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28 de maio de 2017

In Auroram



A banda foi formada no inicio de 1999 sob o nome "Twilight Passion", por Ricardo Santos, e tinha como intuito resgatar certas influências de musica erudita e tradicional. 

Neste periodo inicial , foi gravada uma demo em cassete chamada "at moonlight", totalmente instrumental, e com fortes influências de musica celta. 

Após um periodo de hibernação, a banda volta a gravar agora contando com uma vocalista (Astéria), trazendo novas Influências uma vez que a vocalista provém da cena Erudita, e é uma grande admiradora de bandas estilo death factory/cold meat

O resultado desse período se chama "Saepe et libenter nos ambulamos in umbra silvarum"

Graças à resposta do público foi surgiu o interesse e foi firmado um contrato com o selo Wave Records. Recentemente foi lançado o primeiro CD oficial: When Daylight Fades.




Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros e visitantes!

A seguir, posto vídeos com algumas das músicas desta banda bastante elogiada do cenário alternativo brasileiro.





11 de novembro de 2016

Verdades Voláteis - Ciberpajé



Aforismos, vozes e arte: Ciberpajé (a.k.a. Edgar Franco)
Música, edição e mixagem: Sérgio Ferraz
Sintetizadores utilizados: Moog Little Phatty Stage II, Roland SH 01, Roland Juno Di.
Lunare Label
Brasil
2016



Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros e visitantes!


Volátil é um adjetivo referente a “aquilo que pode voar”; em sentido figurado, a inconstante, inconsistente, volúvel; e em Química designa tudo que evapora em estado normal facilmente. Todas essas variações do mesmo termo encontra em Verdades Voláteis, EP do Ciberpajé (a.k.a. Edgar Franco), uma direção que intuitivamente pode ser confirmada pelo sentido dos três Aforismos. Se formos pelo caminho intuitivo, cada uma das concepções acima se conecta a cada Aforismo em particular. E os sintetizadores de Sérgio Ferraz garantem uma sensação de transitoriedade, maleabilidade e, paradoxalmente, flexibilidade de dinamismo sensorial para a compreensão do que o Ciberpajé recita. As recitações ecoam como partes de um pensamento coeso, nada preso ao realismo irrealizável do cotidiano das massas. A profundidade desta obra é obviamente direcionada a quem trabalho na volatilidade dos conceitos acima o seu cotidiano.


Porque a permanência em um eterno estado de não-mudança, é retrocesso deteriorante da mente, do corpo e da alma. Há um aviso latente no EP para que a ferrugem dos dias passados nesta civilização pulsante em nados na deterioração não nos assassine. Os Aforismos falam em tomar o controle do movimento vital de tudo em redor sem se tornar obsoleto. Os Aforismos ditam uma mensagem que compactua com a forma de sentir na profundíssima verdade do Ser a infinita energia da mudança para algo além do comum e simplório humanos. Os Aforismos, indiretamente, falam em uma revolução interior que somente pode ser trabalhada no movimentar das peças de cada visão particularizada da humana realidade.


Analisemos, a seguir, cada Aforismo.








Aforismo I


Sigo sem portos seguros na dolorosa, extática e instigante senda da vida. Busco não ferir ninguém ao tornar-me o que sou, mesmo que isso seja algo muito difícil. Me vejo no olhar de todos os seres, mesmo no daqueles pelos quais tenho ojeriza — eles me revelam segredos e medos daquilo que também está em mim. Sou um paradoxo vivo, mas acima de tudo um amante da vida com quem mantenho um namoro conturbado e excitante. Amo muito, mas quero amar mais, muito mais, amar até explodir na forma de luz.
(Ciberpajé)


Vôos por caminhos da mente, da alma e do coração. Vôos sem sentidos que designem uma interrupção para o aprisionamento em uma gaiola de negações do próprio ato de Ser. Vôos que se fazem âncoras a trazerem para a superfície o que há de melhor na personalidade, muito distante das máscaras que milhares pelo mundo tanto portam por todos os lados. Vôos que adotam em sua mais completa forma a verdadeira maneira de ser e estar harmoniosamente atado à Vida. Vôos que determinam o amor sob vontade, o único amor não-egoísta, não-possessivo e não-escravizante.



Aforismo II


Os mortos tornam-se santos, mesmo alguns monstros psicopatas podem ser beatificados quando morrem. Aos vivos cabe o ônus do julgamento. Políticos morrem e bandeiras — signos da segregação humana e de toda idiotice dogmática de pátria — ficam a meio pau. Poetas morrem e com eles morrem sonhos de um mundo com menos políticos e mais poetas, com menos competição e mais solidariedade, com menos poder e mais felicidade.
(Ciberpajé)


Inconstantes são os valores da Humanidade. Inconstantes são as ideologias moldadas pelas mãos e mentes humanas. Inconstante é a vida com seus atados laços que empurram todo o mundo para a vala comum do cemitério existencial. Inconstante é a morte e a ideia de que traz sabedoria, paz e harmonia para aqueles que a posteridade proclama como “grandes homens e mulheres da Terra”. A Poesia, uma Deusa que se nega a ser enterrada, é uma sobrevivente nestes tempos de insensibilidade e sabedoria. Jeffrey Dahmer, Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte são mais considerados pela mídia do que Dante Alighieri, Charles Baudelaire e Carlos Drummond de Andrade. Os Dahmers, Hitlers e Napoleões são os decadentes heróis em voga na sociedade mundial. Os Alighieris, Baudelaires e Drummonds são nobres desconhecidos invisíveis. Os monstros vencem. A Evolução se apaga. A Desgraça Contemporânea se afirma.



Aforismo III


Eu não sei de nada. Eu não busco a verdade. O Universo é vivo e em constante mutação e expansão, por isso as verdades são tão voláteis quanto a nossa existência terrena diante das eras do Cosmos infinito. A tal verdade de agora dura o tempo ínfimo até a próxima mutação do mundo. Eu sou um mutante simbionte navegando na onda instável e tempestuosa da vida!
(Ciberpajé)


Evaporar-se e fazer parte de um todo maior, sem fatídicas conexões fadadas ao fracasso e furiosas evasões para pontos focais da Realidade Universal nada condizentes com os passos de um espírito livre. A Verdadeira Vida é uma declaração contra a mentirosa farsa que se desenvolve no meio da civilização. Sábios? Gênios? Egos fadados ao esquecimento diante do Todo. Personalidades empobrecidas diante da Vastidão Cósmica e Anti-Cósmica. Seres pequenos diante da Universal Multiplicidade das Formas. Nada saber. Nada advogar. Nada Ser. E, verdadeiramente, assim, Ser, transmutando-se a cada instante dentro das reais possibilidades deste Microcosmo.




O intuitivo cabe em cada uma das análises acima, tão voláteis em todos os sentidos quanto este Inominável Ser que vos escreve. Cabe a cada um de vós, tão voláteis em todos os sentidos quanto eu, consciente ou inconscientemente, interpretar com suas próprias palavras cada Aforismo acima. 


E para saberem mais acerca dos artistas envolvidos na produção deste EP e da gravadora, acessem:









E para baixarem o EP acessem:


Verdades Voláteis - Ciberpajé - Download


Saudações Inomináveis a todos vós, Coveiros e visitantes!








21 de janeiro de 2016

Ato VI: Lúcifer Transgênico - Posthuman Tantra






A Trangenia cósmica
Recria uma consciência lógica.


Uma nova espécie senciente
Superior ao instinto humano demente.


Surge um sereno e selvagem ser
Translúcifer.

Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros e visitantes!


O Ato VI: Lúcifer Transgênico do mais recente álbum do Posthuman Tantra de Edgar Franco, lançado aqui no Brasil pela Terceiro Mundo Chaos e no Reino Unido pela 412 Recordings, ganhou um clipe de referenciais que remetem diretamente às consequências dos danos causados ao mundo por esta Humanidade decadente. A Transgenia, isto é, a superação da decadência do Homo (nada) Sapiens por uma evolução que venha a gerar uma nova espécie de consciência elevadíssima, conhecimento sublime e profunda conexão com a natureza. Lúcifer Transgênico, A Nova Espécie, dotada de novos caminhos em direção ao que melhor define uma civilização verdadeiramente avançada: a pacífica coexistência com o Kosmos.


Lançado no dia 19 de janeiro de 2016, a produção do clipe ficou a cargo do próprio Edgar e contou com as colaborações de Anésio Neto e Daniel Rizoto na direção geral, edição e direção de arte. As imagens, juntamente com o acompanhamento rítmico de impacto imediato, como um chamado místico cyberxamânico, induzem e conduzem a um envolvimento do ouvinte na essência de seus significados. Estes são claros simbolismos herméticos visíveis e invisíveis, captáveis pela mente aberta ao diálogo visual e os olhos atentos ao decifrar deste mesmo visual.


Poucos, no entanto, estão aptos a compreender o significado deste clipe, da sonoridade e da sucessão de simbolismos a todo momento presentes. Seja na captação da chuva, do verde, das paredes em ruínas, dos anéis e da figura do Edgar a ser o vulto de destaque no meio da dança ritual pausada proporcionada pelo video, a atenção total deve ser requisito primordial. Atenção e bom senso para compreender a parte na qual ele quebra um PC e reparte em pedaços um de seus componentes; neste momento, não se trata de simples e estúpida iconoclastia, mas um alerta para que nos voltemos mais para o Natural do que o virtual, o artificial, o plastificado e o Antinatural que grassa em nossos contemporâneos dias.


Outro momento a destacar é quando Edgar fixamente observa a fumaça tóxica saindo da chaminé de uma fábrica. Neste momento, a demência desta atual Humanidade é escancarada, uma demência a guiar os maiores absurdos e impropérios possíveis em nome do “avanço da civilização“. Avanço este a embotar a razão, a eliminar o contato com a Natureza, a extinguir espécies animais, vegetais, minerais e a própria Espécie Humana. Espécie esta que necessita da Transcendência de si mesma para o alcance do retorno à Pureza, ao Primordial, ao Éden Perdido dentro da alma, do coração e do Ser.


E o Lúcifer Transgênico é livre e selvagem, destemido e quebrador das correntes todas que conduziram esta Humanidade ao atual período de Desgraça Existencial no qual nos encontramos. Indo além, o Novo Ser é a Nova Luz tradutora da Nova Ciência que tratará da Salvação Terrestre, sendo Um com nosso planeta e, não, mártir a derramar o próprio sangue em vão. Sangue até poderá ser derramado, mas para alimentar a Terra, dotar a Terra de Nova Vida, Novo Pulmão e Novo Coração, hoje tão maculada por uma porca e podre desgraçada civilização como a nossa. Lúcifer Transgênico é o Portador da Luz para uma Nova Humanidade.


A mensagem está dada nesta obra. A mensagem ultrapassa esta obra. A mensagem é para todos, mas por poucos será ouvida, sentida, compreendida e assimilada.

Saudações Inomináveis a todos vós, Coveiros e visitantes!





4 de setembro de 2013

Posthuman Tantra



Edgar Franco, o pai do projeto Posthuman Tantra



Posthuman tantra é um delírio sonoro "sci-fi industrial ambient" criado em 2004. É a trilha sonora da "aurora pós-humana" – admirável mundo novo baseado na fusão entre dna & silício, com novas criaturas que mixam humano, animal, vegetal e máquinas.

Edgar Franco - o homem por trás do projeto, é arquiteto pela unb, mestre em multimeios pela unicamp e doutor em artes pela usp.

A banda já possui dois álbuns oficiais lançados pela gravadora Suíça Legatus Records.

Influências

A música e o conceito geral do posthuman tantra são influenciados pelas idéias de pensadores como R.A.W., Buckminster Fuller, Teilhard de Chardin, Blavatsky, Giordano Bruno, Rupert Sheldrake, Ken Wilber, P.K.Dick, Grof e também pelas criações de artistas pós-humanos como: Orlan, Giger, Mark Pauline, Stelarc, Roy Ascott, Kac, Cronenberg & alguns aspectos de movimentos como the extropy, transhumanism & immortalism.

in: Posthuman Tantra - Página no Facebook


DISCOGRAFIA

CD










EP










SPLIT ALBUNS










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A seguir, posto o clip de Towards the Earth's Womb; abaixo, links sobre a banda.

Posthuman Tantra - Legatus Records





 
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