22 de fevereiro de 2010

Vampiros Espirituais: Uma Abissal Elementar Capital Verdade - Parte III


Revelação ramatista à página 216:



(...)A quantidade de animais e aves sacrificados nos sombrios desvãos das encruzilhadas ou 'candomblés' do mundo oferecem diminuta cota de sangue e alimento vital para satisfazer os Espíritos Vampiros. No entanto, a própria Humanidade depois se encarrega de suprir essa deficiência de sangue e tônus vital para os Vampiros do mundo oculto, pois os homens, apesar de seu propalado cientificismo atual, ainda ignorantes e sob o comando incondicional dos obsessores e malfeitores das sombras, são fornecedores da substância vital através do horripilante e macabro trucidamento de bois, carneiros, suínos, vitelas, cabritos, coelhos, galinhas e gansos de fígado hipertrofiado, cujo sangue inocente é vertido pelos pisos dos matadouros e frigoríficos! Os Vampiros do Além, então, aproveitam-se dessas matanças para sugarem do sangue dos animais e das aves sacrificadas as cotas de vitalidade que precisam para a sua nutrição subvertida, independente de quaisquer ritos ou processos de magia satânica! Portanto, os encarnados fornecem a matéria sangrenta para sustentar o Vampirismo, e, depois, funcionam estupidamente como médiuns ou repastos vivos 'dopados' pelo tônus vital vampirizado, satisfazendo a glutonice, perversão sexual, o alcoolismo e outros vícios dos próprios Vampiros.


A Divindade não endossa o uso diabólico do sangue para fins ignóbeis; mas é a própria Humanidade terrena que favorece tal acontecimento condenável, malgrado as advertências mais severas do Alto! Quantas tragédias, angústias e sofrimentos, que há séculos afligem a Humanidade, são resgates cármicos provenientes da culpa espiritual de verter o sangue do irmão menor, a serviço do Vampirismo da Terra e do Espaço?(...)”



Somos da mesma estirpe dos Vampiros Espirituais, cadáveres leitores que comem carne. Vertemos o sangue de nossos irmãos menores criminosamente dando a desculpa de que “necessitamos prover os nossos organismos com proteínas essenciais e indispensáveis presentes na carne animal”, satisfazendo os nossos guturais desejos pela carne deles, indiscriminadamente. Ao mesmo tempo, damos continuidade ao existir Daqueles, que utilizando-se do anonimato proporcionado pela vivência no Invisível em redor de nós, sugam o sangue que escorre de matadouros, açouges e frigoríficos... Ah, Demente Humanidade, Vampírica Demente Humanidade, aprenderás quando a descerrar de vez, sobre a Vossa Alma, O Grande Véu Da Racionalidade? Aqui quem escreve este artigo é ainda um maldito miserável desgraçado comedor de carne, ainda um comedor de carne, um Vampiro que quer fugir do comer a carne... No entanto, trinta e três anos acostumando-me a comer carne são difíceis de serem abandonados em, por exemplo, trinta e três dias... Esforço-me em abandonar esse costume, mas o organismo protesta... Esforço-me, mas o comer a carne animal chama... Esforço-me, mas o sangue animal me chama... Um dia posso parar, mas, como alguns de vós que sois malditos miseráveis desgraçados carnívoros como eu, ainda, a dificuldade está em adaptar o corpo físico ao vegetarianismo após anos de uma maldita miserável desgraçada comilança de carne... Agora, reflitam e pensem nessa dificuldade como se fossem Vampiros Espirituais... Reflitam, sintam-se como Eles, desejando, desejando, desejando e desejando sangue, sangue, sangue... Desejando sem parar, sem parar, sem parar, sem parar... A mesma dificuldade eles enfrentam... Maldita miserável desgraçada dificuldade... Maldita miserável desgraçada necessidade... Maldita miserável desgraçada orgânica vontade... Somos iguais a Eles... Melhor dizendo, somos piores do que Eles...


Revelação ramatista ainda à página 216:



(...)Os Vampiros que sorvem o sangue da carne palpitante dos animais são mais honestos e inocentes do que os homens, cujo carnivorismo é requintado, pois sacrificam o irmão menor para comê-lo assado, cozido, no espeto ou à 'milanesa'! Os desencarnados contentam-se com a cota de sangue que lhes proporciona alguns momentos de satisfação nutritiva e vital; mas os Vampiros encarnados devoram os retalhos de carne ao som de orquestras famosas e sob as luzes ofuscantes dos restaurantes de luxo! Uns contentam-se em sugar o sangue rútilo ao natural; outros, preferem a carne 'mal passada' ou o bife à 'moda da casa'!(...)”



Revelação ramatista à página 217 na mesma linha de pensamento:



(...)Os Vampiros das lendas medievais saíam à meia-noite, dos sepulcros, em busca de vítimas para sugar-lhes um pouco de sangue e reviverem algumas horas de contato com o mundo carnal. Masd os Vampiros 'civilizados' vão a extremos excêntricos, pois eles batem o sangue do animal para o 'chouriço da moda', preparam retalhos do estômago de boi na 'dobradinha à espanhola', selecionam a carne mais tenra para o bife 'mignon', ou fervem as orelhas, pés e costelas de porco no charco nauseante da feijoada completa! Homens considerados por atos meritórios, diplomados após severos cursos acadêmicos, integrantes do Magistério Público ou da Alta Magistratura; sacerdotes católicos, pastores protestantes, adeptos espíritas, filhos de Umbanda e 'livres pensadores', roem pés-de-porco com salsa de repolho, lambuzam os dedos com a gordura das costelas de boi ou condimentam a linguiça no espeto, espantando os próprios Vampiros que se contentam com o sangue puro!(...)”



Intencionalmente, “civilizadamente”, somos Bestas que, ao modo sádico mais perverso, nós que comwemos carne, tomam uma aparência assustadora para os próprios Vampiros Espirituais! Quando os mais embrutecidos comedores de carne dentre nós, absorvedores maiores dos instintos inferiores dos animais, que a carne destes conserva, desencarnam, tornam-se os mais ferozes caçadores de iguais, encarnados, pelo mundo, que possam dar continuidade aos seus costumes carnívoros! Um círculo vicioso multimilenar, um culto ao continuismo de uma sangrenta obra alimentar que desperta os sentidos inferiores todos dos que teimam em afundar-se cada vez mais no delirante costume de comer a carne animal de diversas formas, “dando sabor” a cada pedaço assado, frito ou cozido a fim de alimentar melhor o organismo! Este Inominável Ser aqui, carnívoro ainda, olhando sob este ponto de vista a problemática abordada, vidualiza uma dimensão bem mais grotesca do que a dos Vampiros Espirituais... Vós também, cadáveres leitores carnívoros e não-carnívoros, visualizais a mesma dimensão mui grotesca? Realmente, torna-se mais densa a nossa caminhada nesta estrada dolorosa e sangrenta, estamos nos espelhando nestas palavras aqui transcritas e posicionadas, estamos nos assegurando (falo aos que assumem a culpa, como este que vos escreve, pelo estado atual desta Humanidade envolta em desgraças e cegueiras por todos os lados) como convictos predadores de duas maneiras: predadores que julgam estar acima dos Vampiros Espirituais, mas que não pensam duas vezes ao sacrificarem os animais para serem devorados vorazmente nas ricas e nas pobres mesas de refeição do mundo; e predadores que possuem a consciência do Vampirismo em si, informados dos perigos e abismos provenientes do caminhar na viciosa circulação de espírito, corpo e mente na alimentação carnívora, mas que, mesmo esclarecidos, continuam na mesma condição deplorável de malditos miseráveis desgraçados comedores de carne.


Mastigar esta Verdade nesta parte deste artigo faz engasgar n'espírito que aqui sangra de vergonha por ser fraco demais na carne para abandonar a comilança de carne...


Eu, Espírito Encarnado, Vampiro, comedor de carne.


Vós, Espíritos Encarnados, Vampiros, comedores de carne.


E, assim, abertas são as Portas para a nossa decadência nesta Era Da Desgraça Contemporânea.


Os Vampiros Espirituais são apenas partes de dita Desgraça que nós, encarnados, teimamos em dar continuidade, já que, carmicamente vem sendo cobrado, desde sempre, desde o primeiro sacrifício de um animal para alimentar um ser humano, o derramar do sangue de nossos irmãos animais por nós milenarmente continuado.


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