19 de fevereiro de 2010

Vampiros Espirituais: Uma Abissal Elementar Capital Verdade - Parte I


Inomináveis Saudações a todos vós, cadáveres leitores.


Beleza.


Poder.


Soberania.


Imortalidade.


Eternidade.


Infinitude.


Altitudes existenciais elevadíssimas.


Vontade esplendorosa.


Força magnífica.


Orgulho eterno.


Imortal vaidade.


Intrínseca alta sexual roupagem.


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Vampiros...


Drácula.


Nosferatu.


Lestat.


Armand.


Angel.


Alguns dos Vampiros Ficcionais, os quais são pintados das maneiras acima mencionadas no mundo da criação ficcional. Um mito que nas mãos de escritores, poetas, roteiristas e diretores de Cinema tornou-se de uma invulgar atrativa forma. O ser humano, prodigamente fantasioso, sempre romantizou, esteticamente, as condições existencialistas mais fantásticas; e, agora, como os Gêneros do Terror e do Horror são classificados como “Literatura Fantástica”, o assunto deste artigo se afastará, em tudo, do contexto fantástico ficcional.


Nestes tempos de Crepúsculo, True Blood, Vampire Diaries, poemas e contos vampirescos na Internet, nos quais a fantasia tende muito a cegar e a ofuscar pensamentos e olhares acostumados à racionalidade ou a relâmpagos de racionalidade (em alguns casos), tocar no assunto, mui polêmico, dos Vampiros Espirituais, pode parecer um ato contrário ao mito ficcional. No entanto, sem querer assustar aos fãs dos mortos-vivos e atacar a Subcultura Vampírica (muito centrados no ficcional, no Mundo Da Imaginação, e não no Mundo Real), considero a natureza deste artigo como parte de uma das metas de um veículo alternativo de comunicação como este: verdadeiro esclarecimento, sem mentiras, sem dissimulações, sem hipocrisias, sem enganos, baseado em fontes clássicas de autores altamente gabaritados da Literatura Espiritualista.


Charles Webster Leadbeater, em O Plano Astral, é bastante enfático acerca das origens da corrente evolutiva aqui abordada, à página 67:



Os leitores da literatura teosófica sabem que é possível viver de forma tão degradante e egoísta, tão criminosa e brutal, que a mente inferior se encontre por completo encarcerada nos desejos e absolutamente separada de sua origem espiritual no Ego Superior. E muitos haverá que supõem que este acidente é muito vulgar e que estamos expostos a encontrar pelas ruas dezenas dessas “criaturas sem alma”; mas, felizmente, isso não é verdade.


Para atingir tão baixo nível no mal, a ponto de perder completamente a personalidade, seria necessário que um homem tivesse abafado até ao último estertor o seu altruísmo e espiritualidade, e não tivesse nem a mais pálida sombra de uma boa qualidade. Ora, se até no mais ínfimo dos patifes se encontra frequentemente qualquer coisa que não é de todo má, compreende-se que essas personalidades abandonadas pelo Ego constituem pequena minoria. Todavia, embora raras, elas existem; e é entre elas que se encontra a categoria ainda mais rara dos Vampiros.



Aos que se abandonam à excessiva brutalidade instigante de crimes dos inferiores desejos d'alma, destina-se, no Plano Espiritual, uma caminhada sempre em busca da continuidade das satisfações das diversas criminosas formas de obtenção de algum prazer praticadas quando a carne fazia companhia ao espírito perverso. Como que corroborando as palavras de Leadbeater, André Luís, em Evolução Em Dois Mundos, obra psicografada por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, às páginas 115 e 116, revela o mecanismo da ação em conjunto da Obssessão (que afeta os que se deixam envolver, pelos seus vícios degradantes, pelos braços dos Vampiros Espirituais) e do Vampirismo (Espiritual, propriamente dito, uma prática tenebrosa que apenas vem a atrasar a evolução, ainda mais, dos que adotam-na no Astral):



(...)OBSESSÃO E VAMPIRISMO – Em processos diferentes, mas atendendo aos mesmos princípios de simbiose prejudicial, encontramos os circuitos de Obsessão e de Vampirismo entre encarnados e desencarnados, desde as eras recuadas em que o espírito humano, iluminado pela razão, foi chamado pelos princípios da Lei Divina a renunciar ao egoísmo e à crueldade, à ignorância e ao crime.


Rebelando-se, no entanto, em grande maioria, contra as sagradas convocações, e livres para escolher o próprio caminho, as criaturas humanas desencarnadas, em alto número, começaram a oprimir os companheiros da retaguarda, disputando afeições e riquezas que ficavam na carne, ou tentando empreitadas de vingança e delinquência, quando sofriam o processo liberatório da desencarnação em circunstâncias delituosas.(...)


As vítimas de homicídio e violência, brutalidade manifesta ou perseguição disfarçada, fora do vaso físico, entram na faixa mental dos ofensores, conhecendo-lhes a enormidade das faltas ocultas, e, ao invés do perdão, com que se exonerariam da cadeia de trevas, empenham-se em vinditas atrozes, retribuindo golpe a golpe e mal por mal.(...)

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