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31 de janeiro de 2010

Eu E As Suicide Girls - Parte III

Aos Pés Do Sublime!

A Infinitude Do Sublime Artístico!

A Plenitude Do Sublime Artístico!

A Sensação Imortal Do Sublime No Novo!

O Novo Sublime!

O Sublime No Novo!

A Reconstrução Estética Do Corpo Na Arte Fotográfica De Forma E Maneira Altissimamente Sublime!




Drake




Tiffany




Scout




Sawii



AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

AVE CORPUS!!!

30 de janeiro de 2010

Eu E As Suicide Girls - Parte II

Belo Estado...

Belo Ser...

Belos Sentidos Do Estado De Ser...

Beleza Do Ser...

Ser Belo...

Ser Um Estado Belo...

A Natureza Brilha No Belo Estado Do Corpo Artisticamente Completo!




Kyra




Lavonne




Lumi




Napalm




Nena

29 de janeiro de 2010

Eu E As Suicide Girls - Parte I

O Belo Vocifera...

O Belo Reina...

O Belo No Novo...

O Novo Sentido Estético Da Corporal Beleza...

O Novo Belo...

Sempre No Reino Da Bela Natureza!




Katie




Katty




Kemper




Knitzy




Kokeshi

28 de janeiro de 2010

Hegel E As Suicide Girls - Parte IV

Foi o conceito primitivo e universal que, graças à sua atividade criadora, descobriu esta forma de exprimir o espiritual, a forma representada pela figura humana; isto a torna sumamente utilizável porquanto, de um modo geral, a forma humana representa, por sua vez, o desenvolvimento do conceito que, repudiando todas as outras formas, só naquela se exterioriza, se representa e se manifesta; o espiritual, enquanto manifesto, só o é revestindo a forma humana. O espírito da arte encontrou, enfim, a sua forma.

Georg Willhelm Friedrich Hegel

in: Estética - A Idéia E O Ideal
pag. 69





Erin




Glitch




GoGo




Joleigh




Joseph

27 de janeiro de 2010

Hegel E As Suicide Girls - Parte III

De uma obra de arte, nós começamos por ver aquilo que nos é apresentado diretamente, e só depois perguntamos qual sejam o seu significado e o seu conteúdo. O que vemos exteriormente não tem para nós um valor direto, e atribuimos-lhe um valor interior, um significado que lhe anima a exterior aparência. Atribuímos-lhe a alma que adivinhamos pelo exterior. Com efeito, uma aparência que significa algo não tem representação própria, nem sequer do que exteriormente é, mas representa algo de alheio, como acontece, por exemplo, com o símbolo e, melhor ainda, com a fábula que recebe o significado da moralidade que implica. Poder-se-á até dizer que todas as palavras implicam uma significação e nada valem por si próprias. Assim também no rosto humano, nos olhos, na carne, na pele, em toda a estrutura do homem, transparece um espírito, uma alma, e sempre e em tudo o significado se relaciona com algo que ultrapassa a aparência direta. É com este sentido que se pode falar no significado da obra de arte que se não esgota nas linhas, curvas, superfícies, relevos, e entalhes de pedra, nas cores, sons, combinações harmoniosas das palavras, etc., mas constitui a exteriorização da vida, dos sentimentos, da alma, de um conteúdo do espírito, e em tudo isso consiste o seu significado.

Georg Willhelm Friedrich Hegel

in: Estética - A Idéia E O Ideal
pag. 48






Coley




Cori




Cristabelle




Dewee




Elza

26 de janeiro de 2010

Hegel E As Suicide Girls - Parte II

Não é em conformidade com o desejo que o homem se situa perante a arte, mas sim como perante um natural concreto. Ao afirmar-se que os produtos da natureza são superiores à arte por possuirem uma vida orgânica, dever-se-ia acrescentar que as obras de arte se situam em outro plano, visto que servem ao espírito e só existem para o satisfazer. O desejo prefere, decerto, os produtos da natureza, porque as obras de arte não se consomen. O interesse pela arte não é ditado pelo desejo, pois não se fixa no sensível concreto.

Por outro lado, dirigidas também à inteligência, as obras de arte devem ser julgadas do ponto de vista do espírito, e não dos sentidos. Os interesses da arte são quase idênticos aos da inteligência. Também esta permite que os objetos subsistam em sua liberdade.

Georg Willhelm Friedrich Hegel

in: Estética - A Idéia E O Ideal
pag. 40





Annika




Bella




Betina




Bowie




Cherry

25 de janeiro de 2010

Hegel E As Suicide Girls - Parte I




Georg Wilhelm Friedrich Hegel






Wendy


Inomináveis Saudações a todos vós, cadáveres leitores.

Que Georg Willhelm Friedrich Hegel dialogue conosco a partir de uma elaboração de seus conceitos para o entendimento das Suicide Girls em suas fotos como obras artísticas fundamentais e, não, como pensam certo tipo de criatura de mente mui fechada, meras obras pornográficas.


Filosofia E Beleza.

Beleza E Filosofia.

Fundamental Fusão.

Fundamental Estudo.

Fundamental Ação.

Fundamental Conteúdo.

Natureza.

Natural.

Natura Corpus Avemus!!!



Oferece-nos a arte, num dos seus aspectos, a experiência da vida real, transportando-nos a situações que a nossa pessoal existência nos não proporciona nem proporcionará jamais, situação de pessoas que ela representa e, assim, graças à nossa participação no que acontece a essas pessoas, ficamos mais aptos a sentir profundamente o que se passa em nós próprios. De um modo geral, o fim da arwe consiste em pôr ao alcance da intuição o que existe no espírito do homem, a verdade que o homem guarda no seu espírito, o que revolve o peito e agita o espírito humano. Isso é o que compete à arte representar, e fá-lo ela mediante a aparência que, como tal, nos é indiferente desde o momento em que sirva para acordar em nós o sentimento e a consciência de algo de mais elevado.

in: Estética - A Idéia E O Ideal
pag.23






Abbie




Akimi




Alexis




Alki




Annalee





 
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