema e Televisão, o despreparo no recebimento de influências e informações diretamente focadas em horizontes que se aproximam dos Abismos e do Caos diretamente ocasiona a explosão de crimes vários cometidos por adolescentes e adultos. São seres fracos espiritualmente, desculpando-se muitas vezes de seus crimes por terem lido esta ou aquela história em quadrinhos, visto aquele ou este filme, vista aquela ou esta série, visto aquela ou esta novela... Risível isso seria se imaginado, mas tais aberrantes fatos ocorrem na Terra, este nosso mundo, esta nossa Dimensão Física, este nosso Plano Físico. Tais Seres são receptores cegos, inertes, infantis, dos Mundos que tocam com suas psiques frágeis e adoecidas. Tais Seres não se permitem um adequar-se ao que se recebe advindo do Mundo Da Imaginação. Tais Seres não concebem em si, jamais conseguirão conceber em si, um Guia, uma Guia. 
 
Hecate Propolos, A Guia, Guia Pelos Infernos, Guia Pelos Abismos, Guia Pelos Submundos, Guia Pelos Reinos Das Trevas. Promovendo A Orientação, Ela educa no Aprendizado Noturno os seus Adeptos, que deixam de ser cegos cães, cegos ratos, cegas baratas e cegos vermes do que apenas os olhos físicos podem determinar como concebível neste planeta, nesta Galáxia, neste Universo, nesta Criação. Pode ser gélida a ruptura com os mecanismos das mediocridades humanas e preconceitos mundanos que se aprende vivendo em uma civilização que, em seu todo, perdeu o contato com as Verdadeiras Forças Da Criação, uma civilização para a qual tudo se resume aos atos próprios de todo ser humano ciente de seu papel nela: obedecer às leis, ser um bom cidadão, casar, procriar, fazer o seu papelzinho para o desenvolvimento do mundinho bom no qual ele vive. O Ocultismo, o de cada um que se adequa a este como quiser e puder, vai caminhando em direções opostas, nada gira mais no dois mais dois ser igual a quatro e no fato do triângulo ter três lados. Em manipulações da Realidade a seu favor, o ocultista livre de conceitos arcaicos faz dois mais dois ser igual a cinco e o triângulo possuir infinitos lados, tudo depende da Imaginação, tudo depende da Vontade. Independente dos seus efeitos sobre a mente, o corpo, a alma e o espírito, a leitura de quadrinhos de Terror e Horror pode deixar-se conduzir por uma Consciência Interna que procure Revelar mais Terrores, mais Horrores, basta Imaginar Mais Terrores, basta Imaginar Mais Horrores, durante a leitura. Qualquer despreparado Ser, como os citados anteriormente, certamente enlouqueceria se assim utilizasse tal incomum método de leitura avançada como experiências no Oculto que visem a uma determinada e específica chegada a resultados que façam com que se obtenha um contato mais profundo com o Mundo Da Imaginação. Verdadeiramente incondicionando-se da leitura fútil e desnecessária de uma história em quadrinhos de Terror e Horror, preparando como Guia um personagem da história, conversando com tal Guia, conhecendo tal Guia, proporcionando Vida a tal Guia, a experiência constrói todo um tratado completo de Ocultismo. 
 
Quais Seres mais adequados na condução dos leitores ocultistas do que as sombrias musas? Representantes do Princípio Feminino Creador, O Princípio Que Tudo Formou, Forma E Está A Formar, Princípio que a tudo dá o respirar, o sobreviver, o Existir, o Resistir, o Ser, elas espelham a partir do Mundo Da Imaginação a Face da Deusa Hecate aqui sendo considerada. Guiar-se por uma Voz que ouvida pode ser quando a leitura possui uma objetividade a mais, uma Busca de novos potenciais resultados visando a mais novos conhecimentos, uma Busca de novos produtivos alcances de principiadores estudos acerca das Coisas Ocultas que se escondem até nas mínimas frases escritas que se permitem manifestar nas entrelinhas das páginas das revistas em quadrinhos, uma Busca de fatos que aos olhos humanos desacostumados com a Visão (um Dom Interno inato em todo ocultista) parecem esplendorosamente descartáveis. Guiado por uma personagem como a Lady Death, por exemplo, podemos nos fazer morrer nos instantes de leitura mais completa, diante da visão terrível mais intensa, diante do memorável torpor hipnótico da medida correta do afastamento do Plano Físico e no adentramento no Mundo Da Imaginação à leitura mais concentrada que se possa ter. Com a lâmina das certezas assassinando a lama das incertezas, a nossa Guia, Lady Death, pode nos fazer atravessar o seu Mundo de uma maneira indeterminada, pois tudo no Mundo Da Imaginação modifica-se conforme as vontades humanas que fazem-no Existir, Resistir E Ser. As Potências Imaginadas chegam a nos cercar, o intenso pulsar das manifestações imaginativas de cenários nos próprios cenários das histórias que lemos, chegam a nos exasperar, a Guia, Lady Death, vai nos movendo, vai nos assassinando, vai assassinando tudo em nosso redor, para que ressuscite em nós o primeiro momento da Consciência Interna, esta que polariza tudo, molda tudo, dá uma Forma a tudo, dá um Conteúdo a tudo, e, assim, uma obra ocultista de leitura pode chegar a um resultado, a uma consequência, a uma obra a mais, de positiva essência. 
 
Vivos, guiados pela Lady Death... 
 
Mais vivos, perto de uma Iluminação... 
 
Ressuscitados, na Iluminação propriamente dita...

Links:

11 de julho de 2013

O Arquétipo Hecatiano Nas Sombrias Musas Dos Quadrinhos - Parte II


I - Hecate Propylaya, A Guardiã

Como apreciamos em todas as histórias de nossas sombrias musas, há sempre uma possibilidade da proteção de algo, seja este algo referente a um indivíduo particular ou a Grandes Questões Universais. Em face de tais proteções, nas quais imensas batalhas são travadas, há sempre esse caráter de Guardiã a lhes garantir uma identificação quanto aos seus propósitos. As sombrias musas, todas, são parte da Grande Noite, caminham pela Grande Noite, e isso é visível se nos atermos não apenas à sua aparência física, que denota isso, mas aos sentidos que nos conduzem os seus respectivos históricos. São criaturas que nasceram ou receberam O Dom Noturno em suas Existências, sempre marcadas por tragédias, desgraças, amores e inimizades que formam como que um círculo vicioso de experiências frutíferas, tanto em suas negatividades quanto em suas positividades, para os seus interiores. São criaturas vagando nas Esferas Dos Submundos, colhendo as trevas que mais lhe são caras, recolhendo as trevas que mais lhe são dignificantes, recebendo, às vezes, as trevas que mais lhe são indignificantes. São criaturas que trazem em si mesmas uma Magia Obscura, expressa no olhar, expressa no corpo, expressa no emitir de seu Ser em ondas cada vez mais puras de apegos e de apelas nos Reinos Da Escuridão. São criaturas que encarnam os encantos que todos os seres humanos apegados ao Obscuro sentem, encantos pelos prazeres noturnos proporcionados pelas Marés Da Vida correndo pela Grande Noite, encantos pelos dizeres noturnos de textos que se referem ao Cair a ao Ascender da Grande Noite, encantos pelos povoamentos todos de idéias abstratas e concretas nos redutos de passos em direção aos mais profundos e estranhos Reinos além do Reino Da Escuridão, Reinos Caóticos, Reinos Abismais. São criaturas que Sabem Abrir Os Portões. 
 
Hecate Propylaya é A Guardiã Dos Portões, Aquela Que Proporciona Toda Verdadeira Chave Para Todo Verdadeiro Abrir De Um Portão. O que são Os Portões? São as Aberturas De Caminhos para os Mistérios que se ocultam abaixo dos Véus Da Grande Noite, Mistérios ocultos em outros Mundos, em outras Dimensões, em outras Realidades, que são aquelas que não vemos fisicamente, mas que nos rodeiam mesmo assim. Para todo ocultista, cada um desses Mundos, Dimensões e Realidades são tênues e tocáveis, respiráveis e aspiráveis, realizáveis e expansíveis, interiormente e exteriormente. O Mundo Da Imaginação permite-se transitar entre todos os demais Mundos que nos rodeiam e, certamente, Hecate Propylaya proporciona toda e qualquer linha de histórias e de cenários em quadrinhos que tratem das temáticas do Terror e do Horror. Todo Portão vai se abrindo e, então, toda possibilidade se torna Real diante da face criativa do roteirista e do desenhista. Reparem nos cenários das histórias de nossas sombrias musas, por exemplo, quando retratadas em suas revistas ou ilustradas. Podemos perceber as influências de outros Planos nelas dispersos, Planos nos quais, ativamente, elas agem, abrindo Portões para o Mundo Da Imaginação. Após os Portões, atravessando-os durante a simples leitura ou o simples contemplar de um desenho ou de uma ilustração, estamos perto delas, bem perto, sentimos suas respirações, sentimos suas aspirações, somos suas respirações, somos suas aspirações. Terrores, horrores, imagens de dores, imagens de angústias, imagens de sensualidade extrema, a pureza da mais clara sombra, a impureza da mais obscura luminosidade, a incerteza do mais baixo teor de realizações, a certeza do alcance do Ser de cada personagem, enfim, pode-se permitir em nós acender a chama mais viva que compreender nosso Verdadeiro Compreender. 
 
Através das sombrias musas, em sintonia com as sombrias musas, em cadência finíssima de vibrações com as sombrias musas, em experiência de sintonizações a mais com as sombrias musas, temos o impacto da Realidade Sombria diretamente disponibilizado ao nosso humano olhar. Não se deixa, infelizmente, de ser humano, ao tocar assim no Mundo Da Imaginação que aberto pode ser à leitura das histórias delas. O Ocultismo não trata de tornar nenhum de seus Adeptos um “super-homem” ou uma “mulher-maravilha”, estes não são os objetivos ocultistas principais e nem são as metas que cada ocultista deve ter em mente. Nenhum leitor, claro, se aprofunda dessa maneira, aqui descrita à maneira oculta, de forma consciente, nas premissas deixadas veladas no interior das histórias das sombrias musas. Mesmo assim, os Portões abrem-se, o Mundo Da Imaginação abre-se e, mesmo que se considere um sonho os resultados perceptíveis das Aberturas, tais resultados SÃO o alcance daquele Mundo. Assim ocorre em toda história em quadrinhos, de qualquer gênero que se possa ter e imaginar. Imaginar: O Mistério Do Verdadeiro Leitor, seja ocultista ou não. Imaginar: O Mistério Do Verdadeiro Ler, seja ocultista ou não. Imaginar: O Mistério Do Verdadeiro Compreender, seja ocultista ou não. Pode-se imaginar a Vampirella, por exemplo, vivamente agindo em si como uma mulher que mais pode te tocar no âmago inato de sonhos não-contados ao mundo. E pode-se tornar a Vampirella, ainda dada como um exemplo, uma mulher Real, que pode te tocar, que você pode tocar, que pode te ter, que você pode ter. Tudo pode ser feito com a Vampirella, tornada uma Guardiã da sua Imaginação, mas você não pode se tornar o Guardião dela, a qual é o produto materializado do Mundo Da Imaginação que te guiou ao materializá-la Real diante de ti. Guardiã da sua Imaginação, Vampirella te quereria, para todas as coisas que tu quisesses com ela fazer, desde Ascender, até Descer e lá onde não se pode ter noção de um Nome, permanecer. Uma Guardiã, Vampirella te protegeria, moldaria um outro Mundo, moldaria uma outra Dimensão, moldaria uma outra Realidade, moldaria um outro Plano, apenas porque assim iria querer que ocorresse a sua própria Vontade e não a dela, a qual, como dito, permaneceria sendo um Ser do Mundo Da Imaginação que, por alguns instantes, tornou-se diante de ti Real. 
 
Você pode, então, fazê-la com que te morda e conceda a ti a Vida Eterna... 
 
Ou fazê-la guiar-lhe mais a fundo nas Sombrias Esferas Sombrias... 
 
Vampirella, Guardiã... 
 
Guiando... 
 
Nas Sombrias Formas, guiando...

Links:
Comunidade Vampirella Brasil No Orkut

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Affiliate Network Reviews