28 de fevereiro de 2010

Vampiros Espirituais: Uma Abissal Elementar Capital Verdade - Parte IV


(...)A Bíblia é um livro pródigo de morticínios, trucidamentos, vinganças e tropelias sangrentas em nome de Jeová. Davi, o salmista, mormente as glórias que lhe atribuem, é um dos mais ferozes fratricidas dos tempos bíblicos. Nas páginas da História do vosso mundo, alinham-se tremendos flagelos como: Átila, Gengis-Khan, Tamerlão, Cortez, Alexandre, Aníbal, Carlos Magno, Júlio César, Napoleão, Kaiser, Hitler e outros que fizeram jorrar toneladas de sangue dos corpos esfrangalhados nos combates cruentos! Eram ativos e incondicionais fornecedores, 'por atacado', de carne palpitante e sangrenta, proporcionando as cotas de resíduos vitais para os insaciáveis das Trevas! Depois de fartos da substância vital extraída do metabolismo da vida humana, os espíritos diabólicos zombam despudoradamente da própria Humanidade terrena e imbecil, que desempenha a estúpida função de 'fornecedora' de sangue para alimentar a prostituição espiritual do Além-túmulo!(...)”



Na página 218 do supracitado livro de Ramatís, lemos mais uma verdade que irrompe soberanamente senhora de muitas outras verdades aos nossos olhos mais do que físicos. Sim, apenas com os Olhos Espirituais podemos captar a dimensão muito mais real das palavras acima. Os Magos Negros aproveitam-se da humana capacidade de violência, que parece nunca ter fim, para alimentar-se e aos seus seguidores de sangue vertido aos borbotões no solo da Terra. Manchadas e destroçadas as raízes da racionalidade e da civilidade, resta apenas aos homens e às mulheres do mundo constituído pelos desejos mais sangrentos a força alimentante dos Vampiros que rodeiam todos os candidatos a serem derramadores de sangue e a todas as situações derramantes de sangue. Guerras de todos os tipos brotam, sejam as guerras dentro de moradas desprovidas de equilíbrio e harmonia e paz ou as entre países e povos secularmente inimigos. E as guerras deste último tipo são as que mais interessam aos incessantes sugadores de sangue do Astral, como nosso Guia diz à página 219:



(...)Exaltam-se os guerreiros que mataram mais homens inimigos, embora isso tenha custado as lágrimas pungentes das viúvas e o desespero indescritível de milhares de filhos órfãos! Outros desses heróis valentes são aposentados da vida sadia, passando a mover-se pelas ruas das cidades, sem braços, sem pernas, cegos, neuróticos ou deformados, enquanto os Vampiros das Trevas riem-se às gargalhadas, pelas peças funestas que pregam aos vivos. Eles, então, rodeiam os encarnados ainda envaidecidos em suas cerimônias circenses; e no mundo invisível condecoram com tridentes e outras bobices ridículas e fesceninas, fazendo os mais cínicos salamaleques e saudações aos 'gloriosos fornecedores de sangue'! A Humanidade terrena já devia ter percebido que as 'gloriosas batalhas' e conquistas históricas não passam de simples operação fornecedora de sangue para os insaciáveis comandos diabólicos do mundo oculto!(...)”



À frente, na página 222, Ramatís faz um paralelismo entre o carnivorismo e as guerras:



(...)Desde os tempos bíblicos, a Humanidade vem descrevendo uma espiral avançada de admiráveis eventos no campo da Técnica, Física, Química, Astronáutica e Medicina, que lhes aumentou a responsabilidade de discernimento e compreensão do que é danoso, perverso e desnecessário! No entanto, sob a sugestão diabólica do mundo invisível, eletronizou os matadouros e frigoríficos, e atomizou a guerra, centuplicando os meios de matar! O troglodita matava o companheiro com um pedaço de pau; o civilizado faz o mesmo com uma pistola eletrônica! Os persas, gregos e romanos enfrentavam-se nos campos de batalha a descoberto, numa luta feroz, mas digna de indivíduo para indivíduo; hoje, alguém aperta um botão e a bomba mortífera pulveriza milhares de homens, mulheres, crianças e velhos alheios às causas de tal agressão.


É evidente que o carnivorismo e a guerra não são condições normais do atual estado espiritual da Humanidade, mas excrescências degenerativas que multiplicam a culpa dos homens, porque sabem como civilizados, mas vivem como bárbaros!(...)”



Barbarismo: mais um digno nome da nossa atual Era, Humanidade, um dos nomes mais apropriados a esta Era da Desgraça Contemporânea. Bárbaros, sádicos, quantos pululam pelos arredores de nossas moradas... Bárbaros em atos... Bárbaros em pensamentos... Bárbaros em intenções... Bárbaros em desejos... E o círculo das violências todas aumentando, aumentando, aumentando... Resta uma parca sanidade, ao nível de uma parcela mínima desta Humanidade tão vacilante ainda nos percalços de uma mais verdadeira racionalidade. Refletindo acima dos ossos dos cadáveres que todos os dias povoam os noticiários, realmente fica provado que nós, humanos tão demasiadamente violentos insanamente que somos por pura imbecilidade socialmente afirmada e reafirmada diariamente, constituimos os fornecedores de sangue para as vampíricas confrarias astralinas. A força da violência, a Deusa Violência, apenas prevalece porque alguns seres humanos, por ela dominados, permanecem atados aos seus mais bárbaros instintos. Uma verdade ainda mais clara está no fator somatório de elevação do barbarismo interior proporcionado pelo consumo de carne e o desejo de ser violento, violento de diversos modos, violento em diversos externos e internos horizontes. Pontua essa característica uma dose excessiva de odes aos cemiteriais desejos tão claramente expostos acima por Ramatís, que não se trava em nenhuma revelação, afirmando que somos, mesmo, os facínoras geradores de toda sorte de violento criacionismo formador de alimentação para os que tateiam no Mundo Das Trevas as paredes dad desordenadas moradas e dos sangrentos campos de batalha à procura de sangue.


Um bíblico exemplo da sede de sangue da Humanidade, tendo como desculpa “um sacrifício ao Senhor dentro de um ritual sagrado de expiação por causa de um pecado cometido” (como se A Unidade Revelada aos mundos materiais pedisse a um dos que Dele advieram o sacrifício de seus irmãos menores, os quais igualmente tiveram a mesma Alta Origem...):



(...)Se é um chefe que peca, fazendo por inadvertência alguma coisa proibida pelos mandamentos do Senhor seu Deus, e incorre assim em culpa, então, ao dar-se conta do pecado cometido, levará como oferta um bode sem defeito. Imporá a mão sobre a cabeça do bode, e imolará no lugar onde se imolam os holocaustos, na presença do Senhor. É um sacrifício pelo pecado. O sacerdote molhará o dedo no sangue do sacrifício pelo pecado, e untará as pontas do altar dos holocaustos. O resto do sangue derramará ao pé do altar dos holocaustos. Depois queimará toda a gordura no altar, como se queima a gordura dos sacrifícios pacíficos. Assim, o sacerdote fará a expiação pelo chefe e lhe será perdoado.(...)”


Lv 4,22-26



Um exemplo contemporâneo de tresloucado desnecessário derramamento de sangue? Neste exato momento, em algum terreiro de culto africano ou em algum templo de Magia Negra; e em qualquer obscuro ou luminoso local das cidades grandes e pequenas, animais e seres humanos estão sendo estupidamente assassinados...


Sentem o cheiro do sangue?


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