27 de abril de 2010

ENTREVISTA - HELLENA - BLOGS ATREVIDA E PHOTOBLOG



BIOGRAFIA

Meu nome é Hellena, tenho 39 anos e moro em São Paulo.
Sou Administradora de Empresas e Pós Graduada em Propaganda e Marketing.
Sou Gerente Comercial no setor de Indústria Gráfica.
Tenho algumas paixões como fotografia e literatura.
E me considero uma submissa de Alma




Projeto C.O.V.A.: Hellena, agradeço pela disponibilidade em conceder-nos esta entrevista.

Hellena: Para mim é um grande prazer participar e agradeço o convite.


Procova: Conte-nos como começou o seu interesse pela Internet.

Hellena: A internet entrou na minha vida como uma ferramenta de trabalho e para procurar amigos de infância através do orkut e foi lá que encontrei pessoas com mesmos interesses.


Procova: Por que, quais os motivos, que levaram-na a optar pela criação de um blog erótico/sensual? E o de fotografias da mesma natureza?

Hellena: Tenho verdadeira paixão por fotos e em especial por fotos sensuais e sentia uma necessidade de expor pensamentos, fantasias, opiniões e até experiências com pessoas que dividissem ou não os mesmos interesses que eu e o anonimato do blog me deixa muito a vontade para falar um pouco das minhas experiências e expectativas.


Procova: Até onde os vossos textos e poemas no Atrevida retratam muitas das suas experiências fora do mundo virtual? Limites foram estabelecidos?

Hellena:Tudo que eu escrevo no Atrevida foi inspirado em experiências reais e os textos que coloco de autores que eu gosto como Rilke, Caio Fernando Abreu, Fernando Pessoa, Clarice e etc, sempre tem muito a ver com o meu momento de vida. Sempre me identifico com os textos, em todos tem um pouco da Hellena. Estabeleci alguns limites sim, como por exemplo não expor além do necessário.


Procova: O BDSM é uma prática que tu segues como forma de expressar a sua sexualidade, transparente em muito do que você escreve? Vê-se em seus escritos muitas referências à submissão, por isso esta pergunta lhe é feita com a convicção nascida a partir de uma observação. Ou "ser submissa" faz parte apenas de mais um recurso para tornar mais atraente o que nasce de suas mãos?

Hellena: Eu vivo sim uma experiência real de Dominação e submissão há um ano e meio. Sou uma submissa e me sinto muito realizada, apesar de passar por alguns momentos de conflitos e dúvidas e se reflete nos meus textos .


Procova: Quais autores da Literatura Erótica, que enfocam a submissão como algo o mais naturalmente válido possível, influenciam a sua escrita? Há um, em especial, que te toca mais profundamente?

Hellena:Com certeza Clarice Lispector me toca profundamente. Eu a considero uma submissa de alma.


Procova: Quais criadores, de outras artes, influenciam a sua visão como poetisa e escritora acerca das temáticas encontráveis, além da submissão, em suas letras e versos?

Hellena: Gosto muito de Anais Nin e Florbela Espanca, me identifico muito com elas.


Procova: Lilith e Eva marcam presença em muitos dos seus poemas; a presença de Lilith, primeiramente, contraria o "ser submissa" transparente no que escreves. Quanto a este notável tópico em sua arte, surge esta fundamental indagação: é Eva ou Lilith a mãe de sua consciência como fêmea? Ou as duas alternam-se em sua personalidade, gerando, assim, tudo o que lemos no Atrevida?

Hellena: Digo que as duas habitam minha personalidade, mas a mãe da minha consciência feminina com certeza é Eva. Mas confesso que muitas vezes a minha Lilith gritaaa e chega até a dominar minha Eva ... mas logo passa ... rsrs
Eva sempre me pega pelo desejo.


Procova: Você planeja lançar livros com o conteúdo presente no Atrevida?

Hellena:Penso sim, quem sabe um dia me atrevo ... rsrs


Procova: O anonimato lhe serve como proteção contra a ignorância dos que não compreenderiam o que você pensa ou, às vezes, lhe incomoda por ser um tanto quanto sugestionante de que tudo o que escreves é inventado e não vivenciado, já que na Internet todos podem ser o que quiserem ser sem exibirem o rosto e o nome de batismo?

Hellena: Concordo com você, na net podemos ser qualquer coisa. Mas no meu caso uso o anonimato para dividir minhas experiências com muito mais liberdade. É lá no Atrevida que me exponho de verdade, apesar de não usar meu verdadeiro nome e nem expor fotos reais minhas.


Procova: Agradeço, Hellena, pela entrevista concedida ao Projeto C.O.V.A. e desejo-lhe uma realizadora e fecunda trajetória nos campos da Literatura e da Poesia Eróticas.

Hellena: Eu que agradeço. Me senti honrada com o convite e desejo muita sorte no Projeto C.O.V.A e a você em especial, a quem admiro e respeito muito. Bjsssssssssss

GOTH BOX - 08/05/2010 - 41ª EDIÇÃO - EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO (5 ANOS) - CENTRO/RJ




Data:

Sábado, 08 de maio - 23h


Na pista I: E.B.M, Dark Electro, Futurepop, Industrial, Synthpop...

Especiais - Bluntengel / Vnv Nation

Djs:

Vírus de Sírius (Residente)
Grauhase
Vanessa Jolie


Na pista II: Gothic Rock - Dark Wave - Post Punk - Alternative Rock...

Especiais - Siouxsie and the Banshees / Sisters of Mercy / Type O Negative

Djs:

Luizinho (Residente)
Eduardo Maia
Marcelo Riot
Thamy Maldita


No palco:

SM Performance com as Dominadoras da Fetixe Fun House
feat. Domme Lilith, Sw Terps, Sw Charllot e seus escravos. Com área para podolatria e mini dungeon para BDSM plays!


INGRESSO:

R$15 (lista amiga Orkut) até 00:30h.
R$20 (normal)
R$00 (Aniversariante da semana)


Local:

Rua da Carioca, 85 - Centro - Rio de Janeiro (próximo ao Cine Íris, em frente ao Cine Ideal).


Infos:

8565-1010
luizinhonit@hotmail.com


25 de abril de 2010

La Chanson Noire - O Bordel De Lúcifer - Letras


O Bordel De Lúcifer

Esta noite eu vou sair,
esta noite eu vou voar,
Vou morrer de tanto rir,
Vou correr e vou saltar…

Enxofre na minha pele,
Vou fazer o meu papel,
Dar ao corpo o que ele quer,
No bordel de Lúcifer…
Vinagre em forma de mel,
Vais fazer o teu papel,
Puritano ou infiel,
No bordel de Lúcifer…

Esta noite eu vou fugir,
Esta noite eu vou dançar,
Vou beber até cair,
Seduzir e fornicar…

Enxofre na minha pele,
Vou fazer o meu papel,
Dar ao corpo o que ele quer,
No bordel de Lúcifer…
Vinagre em forma de mel,
Vais fazer o teu papel,
Sejas homem ou mulher,
No bordel de Lúcifer…


Tonight i'm going out,
tonight i'm flying away,
I'll laugh my soul out,
i'll run and jump...

Sulphur running on my skin,
i plan on doing my part,
endulge my body much and well,
down on Lucifer's brothel...
Vinegar in the shape of honey,
you shall do your part as well,
puritane or unfaithfull,
down on Lucifer's brothel...

Tonight i'm escaping,
Tonight i'm dancing,
I'll be drinking until i drop,
seducing and fornicating...

Sulphur running on my skin,
i plan on doing my part,
endulge my body much and well,
down on Lucifer's brothel...
Vinegar in the shape of honey,
you shall do your part as well,
be it woman, be it man,
down on Lucifer's brothel...




Azabel

Sun in cancer, taurus moon,
saggitarius rising
as much as i try to toy with the words,
there is no better way for describing
no tribute to pay, and not much to say
if the devil could put it to writing
not trying to pay with 3 minutes of fame
and hardly am i finding this exciting

long live, long live
long live azabel

at least from my part,
i make business of heart,
to make shure you wont fade into nothing
in the aeons of time,
and as long as there’s rhyme,
someone will know
that one day we were laughing
the sky gained one star,
one so bright and so far,
that will shine till the end of creation
this one’s called Azabel,
and one day i as well
will be part of that same constelation

long live
long live
long live Azabel


Sol em Caranguejo, Lua em Touro,
Ascendente em Sagitário
Por mais que eu tente
brincar com as palavras,
não há decerto um melhor sumário
sem tributo a pagar, e não muito a dizer
nem o diabo o faria mais constante
não tento pagar com 3 minutos da fama
e tão pouco acho isto empolgante

Viva! Para todo o sempre, viva a azabel!

pelo menos de minha parte,
de coração farei arte,
para cortar ao esquecimento os limos,
nos confins do tempo, cantando o intento,
alguém saberá que um dia nos rimos
o céu ganhou uma estrela,
tão resplandecente e tão distante,
que brilhará até ao fim da criação
o seu nome é Azabel;
e um dia eu também
serei parte dessa constelação

Viva! Para todo o sempre, viva a azabel!




Hollow Hills

ancient earthwork, fort and barrow
discreetly hide their secret abodes
the most fearful hide deep inside
and venture not there upon yuletide

for invasion of their hollow hills
that music hold, and oberon fill
is surely recommended not
for fear of death, in fear of rot

hollow hills
hollow hills
hollow hills
hollow hills

baleful sounds and wild voices ignored
ill luck, disaster, the one reward
violated sanctity of supermen's hills
so sad, love lies there still,

so sad, so sad
hollow hills, hollow hills

witches too, and goblin too
and speckled sills
lament, repent, oh mortal you
so sad, so sad... hollow hills


Terra antiga, forte e carroça
discretamente ocultam
os seus aposentos secretos,
os mais assustadiços escondem-se,
e não se aventuram lá em alturas do Yule

pois a invasão das suas colinas ocas
que calam a música e enchem de Oberon
não é certamente recomendada
por medo á morte e à podridão

Colinas ocas,
Colinas ocas,
Colinas ocas,
Colinas ocas,

Dos sons ameaçadores e as vozes
selvagens ignorados,
É a má sorte e o desastre a recompensa
Violada a santidade das colinas dos deuses,
Tão triste, queda ainda lá o amor,

Tão triste, tão triste,
Colinas ocas,
Colinas ocas,

E também bruxas, e também duendes,
E picos pintalgados,
Lamenta, arrepende-te,
Oh mortal...

Tão triste, tão triste,
Colinas ocas...

La Chanson Noire - O Bordel De Lúcifer - Release




Editora: HellOutro Enterprises / Chaosphere / Raging Planet

Referência: Outro003

Data de Lançamento: Março de 2010

Formato: Vinil 7’’

Duração: 12:15


O Bordel De Lúcifer é o mais recente lançamento dos La Chanson Noire (http://www.myspace.com/lachansonnoire), lançado no passado mês de Março de 2010, depois de lançamentos prévios em 2007 e 2008 que colocaram o nome do projecto Português definitivamente no mapa.


La Chanson Noire, dentro da sua verdura existencial, é uma das mais promissoras e irreverentes propostas da Música Popular Portuguesa. Num panorama já cansado de dinossauros em repetição, La Chanson Noire mostra-nos o lado negro da Música Popular Portuguesa – explica-nos com ironia uma faceta da música pop demasiado negra e mordaz para até hoje dar frutos significativos no panorama nacional.


O alinhamento proposto é o seguinte:

  1. O Bordel De Lúcifer

Uma melodia vibrante, uma composição ao piano com a voz de Charles Sangnoir em destaque, burlesca em momentos, mas sempre equilibrada no piano que a suporta, esta música representa bem o que os La Chanson Noire são em termos musicais e líricos.

  1. Azabel

Uma música mais singela, introspectiva e melancólica, cantada desta feita em Inglês e com um sentimento mais negro.

  1. Hollow Hills

Versão do original dos Bauhaus e que conhece aqui uma nova roupagem. Um sentido tributo, mais do que apenas uma regravação, é uma autêntica recriação desta música emblemática.


Editado pela HellOutro Enterprises (http://www.myspace.com/helloutro) com a referência Outro003, em parceria com a Raging Planet (http://www.myspace.com/ragingplanetrecordsportugal) e a Chaosphere (http://www.myspace.com/euthymic), é disponibilizado em vinil de 7’’, numa edição especial limitada a 333 cópias.


Um vídeo promocional da faixa título deste trabalho pode também ser encontrado aqui: http://www.youtube.com/watch?v=8cTLaUKeCFQ.


O Bordel De Lúcifer pode ser adquirido directamente através da HellOutro Enterprises (http://www.apsatanismo.org/shop/), em lojas seleccionadas e através de distribuidores especializados neste género musical.



La Chanson Noire - Biografia



Sobre o projecto:


La Chanson Noire nasceu em 2007 pelas mãos de Carlos Monteiro a.k.a. Charles Sangnoir, com a edição de “Canções de faca e alguidar”, uma cassete de edição limitada a 50 cópias numeradas em sangue pelo autor e que depressa esgotaram.

Em 2008, é lançado o split cd “Gay music for straight people” em parceria com Espelho Mau, banda vizinha de cariz gótico. Com este cd, são efectuadas diversas datas de promoção pelo país, despertando desta forma a atenção para o autor de “O Bordel de Lúcifer” e suscitando as mais interessantes críticas, assim como um airplay significativo nos programas de rádio mais alternativos.

La Chanson Noire, dentro da sua verdura existencial, é uma das mais promissoras e irreverentes propostas da música popular portuguesa. Num panorama já cansado de dinossauros em repetição, La Chanson Noire mostranos o lado negro da Música Popular Portuguesa – explica-nos com ironia uma faceta da musica pop demasiado negra e mordaz para ser até hoje dar frutos significativos no panorama nacional.

Imerso em influências musicais portuguesas das mais audazes (como Variações, Jorge Palma ou Mão Morta) assim como no gótico anglo-saxónico, este projecto resulta num caldeirão de música negra, vaudevillesca, estranha, mas também fresca e inovadora – cantada em português, inglês ou francês, sempre piscando o olho tanto aos rádio edits como ao bombo e à guitarra portuguesa.



Sobre o artista:


Carlos Monteiro estuda e compõe musica desde 1992. Frequentou diversos
workshops de expressão vocal e instrumental. A partir de 1996 integrou a orquestra de percussão Tocá Rufar onde estudou, entre outros, sob a tutela de Rui Júnior (O Ó Que Som Tem?), João Luis Lobo (Zappanoia, Janita Salomé), ou José Martins (Trovante, Amélia Muge).

Neste período, Carlos Monteiro
estudou igualmente percussão clássica na S.M. Timbre Seixalense com João Colaço. Em 1999, integra a Escola Profissional de Música de Almada onde, entre outras disciplinas, estudou Piano com Isabel Prata e canto com a Soprano Elvira Ferreira ou Música e Novas Tecnologias com o Senhor da Rádio Rui Remígio. No princípio do Milénio funda com Simão Santos (Grog, Namek) a netlabel Necrosymphonic Entertainment e é um dos associados originais da Barulho / Associação de Músicos do Seixal.

A nivel musical, compôs e participou como músico integrante de vários
projectos musicais que vão desde o tecno à musica étnica passando pelo black metal. Deu diversos workshops de percussão e participou como músico convidado em espectáculos de Fafá de Belém, Rita Guerra, Lena d'agua (Canções do século), entre outros. Organizou diversos concertos, tendo sido produtor executivo do Seixal Goth Fest, e produtor auxiliar do Festival Portugal a Rufar 2006.

Colaborou ainda como sonoplasta no álbum “Vaginator” dos Namek, como designer gráfico para o cd “Devil's Triangle” (da editora underground Norteamericana Dipsomaniac) e como fotógrafo para o álbum “Odes to the Carnivorous” dos Grog, e tem produzido diversas novas bandas tanto a nível gráfico quanto sonoro.



Enviado por Lurker, da
Associação Portuguesa de Satanismo.

24 de abril de 2010

Lilith - A Grande Fêmea Da Criação - Parte V




Lilith - Gloomndoom



Eu Me Escondo
Atrás Da Sombra
Do Vale Dos Tenebrosos
Reinos Astrais
E Meu Sibilar Segue
A Lua Negra
A Imperar.
Repito Meu Bailar
Entre Os Ossos
Que Quebro Aos Meus
Sibilantes Pés
E Dou Um Grito
De Força Maior
Diante Do Rei
Que Me Oferece
A Gruta De Sangue
De Seus Exércitos,
Cujos Soldados Me Fodem
Em Meu Leito
No Grande Deserto.
Ninguém Me Vê
Chegar
Em Qualquer Lar,
Ninguém Me Vê
Sair
De Todo Lar,
Estou,
Estive,
Estarei,
Não Estou,
Não Estive,
Não Estarei,
Vou Sempre
Estar...
Me Animam As Carnes
E Me Alegram
Os Temerários
Que Me Afrontam
Por Causa Da Minha
Venenosa Verdade.
Me Agitam Os Colares
Portados Pelas Filhas
De Minha Linguagem,
As Dominadoras De Homens
Que Não Resistem
À Minha Verdade.
Me Convocam
Os Homens Que Marco,
Estou Com
Eles,
Surjo Para
Eles,
Mas Não Sou
De Nenhum
Deles.
Sou Minha,
Sou Lilith,
Tua Lilith,
Homem,
Apenas Na Hora
Que A Tua Pica Penetra
Em Minha Buceta
Saborosa.

Inominável Ser
LILITH
NESTA HORA


Em Lilith, podemos identificar muitas diversas tendências. Aos acostumados com seus arquetípicos comandos, Ela não se deixa amarrar aos comuns planos identificantes de Sua natureza mais elementar. Não se deixando pegar e nem amarrar, não se deixando apegar e nem apagar, Ela serpenteia abusadamente rebelde entre os que sensivelmente sentem-Na perto da jugular e da ponta da espada erguida, símbolo do pênis ereto pronto para a úmida vagina. Não há Arquétipo mais digno de ser representativo da Força Sexual do que Lilith, uma Entidade que manifesta-se como a própria Libido, a própria Sexualidade.

Lilith, O Sopro. Lilith, A Invisível. Lilith, A Tocável. Lilith, A Próxima. Não se sabe ao certo se Ela está perto ou longe, está sendo coerente ou incoerente conosco, já que é imprevisível e significa a Imagem Maior da mulher totalmente liberta das diversas patriarcais amarras. Temem-na os padres e os rabinos, assim como os que desconhecem-Na, por causa dessa entrega Dela em ser sibilantemente presença na cópula e em todo rebelde desejo de originalidade nascente no seio de um ser humano integrado ao sentimento de querer libertar-se e elevar-se do barro ao ouro. Instigante e saborosa, Ela acaricia a pele da freira e da prostituta, da recatada e da libertina; do padre e do michê, do tímido e do libertino. Não há Poder Maior do que o da Sexualidade. Sexo É O Máximo Poder. Sexo É Lilith.

Removida da Bíblia Católica por força da hipocrisia dos Padres e Doutores da Igreja (que veio a assassinar o Cristianismo Primitivo com a passagem para uma religiosidade toda materialista e política), Lilith continuou, no entanto, assombrando aos homens e mulheres da Terra como um fantasma insinuante dentro da carne. Não é um incômodo sentir atração sexual por indivíduos do sexo oposto ou do mesmo sexo, mas para os hipócritas religiosos, não só os católicos como os de todas as religiões mesquinhas e atrofiantes da Humanidade, ser sexualmente dionísiaco é cair no "fogo do Inferno"... Grande hipocrisia, da qual Ela, por todos os lados, ri, sacudindo a cabeleira e acariciando as serpentes da voluptuosidade que atacam até mesmo aqueles que atrás de um púlpito ou de uma batina ou túnica se sentem "privilegiados" por não sentirem os "calores tenebrosos de baixo"... Lilith lambe os órgãos genitais de tais criaturas e as excita com risadas diabólicas! Os relatos medievais das atuações de Ìncubos e Súcubos são verdadeiros, são marcas lilithianas nos aposentos íntimos dos negadores absolutos das forças naturais constituintes da Sexualidade.

Provocadora de tumultos, instigadora de rebeliões, inspiradora de confusões... Lilith, sibilando nas Sombras, agita chamas inapagáveis cujas línguas chamejantes clamam pelo voraz aplacamento entre os lençóis, no chão do quarto, na mesa da cozinha, na pia ou na banheira...

Lilithianamente, não reprimam os vossos desejos sexuais.

Caiam na folia carnal.

Criem carnais paisagens.

E encham a cara com o vinho do orgasmo mais fatal, sempre renovador e original.

Lilith goza...



Lilith by Villeneuve

PROJETO ABSINTHE - 15/05/2010 - SÃO PAULO/SP


15/05/2010- PROJETO ABSINTHE- (das 23 as 6 hs):
http://www.gothicstation.com.br/projetoabsinthe.htm
+
ESPECIAIS de discotecagem:
especial VOCAIS FEMININOS
- DJ convidado: MARY SIOUX (Vanquish) -
+ especiais:
WOLFSHEIM
QNTAL & ERA
+
DISCOTECAGENS:
Gótico 90's & 21's, Darkwave, Ethereal, Ethno, Medieval,
Gothic-Rock, Batcave, Eletro-Goth, New Wave, Synth e EBM
OUÇA AS RÁDIOS DOS DJs RESIDENTES:
DJs: F. Flanshaid, Kipper e Washington e "I"
+
STANDS:
-Soulshadow (CDs e camisetas)
-Fatal Error (cyber wear e dreads)
-Secret Garden (gargantilhas e adereços)
-Gothic Station (camisetas e bottons)
+
TRANSPORTE GRÁTIS: a partir do metro Belém (das 22h30 até 01h00)
+
Sorteio de BRINDES (somente para os cadastrados) e outras promoções
+
Veja fotos da casa e infraestrutura!
+
Veja como funciona o Cadastro e suas vantagens!
+
Veja como funcionam as novas promoções de aniversariantes!
+
O CADASTRO DO THEATRO DOS VAMPIROS CONTINUA VALENDO PARA O PROJETO ABSINTHE.
+
ENTRADA: R$ 15,00
R$ 10,00 - para cadastros ativos
========================
local: FOFINHO Rock Bar
av.celso garcia, 2728- em frente ao corpo de bombeiros
próximo ao metro Belém - em S.Paulo- SP - info: 8159 6458
========================
ESTACIONAMENTO: a 50 metros do local, com seguro
+
dúvidas: eventos_goticos@yahoo.com.br

Das Projekt - Betrayal - EP 2010 - Enviado Por Marcelo KPTA


Finalizando o 2° EP em 2010 , antecedendo uma prévia do novo albúm a ser lançado
no 2° semestre deste ano , Betrayal é finalizado e será lançado em breve.

Letra e Melodia : Marcelo KPTA
Música : Marcelo KPTA , Eddie , Call , Vitor
Produção Técnica , Gravação e Remasterização : Gê Lucas & Fábrica SP Estudio
Auxilio de criação : Jr Pernoca & Alef
Visual Design (CD) : Marcelo KPTA

Links:

Last.fm

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MySpace



Serões Da Quimera - O Vampyro E O Mundo Que O Rodeia - 06/05/2010


Von Spookiness natural da África do Sul com descendência Alemã,Holandesa,Inglesa e Escocesa pertencendo ainda a um clã escocês "MacAllister",sempre sentiu um fascínio com o mundo paranormal e esotérico.

Começou a explorar a sua intuição com um simples baralho de Tarot onde a sua curiosidade levo-a a ter vários temas de interesse...A Feitiçaria e o Satanismo entre outros...

Durante quase uma década o seu caminho solitário por entre várias organizações vampyricas levou-a descobrir as suas crenças e modo de pensar.

Acredita nas antigas tradições Nórdicas,na evolução do Ser Interior e o seu bem-estar...
Von Spookiness faz parte da equipa executiva dos serões da quimera e tem prestado serviços ao "Dark Nations" e ao "Somnium Homunculi".

21 de abril de 2010

Lilith - A Grande Fêmea Da Criação - Parte IV







Estátua Lilith Da Série Em Quadrinhos Spawn



Quem Sou,
No Afinal De Todos
Os Humanos Contos?

Quem Sou,
Ao Final De Todos
Os Falhos Humanos?

Quem Sou,
Para Ti,
Minha Filha Mulher?

Quem Sou,
Para Ti,
Meu Filho Homem?

Sangue Derramo,
Sangue Declamo,
Sangue Ponho!

Amamento O Segredo,
Amamento O Sagrado,
Amamento O Santuário!

Espada,
Gelo,
Pedra!

Alho,
Pimenta,
Cicuta!

Hálito,
Cuspe,
Vômito!

Mistério,
Remédio,
Cemitério!

Quem Eu Sou,
Quem Eu Sou,
Quem Eu Sou?

Busque-Me Na Lua Negra,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me No Véu Negro,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me No Negro Dia,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me No Negro Meio-Dia,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me Na Negra Tarde,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me Na Negra Noite,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me Na Negra Meia-Noite,
Eu Vou,
Eu Sou!

Busque-Me Na Negra Madrugada,
Eu Vou,
Eu Sou!

Lilith,
Lilith,
Eu Vou!

Lilith,
Lilith,
Eu Sou!

Das Negras Guerras
Sou A Lilith
Concedendo Negro Amor!


Inomináveis Saudações a todos.

Lilith, A Guerreira.

Lilith, A Brava Guerreira.

Lilith, A Eterna Guerreira.

Lilith, A Rebelde Guerreira.

Lilith, A Libertadora Guerreira.

Lilith, A Sedutora Guerreira.

Nos Campos, Sangrentos Campor, Lilith Vai Gritando...

Nos Campos, Bravos Campos, Lilith Vai Gritando...

Nos Campos, Eternos Campos, Lilith Vai Gritando...

Nos Campos, Rebeldes Campos, Lilith Vai Gritando...

Nos Campos, Libertadores Campos, Lilith Vai Gritando...

Nos Campos, Sedutores Campos, Lilith Vai Gritando...

O Grito De Lilith... Ouça!

O Grito De Lilith... Ouça!

O Grito De Lilith... Ouça!

Ela É A Sangrenta Do Deserto!

A Grande Guerreira Sangrenta Do Deserto!

Ela Vence O Falso Sol!

Ela Não Se Rende À Falsa Luz!

Ela Não Se Deixa Prender Pelas Falsas Palavras!

Sua Espada É Doce Decapitadora Das Fraquezas Existenciais!

Sua Espada É amarga Derrubadora De Ilusões Várias!

Sua Espada É O Grito Do Deserto!

Sua Espada É O Grande Grito Do Deserto!

Sua Espada, Lilith...

Sua Espada, Lilith...

Sua Espada, Lilith...

Ressoa o Aspecto Guerreiro Da Mãe Lilith. Longe das mentes, das almas e dos corpos que a incompreendem e desconhecem, Ela concede aos que acompanham-Na no Deserto A Estrela Do Sangue Vertido Nos Campos Da Guerra. A Estrela: o nosso Verdadeiro Brilho Interior. O Sangue: este nosso Líquido Vitalizador. Os Campos Da Guerra: a Guerra pelo nosso Verdadeiro Existir em um mundo como este tão povoado de tolices, ignorâncias e cegueiras. É como Guerreira Mãe que Lilith dá-nos Seu Beijo Alado E Seu Amigo Abraço, reconheças o Beijo Dela quando estiverdes desamparado e só, reconheças o Abraço Dela quando estiverdes diante da derrota em qualquer fase de vossa Caminhada Existencial. Ela vaga, Ela permanece, uma vez por Ela beijado a sensação de Verdadeiramente Guerrear cresce mais forte. Ela É O Sibilar Da Serpente Envenenadora E A Serpente Que Se Insinua Para Nós Cujo Veneno É O Guerreiro Frescor Das Fontes De Sangue Superior. Se nossos pés ardem em desgraçado solo, Lilith nos dá as solas de Seus pés. Se nossas mãos queimadas são no fogo impróprio que nos rejeita de seu calor, Lilith nos dá as palmas de Suas mãos. Se nossos olhos perfurados são pela visão do Maior Terror, Lilith nós dá a Luz de Seus olhos. Se nossos corpos cansam e caem, Lilith nos dá o Seu corpo. Se nossos Espíritos se apagam uma vez diante do fracasso existencial, Lilith nos dá o Seu Espírito. Se nossas Almas se permitem esquecer o que São, Lilith nos dá Sua Alma.

Os pés de Lilith podem esmagar e consolar.

As mãos de Lilith podem estrangular e acariciar.

Os olhos de Lilith podem cegar e dar novas visões.

O corpo de Lilith pode subjugar e fortalecer.

O Espírito de Lilith pode pulverizar e reeguer.

A Alma de Lilith pode extinguir e novamente tecer.

Esmagues teu Eu Inferior.

Consoles teu Eu Superior.

Estrangules teu Eu Inferior.

Acaricies teu Eu Superior.

Cegues teu Eu Inferior.

Vejas tudo novo em teu Eu Superior.

Subjugues teu Eu Inferior.

Fortaleças teu Eu Superior.

Pulverizes teu Eu Inferior.

Reergas teu Eu Superior.

Extingas teu Eu Inferior.

Novamente teças em teu Eu Superior.

SEJAS A GUERREIRA LIITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

SEJAS A GUERREIRA LILITH!!!

Principalmente Sejas A Guerreira Lilith na visão mais racionalizada do que a de "assassina de crianças", que muitos levam ao pé da letra, pois vemos que tudo que o termo anunca, explicita e implicitamente, é mentira. As correlações Dela com Hecate (da Mitologia Grega) e com Babalon (da Mitologia Hebraica) são bem nítidas, são Naturezas próximas, noturnamente falando; a mesma Natureza, o mesmo Ser, Uma, se, racionalmente, estudarmos a fundo as características Delas analiticamente.

Lilith É A Vitória Da Vulva Sobre O Pênis, A Vulva sendo um símbolo de interiores momentos libertadores, sem pecaminos intentos, como crêem os cristãos. Deusas estão acima desses moralismos religiosos humanos, A Vulva É O Mistério Das Deusas Noturnas, uma centelha de descobertas diversas... Lilith e Sua Vulva pedem que A sigamos, sem medos, sem receios, saboreando os alimentos pequenos e os alimentos grandiosos, sorrindo para nós mesmos, cativando um tanto de sortes maiores e de sortes menores. É uma Mãe que nos envolve em Sua Vulva, Vulva na qual nos alimentamos de seus mais Secretos Líquidos, de ilimitadas reservas de atributos que nos são dados.

Lilith é uma Tempestade Em Tempestade, Pesca, Colhe, Nutre, Seca, Irradia, Vem Com A Sua Vulva Nos Guiando Pelas Veredas Mais Inauditas De Nosssos Desconhecidos Subconscientes. Ela nos faz Conhecer o Subconsciente, atritos acabam, conflitos abortam-se, resquícios de quaisquer atos que nos atem ao mesmo do humano caminhar comum são quebrados. Em um termo que adoro para determiná-La com a Grande Senhora Que É, Lilith É A Fodona Maior Da Criação. Lilith, A Fodona. E A Sua Vulva De Mãe Da Grande Foda Geradora De Todas As Coisas Internas E Externas Aos Que Sabem Assassinar Em Si As Suas Infantilidades...

A Magia e o Ocultismo fazem parte de mim, desde sempre, como ultimamente descobri e venho descobrindo cada vez mais. Creio que esses mitos escondam alguma Verdade, a qual deve ser interpretada por cada um através da racionalidade, sem que se venha a fazer disso uma fantasia interior que objetiva-se através de atos de fanatismo. A abordagem dos autores de livros ocultistas sobre Ela ou que citam-na, os mais gabaritados deles, amparam-se na racionalidade que se busca na prática mágica e, realmente, os resultados são obtidos, de maneira positiva e negativa; basta que a inteligência fique acima de tudo e que a Vontade se esforce em Querer que Algo ocorra, não há nenhum "segredo" ou "grande mistério" que se esconda de uma Vontade determinada em buscar o que há além dos mitos.

Lilith é uma Grande Força Da Natureza e o mais sobre Ela não me é permitido aqui dizer; mas, afirmo que há bastante racionalidade nesse Contato e Ela Existe, mesmo, Além Do Mito, para os magistas e os ocultistas, aos quais pertenço.

Riquíssima Deusa É Lilith!

ZYRAY LILITH!!!

ZYRAY LILITH!!!

ZYRAY LILITH!!!

ZYRAY LILITH!!!

ZYRAY LILITH!!!

ZYRAY LILITH!!!

ZYRAY LILITH!!!

Saudações Inomináveis a todos!




Lilith - Boris Vallejo

18 de abril de 2010

Funeratus



A Banda de Death Metal brasileira Funeratus lançou seu primeiro CD, “Storm of Vengeance”, pela Mutilation Records, em 2002. A turnê deste álbum percorreu todo Brasil durante os anos de 2002 e 2003, ano em que também foi lançado um vinil contendo as gravações das primeiras demos da banda.

Em 2004 é lançado o segundo álbum “Echoes in Eternity”, pela mesma gravadora. A turnê promocional teve mais de 50 shows na América do Sul, passando pelos países do Paraguai, Bolívia, Chile e em todo Brasil.

Em 2008 a banda grava uma pré-produção com três músicas novas, que serão lançadas em formato vinil EP pela gravadora sueca Blood Harvest, no início de 2009.

O Funeratus está com o terceiro álbum pronto para ser gravado e busca parcerias para o lançamento e uma futura turnê no Brasil e no exterior.

Formação:

André Nálio – Guitarra
Fernando – Baixo e Vocal
Gustavo Reis – Bateria


Bio retirada na página oficial:

http://www.funeratus.com.br/


MySpace:

www.myspace.com/funeratus



Projeto C.O.V.A. De Luto: Algumas Palavras Sobre Peter Steele


Inomináveis Tristes Saudações a todos vós, cadáveres leitores.


Quando um ídolo da Música desencarna, os lados positivo e negativo de sua personalidade, assim como tudo o que construiu, se sobressai de modo espantosamente aterrador. O mesmo se pode dizer dos que são fãs ardorosos dele e dos que odiavam-no com toda a alma. Aos fãs, uma dor que não se cala, uma profunda dor que não quer se calar. Aos detratores, na maioria puramente invejosos, resta apenas debochar, fazer piadinhas e falar mal do ídolo que se foi. Peter Steele (1962-2010) foi um homem, acima do fato de ter sido, quando encarnado, um ídolo, que teve simpatizantes fervorosos e inimigos ferrenhos, tudo por causa de sua intensa autenticidade. Se foi, deixou uma rica obra e uma saudade imensa, que não se apagará com facilidade e, penso eu, nem com o tempo... Após brincar com a morte em 2005, Peter, realmente, aos 14 de abril de 2010, encontrou-se com o túmulo, de modo real; algo que fez com que muitos, inicialmente, não acreditassem que era verdade; algo que era, para este Inominável Ser que vos escreve, assim como para muitos que gostavam dele e do trabalho que ele fazia, inacreditável; algo, que, infelizmente, era uma desgraçada maldita miserável verdade...


Agora, virão miríades de declarações e mais declarações acerca do trabalho dele; falsas acusações, idem; aproveitadores, igualmente; e, poucas, muito poucas, serão as palavras mais sinceras que possam descrever o que ele foi enquanto revestido de carne estava. Biografias dele, histórias e até as famosas fotos tiradas para a Playgirl estão disponíveis virtualmente...


Não quero fazer o mais do mesmo, agindo como um tresloucado emocionalmente conturbado ou tremendamente piegas (algo que Peter jamais fora, acredito muito nisto), mas falar da música do Type O Negative que eu considero como uma das melhores e maiores que já ouvi. Falo de Christhian Woman, a música através da qual conheci a banda, cujo clipe (as duas versões) estão entre as minhas preferências mais capitais. Não conheço o trabalho todo da banda, sequer possuo um álbum baixado pela Internet ou comprado em uma loja virtual; no entanto, tornei-me, mesmo assim, fã da banda e a música que mais me chamou a atenção foi, exatamente, Christhian Woman. Sem nenhuma dúvida, é um clássico, um elemento de controvertida mensagem e atrevida abordagem da crença cristã em um Ser que encarnou-se na Terra para "salvar" a Humanidade. No meio de tudo isso, no centro de toda a característica marca de sarcasmos e desafios da letra da música, sentimos referências à repressão sexual causada pelo religioso fanatismo e a libertação de tal desejo através do erótico sonho de uma mulher com o próprio Jesus de Nazaré... A voz de Peter, o peso do baixo, a lenta batida da bateria, a cáustica sussurrante força da guitarra, moldando uma sonoridade ímpar de lances ácidos e uma fervente expressividade, ascendente, fervorosa, totalmente dominante nas expressivas dominações e alcances da letra dentro de nossas almas... É a música que expressa, na minha opinião, a idéia total de Peter sobre a religiosidade cristã, como algo atrofiante, abafante, estrangulando a consciência dos que seguem seus preceitos e incentivando ao amortecimento do pensamento e da vontade. Uma relíquia de música e uma relíquia de clip na versão original que serão apresentadas a seguir, representando, de minha parte, a homenagem mais sincera ao ícone que Peter Steele é.







A cross upon her bedroom wall
From grace she will fall
An image burning in her mind
And between her thighs

A dying god-man full of pain
When will you cum again ?
Before him beg to serve or please
On your back or knees
Theres no forgiveness for her sins
Prefers punishment ?
Would you suffer eternally
Or internally ?

For her lust
Shell burn in hell
Her soul done medium well
All through mass manual stimulation
Salvation

Body of christ
She needs
The body of christ

Shed like to know god
Ooh love god
Feel her god
Inside of here - deep inside of her

Jesus christ looks like me



O Projeto C.O.V.A., realmente, está de luto. No entanto, sem sentimentalismo barato ou bajulação, julgo ser necessário fazer uma homenagem digna ao Peter Steele desta maneira, julgando que, para ele, isto seria o correto a fazer. Nada mais há a dizer, a notícia da morte dele pegou-me, como a todos, de surpresa... Na sinceridade mais profunda, o Projeto C.O.V.A. Deixa, então, este post como homenagem a um homem que marcou uma época e que, para sempre, será muito lembrado e fará muita falta.


A ti, Peter Steele, esta homenagem está direcionada e aqui, neste blog, eternizada!


Tristes Saudações Inomináveis a todos vós, cadáveres leitores.

17 de abril de 2010

Gargula Valzer



Release/Histórico

O Gargula Valzer foi criado em 2004 quando Getulio Silenzio adquiriu um pequeno teclado e colocou suas idéias pra fora através do demo-CD "Pale Applause And Nightmare". Após a divulgação underground deste CD de estréia, em 2005 Silenzio detona, tanto as mentes da New Generation de cena, como mentes de velhacos dos anos 80 (como a nossa), com o CD “Ignominous Phalazaious”, produzido por Getulio Silenzio & Alexandre Augustus; Capa: Júlio (Dark Visions Tattoo). “Ignominous Phalazaious” é simplesmente um CD maravilhoso. O som em sí é gótico, nada de metal, ou qualquer coisa nesse sentido... assim como o anterior. Electro-Gothic pelo fato de ser um trabalho desenvolvido por uma única pessoa que trabalha com programações, teclado e voz; porém, gótico acima de tudo... São belas faixas que compõem este CD, e todas elas expressam sentimentos fúnebres, exalando climas carregados e regados a composições de muito bom gosto, para gótico nenhum botar defeito. “Os temas envolvem vampirismo, goticismo e medievalismo”, segundo as próprias palavras de Silenzio.




É difícil comparar com alguma outra banda; para servir de parâmetro aos internautas interessados, alguns teclados podem 'lembrar' Lacrimosa nos primeiros álbuns. Também se ouve uns batuques a la Dead Can Dance, mas não tem nada a ver se for analisar de modo geral... Talvez, uma ligeira influência, apenas talvez... Na minha opinião, não existe um ponto negativo a ser apontado neste CD, exceto o fato de ser muito curto... poderia ter mais algumas músicas da mesma linhagem, visto que o som não é enjoativo, muito pelo contrário, bastante sedutor para quem gosta de boa música fúnebre e vampírica; eu, particularmente, adorei e o ouço várias vezes por noites no PC (enquanto trabalho) – Robert Haven





'Marcus ASBarr' [BDC Produções], que diz: “Esta é a oportunidade de apoiar o crescimento do cenário artístico independente brasileiro através de experiência única. O trabalho desenvolvido pelo ‘Gargula Valzer’ é um portal para o universo gótico. Participe da comunidade no Orkut, apoie as ações e deleite-se com uma poética e sonoridade sem precedentes no Brasil. Já existe uma mostra do novo trabalho do ‘Gargula Valzer’ no site do selo ‘Legatus Rec’ para download. E também está disponível aqui no TRAMA VIRTUAL”.





Ainda sobre o 2º CD, é difícil destacar uma única, mas de acordo com meu gosto pessoal, eu poderia destacar: “Fancy in Red” (que pelo fato de ser enorme, e eu não ter conseguido convertê-la pra um Mp3 acessível, infelizmente, não consegui colocar aqui no Trama). Ouvindo esta música senti quase que literalmente o meu lado vampyro querendo desabrochar dentro de mim; cheguei a sentir dores e tristeza por todo o sofrimento que alguns vampiros sentem nas telas de cinema; enfim, trilhas que fazem despertar o vampiro adormecido dentro de cada um de nós...



Por: Fabio Arcturus


Corrigido & Ampliado por: Robert Haven


E.T.: O 3º ábum do ‘Gargula Valzer’ chama-se: Nec Semper Lilia Florent e saiu pelo selo europeu ‘Legatus Records’



CONTATOS ATRAVÉS DOS E-MAILS:
gargula_valzer@yahoo.com.br
ou
biodivercidade@hotmail.com



*Aguarda-se uma mini-tour do GARGULA VALZER pelo Brasil [Informações na Comunidade do Orkut].


Ou

GARGULA VALZER
A/C Getulio Silenzio
Cx Postal 44
Barbacena / MG
CEP.: 36.200-000


in: Gargula Valzer - Trama Virtual



Em breve o quarto álbum dele, intitulado "CLAVICULA DEL SILENZIO", será lançado pela Legatus Records. E uma observação: para falar com ele, apenas por carta, Getúlio não utiliza a Internet e apenas um amigo é quem cuida dos e-mails que lhe são enviados.


Em breve, a discografia.



16 de abril de 2010

Lançamento da Antologia Virtual 2.0.1.2. - Ravens House Brasil


Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros e visitantes!

Eis aqui o link para download desta antologia organizada pela Ravens House Brasil:

http://www.4shared.com/document/zFne5ELQ/2012__Antologia_RHB_2010.html

Uma excelente leitura tenham, cadáveres leitores!

Saudações Inomináveis a todos, Coveiros e visitantes!

12 de abril de 2010

Didier Carré E A Mulher Do Poder



Inomináveis Saudações a todos vós, cadáveres leitores.

Há uma silenciosa canção na carne, toda dotada de intensas verbalidades, na concepção ativa de imagens na fotografia concebida por Didier Carré. É um Poder, um Grande Sonho, um Grande Ser, dentro mesmo da expressividade ardente de cada mensagem no corpo das modelos. Mensagens esvoaçantes por esplêndidos rumos tomados apenas pelos que adiantam-se e estão à frente nos ramos da Criação e da Ação. Fora da estupidificação dos ramos sociais convencionais, Carré nos oferece uma experiência unicamente vibrátil, sensorial, excelentemente transmissora da Mulher e de seu Poder, O Poder Da Carne Elevadamente Total.


Viagem, Imensidão, é o Poderio da Carnal Vontade exalando caracteres variáveis originadores de mensagens ativadoras da coroa de louros da libertação dos conscientes impulsos. As mulheres de Carré não são apenas objetos desejáveis, objetos apreciáveis, objetos apenas orientados para a presença de homens e de mulheres na prática masturbatória. A masturbação é sadia, masturbem-se à vontade, cadáveres leitores; no entanto, reduzir uma Arte Maior como a deste fotógrafo fora dos padrões estéticos vigorantes e estabelecidos como os padrões ideais é uma imbecilidade. Domina nas fotos dele A Carne, isto é bem claro; porém, um Poder mais elementar e elevado, a espiritualizar toda a envoltura do quadro manifestado imageticamente surge na mansidão das horizontalidades das fotos. A Mulher, Seu Poder: transe determinante de uma Nova Canção, Universal Canção, nos campos ainda não-revelados e não-estabelecidos d'alma fora do mundo da plena imaginação.


Plenamente, Vida Revelada se torna a pluralidade da situação veementemente revestindo as maravilhas carnalizadas imagéticas apresentando A Mulher como A Grande Fêmea Realizada. O intuito é nobre, o intuito é sagrado, o intuito é grande: Carré, maestro da Carne, cultor da Carnal Verbalidade, vai conduzindo a orquestra de orientações que vagam e velam pela Carnal Realidade. Acima desta Carnal Realidade, O Espírito que rompe cordões e correntes, O Espírito Artístico que abençoa aos originais criadores de obras de arte, alimenta O Poder da Mulher que se abre, como um leque de sublimes verdades, aos olhos nossos de admiradores invulgares. Devemos a tal Espírito toda herança dos grandes criadores da Humanidade, como Carré, que, essencialmente, cumpiram O Verdadeiro Papel Da Arte: Representar E Apresentar A Verdade. A Mulher Do Poder, revelada a Carré, é um patrimônio que devemos levar em consideração, já que somos dignos do troféu de estarmos fora das sociais convenções retrógradas e atrasantes do pensamento.


Velejam os pensamentos nestes carnais mares cujo almirante é Carré... Velejam os pensamentos, a Grande Sereia é A Mulher Do Poder... Velejar, A Mulher, Sereia sã no momento determinante de sua chegada até a praia de nosso pensar... Velejar, O Poder, pura insanidade, insano é carnalizar e aprender, após a loucura inicial, espiritualizar... Preparados para espiritualizarem A Carne, cadáveres leitores? Preparados para espiritualizarem seus instintos sexuais, cadáveres leitores? Preparados para espiritualizarem cada gozo vosso ao se masturbarem visualizando as fotos de Carré, cadáveres leitores?


O Poder exalado nessas fotos não é um poder lendário, mitologicamente considerável. A Força apresentada nessas fotos não é uma força lendária, mitologicamente identificável. Poder, Força, Mulher: Unidade referente a uma mensagem que encaminha-se para o espiritualizar. A Espiritualização Da Carne é possível, não é uma idéia implausível e nem um inexpressivo sofisma afirmável, pois, o que mais vale na Criação toda não é O Espírito Acima De Todas As Coisas? Não falo do suposto Ente Supremo e nem vou caminhar para uma religiosa determinação afundável neste meu pensar; aqui falo de um Arquétipo mais poderoso do que qualquer outro, de uma Força, de um Poder, mais poderosos do que quaisquer outros. Falo do que, em nossos Egos, bem lá no fundo deles, vigora silenciosamente como infinitas afirmações de nossa própria elevação, Algo que palavras não podem medir, Algo que apenas A Arte pode Revelar. Carré revelou algo de si, algo de suas modelos, O Algo Misterioso do Humano Ego e, por isso mesmo, é um profeta da Carne a espiritualizar-Se e a ser por ele espiritualizada.


Há um caminho notável e este caminho é para os poucos possuidores de uma verdadeira sensibilidade. Realização pela metade é a que se encontra na meta oriunda apenas de um direcionamento aquém do que uma obra de arte quer representar e apresentar. Aquém de toda verdade está aquele que simplica a Arte de Carré como a obra de um devasso divertindo-se a fotografar mulheres nuas com vulvas expostas escandalosamente nas lentes das câmeras. Além e dentro de uma verdadeira forma de identificar uma obra de arte autêntica, como toda foto pertencente a Carré, este genial fotógrafo a percorrer caminhos sensoriais e imagéticos cada vez mais novos, podemos fazer do Poder Revelado em cada uma uma das Faces da Carne Espiritualizada. As mulheres amadas pela câmera deste fotógrafo não são Deusas e nem estátuas de Vênus sem braços; são reais mulheres arregimentadas pelo domínio do Artístico Verbo, este que se Conjuga Mulher e Poder, ao mesmo tempo, nelas.


Espiritualização Carnal: possibilidade inegável da Carnalidade. Espiritualização Carnal: potencialidade irrefreável da Carnalidade. Espiritualização Carnal: proporcionalidade institucionalizável da Carnalidade. Preponderante é a sinceridade dos que ecoam na montanha que se ergue quando ocorre a consciente libertação do jugo do simplismo interpretação e o verbalizar estético se torna racional verbalizar sintético que toma para si conjugações verbais mais sinceras. Isto é o que O Poder, A Mulher e Carré realizam neste que vos fala, uma libertação revolucionária, uma libertação evolucionária, uma libertação visionária que não se limita ao óbvio e ao ocasional do esteticamente visualizável. Claro, esta é uma mensagem para os que sentem nas fotos dele O Poder e A Mulher, A Mulher Do Poder Em Plena Navegação Pela Ondulação Da Libertante Eterna Maré. E o que mais de Eterno pode possuir A Arte em seu quesito Espiritualizar?


Relembrando: O Espiritualizar, aqui, não está sendo relacionado a algum religioso sentido ou estado, mas, sim, a um Ideal, Alto Ideal, em seu todo complexo, alcançável pelo estético observar de uma artística apresentação e representação. Espiritualmente, O Alto Ideal orienta ao encontro com elementos originadores de identificações plurais com uma obra de arte. Espiritualmente, O Alto Ideal organiza uma ascensão ao que encontrado somente pode ser quando somos despidos do que aprendemos em livros que sempre mentem ou contam verdades que valem apenas para o mundo socialmente válido irrisoriamente falso e irreal. Espiritualmente, O Alto Ideal nos completa, O Alto Ideal nos realiza, O Alto Ideal nos complementa, O Alto Ideal nos felicita, nos felicita na atitude que temos de não temermos adentrar em covas de compreensões nas quais morremos para o anterior e renascemos para o posterior, para o que virá-a-ser de nossa humana atitude como intérpretes de todo tipo de arte. E este é um elemento, o principal, deste Poder incinerante presente nas fotos de Carré. Fotos nas quais A Mulher é um fogo capaz de reacender nossa natural forma de ser, livres da idéia de que A Carne é pecado ou maldição e cientes de que a mesma é Verdadeira Salvação.


Didier Carré não é um Messias Carnal. Eu, Inominável Ser, não sou um Messias Carnal.  Distante estou de ser um Salvador, o meu papel é apenas o de esclarecer para que cada um de vocês, cadáveres leitores, possa encontrar A Verdadeira Salvação que os liberte do veneno que a sociedade decadente apodrecida de merda na qual vivemos injetou em nossas veias. Um veneno que cego, um veneno que emudece, um veneno do qual apenas escapamos quando cientes de que podemos modificar nosso Ser abrindo-nos para o tumulto de possibilidades abertas quando a partir de nossos abismos interiores pensamos por nós mesmos. Longe do socialmente aceito, a Arte de Didier Carré pertence ao submundo, ao efetivo e cálido Universo Underground (que acolhe, sem distinções, a todos os desgraçados, malditos e miseráveis criadores de todos os gêneros que socialmente são relegados ao papel de marginais por atuarem visceralmente cientes de suas autenticidades existenciais) dos criadores originais incompreendidos pelos que ditam o que é "bom" e o que é "mau"; pobres vermes inocentes e imbecis são tais ditadores, A Arte não é "boa" e nem "má", Ela, simplesmente, É Por Si Mesma O Que É. A Arte não procura ser "boa" ou "má", muito pelo contrário: Ela procura escapar, nietzscheanamente, do "bom", do "mau", afetando os nosso distintos instintos, apurando o dionísiaco, elevando o apolíneo, arregimentando em nossa interioridade o Além-Do-Homem que temos em potencial. E é com essa nietzscheana aura que A Mulher Do Poder, uma mescla das Liliths possíveis no plano de imanência da Carnalidade que se Espiritualiza, vem a nos seduzir na estância de um baile de cordas na qual ouvimos cânticos de louvor ao Homem e não aos Deuses ou a um fantasmagórico "Pai Maior" imaginado pela humana fraqueza de sempre buscar Algo acima quando, na verdade, tudo que temos a fazer é olhar para a nossa própria carne. E espiritualizá-la, quais artistas moldadores de poderosos arquétipos que remodelem as nossas sensações e visões pessoas, cada vez mais, para Algo muito melhor.

É o que Carré, propositalmente ou não, quer fazer, com a sua fotografia espiritualmente carnal.

Saudações Inomináveis a todos vós, cadáveres leitores.






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