23 de janeiro de 2010

Um Balanço Geral Do Fenômeno Sobrenatural


Sam (Jensen Ackles) e Dean (Jared Padalecki) Winchester


Inomináveis Saudações a todos vós, cadáveres leitores.


A ridícula e desnecessária alta histeria alucinante dos fãs de Sobrenatural aqui no Brasil, ao fim da exibição da quarta temporada no SBT, dá-nos uma grande idéia da dimensão do fenômeno de audiência que conseguiu revitalizar a emissora de Sílvio Santos. Revitalizar, sim, pois a média de dez pontos de audiência registrados se reflete em toda a programação, pois a partir de agora os responsáveis por esta estarão mais atentos ao que pôr no ar. Este sinal de inteligência na TV aberta brasileira já iniciou-se através da enquete cujo resultado escolheu Gossip Girl como a substituta de Sobrenatural no horário até que a Warner libere a quinta temporada para exibição no SBT; e, falando nela, a pré-estréia ocorrerá segunda-feira logo após a exibição de estréia daquele seriado. O substituto, com certeza, obterá sucesso, já que Sílvio Santos não seria imbecil de rejeitar um resultado obtido através de uma enquete popular que estabeleceu-o como o substituto do fenômeno que o deixa satisfeitíssimo, mesmo estando em segundo lugar, ainda, já que a grande maioria do povo brasileiro ainda prefere assistir uma novelinha da Globo, infelizmente...


No entanto, o público está tendo preferências melhores a cada dia e o reinado das novelas não é mais absoluto. A inovação genial do SBT está em utilizar o instrumento de um seriado popular e interessantíssimo, com um assunto espiritualista bem vasto, e que facilmente contagia tanto pela intensa interpretação dos atores quanto pela densidade psicológica-espiritualista da história em si mesma. E tal inovação já atraiu a inveja da Record, uma emissora de classe Z, de última categoria, cujos produtos exibidos mais interessantes, a nível de seriados, são Supermáquina, Hércules, Xena e Wolverine And The X-Men; no mais, a programação dela é uma cópia descarada da Globo e do SBT, sem nenhuma autenticidade e nem validade. A Recópia, como li em alguns blogs comentaristas internautas chamarem-na, na força de sua inveja e com medo de perder o segundo lugar em audiência, porá no ar a trama de CSI – Las Vegas, um seriado policial que, sinceramente, não me é nada atraente e nem tem tanta importância na História da Televisão. E é repetitivo demais, como todos os seriados policiais, incluindo Arquivo Morto, exibido pelo SBT. Será um fracasso total, não creio que a Record, nessa política tola de copiar o trabalho de emissoras de maior tempo e qualidade vá alcançar sucesso com os legistas forenses mais chatos de todos os tempos.


Vamos ao balanço geral de Sobrenatural, pois este é o assunto do artigo que lido está a ser por todos vós. O Terror e o Horror na televisão sempre foram bem explorados, atraindo a atenção de milhares de fãs pelo mundo. Apesar de suas invenções e falhas, talvez por falta de melhor estudo dos assuntos tratados, seriados como Além Da Imaginação se tornaram marcos e clássicos televisivos indispensáveis. Os ianques sabem produzir, com qualidade, apesar dos erros apontados que ocultistas, estudantes de Ocultismo, espiritualistas, espíritas e curiosos, em geral, de Ciências Ocultas e Ciências Esotéricas, podem perceber, uma trama ambientada no Terror e no Horror. Retirando as continuações ridículas de franquias cinematográficas como Sexta-Feira 13, A Hora Do Pesadelo, Halloween e outras, no geral, Hollywood conseguiu legar ao mundo grandes clássicos como o primeiro Poltergeist, A Hora Do Espanto, O Bebê De Rosemary, O Exorcista, O Iluminado e os filmes que originaram as franquias acima citadas. Sobrenatural capta a alma de todas essas produções, mistura tudo em um balde referencial riquíssimo, mistura com uma pitada de alucinantes recriações, acrescenta um molho especial de espetaculares inovações e expande o nível de borbulhantes ativas mensagens subliminares em todos os episódios. Estes ficam sobrecarregados, inteiramente, mesmo os cômicos, de uma tensão sufocante primal, algo rasgante, um sussurro em nossos espíritos de que há ali uma velada verdade; algo coroado de temores, os mais variados temores, que as noites de pesadelos nos trazem brusca e ultraviolentamente; algo encharcado de sangue, a pulular por todos os lados da tela, fora da tela, em nossas mentes, o nosso mundo ultraviolento não deixa nada a dever ao mundo ultraviolento de Sobrenatural; algo misterioso, uma Força que Algo quer transmitir, os mais sensíveis podem perceber tocando-os na parcela do Espírito que todos nós somos que Sabe traduzir não-ditas mensagens deixadas nas mais o ocultas entrelinhas... E nada disso teria o efeito que tem nos telespectadores não fosse o elenco, formado por um ultratime de espetaculares atores que, brilhantemente, com atuações fortes e bem elaboradas, todos carismáticos e magnéticos ao seu modo, a trabalhar integralmente envolvidos no enredo que nos agarra n'alma a cada episódio.


Sam (Jensen Ackles) e Dean (Jared Padalecki) Winchester são cowboys pegos em uma estrada suja de sangue, ódio, vinganças, derrotas e... alguma vitória? Alguma vitória os dois tiveram na existência deles? Foi uma vitória matar Azazel, o responsável pela morte da mãe deles? Foram vitórias todas as pessoas que eles salvaram? Foram vitórias todas as criaturas que eles assassinaram para salvar aquelas mesmas pessoas? Eles são super-heróis ou simples matadores de monstros? Cabe-nos julgá-los pelos atos de heroísmo praticados, mesmo que a maioria de tais atos nada tenham tido de heróicos? Cabe-nos ser moralistas hipócritas que definem os atos deles como bons ou maus? Cabe-nos exercer o papel de juízes que os condenam por exercerem o papel que lhes cabe dentro das trajetórias existenciais deles? Cabe-nos dedicar palavras a condená-los pela forma de agirem matando pelos Estados Unidos criaturas que não teriam receios em dilacerar com os dentes até recém-nascidos? Cabe-nos absorver, em lugar disso, acima de tudo, a expressividade de duas existências sem nenhuma alegria, nenhuma forma de alívio, de paz, de amor, de prosperidade, de descanso, pois o trabalho de homens como eles, Caçadores, praticantes de uma vigilância que é uma referência a Dirty Harry, Paul Kersey e Frank Castle, é para toda hora, até a velhice e depois da desencarnação. Mitos já da História da Televisão, do Gênero ao qual pertencem, Sam e Dean são arquétipos poderosíssimos para estes tempos de bárbaros cruéis assassinando mulheres, estuprando crianças e praticando os mais diversos tipos de crimes, os mais inenarráveis e aterrorizantes; não importa se eles são ou não ideais heróicos ou anti-heróicos, mas o dom e a vocação inatos que possuem para caçar, dom e vocação presentes no sangue e nos Espíritos Imortais que eles são, destina-se a ser admiravelmente tocante no que temos acerca da conscientização do verdadeiro significado do Servir E Proteger, que, atualmente, as forças policiais substituiram pelo Bater E Matar indiscriminadamente, não diferenciando culpados e inocentes. Inconscientemente, claro, todos os fãs de Sobrenatural cansados de tanta violência e de um poder policial ineficaz, na grande maioria dos casos, de evitar crimes hediondíssimos, imaginam, desejam e realizam Sam e Dean caçando os criminosos deste nosso mundo com o mesmo ardor, eficiência e vontade com os quais caçam cada um dos monstros que nos são apresentados na trama. E se existirem mesmo Caçadores como eles, caçando monstros que podem até não ser Transmorfos, Vampiros, Lobisomens, Fantasmas ou Demônios, mas terem a mesma aparência e serem da mesma natureza que a nossa? E se existissem Caçadores como eles que pudessem ter impedido O Maníaco do Parque, Chico Picadinho, O Bandido da Luz Vermelha, Charles Manson, Paul Bernardo, Jeffrey Dahmer, Richard Ramirez, Ottis Elwood Toole, Henry Lee Lucas, Kenneth Alessio Bianchi, Angelo Buono Jr e demais monstros desta nossa Humanidade de cometerem as suas terríveis atrocidades? Em uma Realidade Alternativa, talvez... No Mundo Da Imaginação, apenas e infelizmente...


Azazel (Fredric Lehne), Meg (Nicki Aycox), Ruby 1 (Katie Cassidy), Ruby 2 (Genevieve Cortese) e demais carismáticos Demônios que, facilmente, tomam posse dos corpos, mentes e almas dos humanos do mundo de Sobrenatural: menos monstros do que os monstros que residem em um Inferno denominado Planeta Terra. Por que são menos monstros? Porque quando se dá uma brecha para um Demônio agir em nossas almas imortais, isto significa que portamos na mesma centelhas de maldade que querem despertar e saltar ao mundo ao ritmo pesadíssimo de canções as mais sanguinárias. A podridão humana, ocultada pela bela capa dos bons costumes social, das morais todas, descerrada é quando acessamos os monstros que somos, os espíritos imperfeitos, muito imperfeitos, que ainda somos, como diz o Espiritismo, uma das mais racionais doutrinas espiritualistas de todas as Eras. E falando na facilidade com a qual os seres humanos são possuidos por tais Entidades, isso é mais do que coerente, um ponto a favor para a produção do seriado; igualmente, o fato de seres humanos se tornarem Demônios, isto é, Espíritos devotados ao Mal durante certo período de tempo e não por toda a Eternidade, também está correta, como foi o caso de Ruby e, quase, o de Sam, que acabou por se tornar um praticante do Vampirismo De Sangue graças a ela, que o manobrou para libertar Seu Pai E Senhor, Lúcifer. A Hierarquia Demoníaca em Sobrenatural, sendo assim, não é apenas formada por Anjos Caídos, mas também por ditos seres humanos, nada mais real e com base em doutrinas esotéricas as mais várias. E a malignidade de cada Demônio justifica a maneira de todos Eles serem caçados e abatidos; porém, os humanos que eles possuem também morrem no processo... Aqui nasce uma questão ética importantíssima abordada em alguns episódios: será válido matar um ser humano ou vários seres humanos que estejam possuidos por Demônios que possam vir a destruir toda uma cidade com milhões de habitantes? A questão importa muito, mas, praticamente, como vemos no seriado, é esquecida no calor da batalha (como diz-se no texto de abertura de Xena, A Princesa Guerreira), no âmago central de uma luta pela própria sobrevivência ou para salvar uma vida. No caso de Samhaim, que se apossou do corpo de um bruxo imortal nada decente e digno, praticante de sacrifícios humanos há séculos, até seria justificável o assassinato; mas, e nos demais casos? E se os possuidos por Azazel, Ruby e Meg, por exemplo, eram pessoas decentes, boas, que, apenas por uma brecha aberta em suas consciências espirituais, abriram caminho para a Possessão Demoníaca? Um Exorcismo eficiente, após a captura dos citados Demônios, e de outros, não seria o melhor a realizar ao invés da execução sumária? Ou os Winchester e todos os Caçadores nem se importam em saber quem são as pessoas possuidas pelos ferozes inimigos que possuem advindos dos Círculos Infernais? Questionamentos éticos que aqui deixo para as intelectivas interiores apreciações de cada um de vós, cadáveres leitores fãs de Sobrenatural...


Castiel (Misha Collins), um Anjo Elevado que se sobressai acima de todos os demais Anjos que surgiram na quarta temporada (com aquele sobretudo a ser uma referência bem clara a John Constantine), o mais carismático, o que mais se situa entre A Vontade Do Pai e A Vontade Do Homem, entre o Eterno Dever para com O Pai De Todos Nós e os homens, tão fracos ainda e necessitados, para tudo, de auxílio divino. E aqui está um questionamento existencial brilhante no antológico diálogo entre ele e Uriel (Robert Wisdom) no capítulo que revela uma rebelião secreta de Anjos Elevados contra Deus, que, na visão Deles, preferiu ao Homem do que a Eles quando aquele foi criado: devemos seguir a Vontade De Deus ou a nossa Vontade? Devemos ser rebeldes ou submissos a um Pai, que muitos consideram como distante e outros como estando dentro de cada um de nós? Devemos nos ausentar de nossas Vontades e cedermos à obediência cega ao Desconhecido, ao Incognoscível, O Absoluto, O Supremo, Onisciente, Onipresente e Onipotente? Os próprios Anjos Elevados, Eles mesmos, os integrantes do Exército Divino, Os Agentes Das Leis Divinas, em Sobrenatural, não são sumariamente retratados como os tão “muito-bonzinhos-anjinhos-todos-tão-bonitinhos-tocadores-de-harpas-e-liras-douradas-eternas-de-cordas-de-prata-inquebrantáveis-e-brilhantes-sorridentes-imersos-sempternamente-joviais-e-alegres-nas-maravilhas-todas-boazinhas-da-Celestialidade-e-batendo-as-asinhas-em-constante-oração-direcionada-a-Deus”, conforme a Tradição Católica defende; são de duvidosa integridade para com as Leis Divinas, o que nos leva a indagar baseados na revelação que o capítulo final da quarta temporada: será mesmo que Eles estão cumprindo a Vontade De Deus ao permitirem que Lúcifer fosse solto a fim de iniciar mais uma limpeza planetária, que não foi a única conforme disse Zacariah (Kurt Fuller)? Ou estão cumprindo a Vontade Deles, pois, como disse a Dean o mesmo Zacarias ao ser perguntado sobre a Presença de Deus em toda aquela trama, que Este “tirou férias”? Um ponto que, com toda a certeza, incomoda aos católicos e protestantes mais fervoros, fanáticos e fundamentalistas, os quais devem odiar Sobrenatural exatamente pelo poder que este exerce ao fazer com que reflitamos e meditemos acerca de panoramas de discussões religiosas que saltam aos nossos olhos a todo instante na narrativa. Por muitos momentos, a essência de questionamentos como estes torna-se tão profunda e riquíssima que a densidade do roteiro do seriado ganha proporções avassaladoras e nos coloca diante de visões as mais várias referentes a papéis existenciais que nós mesmos, aqui neste nosso mundo tão idêntico ao mundo de Sobrenatural, temos para com Deus, os Anjos, Lúcifer e os Demônios.


E os seres humanos comuns, pegos nesta Guerra Eterna de Anjos contra Demônios, são apenas coadjuvantes, vítimas indefesas ou responsáveis, como todos os Seres Elevados e Caídos da Criação, pelo advento do Apocalipse? Neste ponto, confesso que o seriado peca por não posicionar a Humanidade no mesmo caldeirão de culpas, mostrando-a como “coitadinha, está no meio de um embate no qual não poderá sair viva!” Seria uma falha ou algo ainda a ser explorado? Ou já é explorado, já que a facilidade em Demônios se apossarem de humanos é bem explosivamente tratada pela própria Imperfeição dos Espíritos encarnados na Terra? Não se faz aqui um jogo interpretativo, mas, este Inominável Ser que vos escreve, um fanático racional por Sobrenatural e toda a riqueza referencial do mesmo, que é uma homenagem à História do Cinema de Terror e Horror, quer apenas induzir a esse questionamento todos vós, cadáveres leitores. As entrelinhas dizem muito... As coisas ocultadas no roteiro são, sim, perceptíveis... Deixem-se guiar pelo que o roteiro tem a nos dizer indiretamente... Demônios... Anjos... Deus... Lúcifer... Caçadores... Os humanos... A meu ver, na minha opinião, em Sobrenatural todos são culpados pelo estrondoso deteriorar do planeta, da constituição de todos os alicerces do sistema visível e invisível planetário. Bombas de erros, bombas de desgraças, misérias, tragédias, lágrimas, massacres... A mistura tem a força de infinitas bombas atômicas e cada impacto delas soma-se ao que nos bate na face a todos os instantes nos quais nos sentamos diante da televisão e assistimos aos telejornais ou pegamos um jornal para ler ou acessamos os conteúdos mais bizarros e criminosos virtuais: A Desgraça Contemporânea! Ou vós achais, cadáveres leitores, que estamos em estado de graça? Ou vós achais, cadáveres leitores, que os assuntos abordados em Sobrenatural são apenas ficção ou diversão, simples ficção, simples diversão? Ou vós achais, cadáveres leitores, que tudo mostrado nele é apenas algo fictício na maior parte das vezes? Ou vos achais, cadáveres leitores, que não há, realmente, uma Guerra Espiritual entre Caídos e Elevados, todos Espíritos de várias e várias e várias inumeráveis Hierarquias, do Alto e do Baixo, neste exato momento? Ou vós achais, cadáveres leitores, que estamos distantes de tudo aquilo que nos guia a sermos tão fissurados em cada um dos passos dos Winchester em histórias que exploram temáticas como Deus, Lúcifer, Céu, Inferno, Satanismo, Demonologia, Angeologia, Magia, Ocultismo, Bruxaria, Espiritismo, Thelema, Psicopatia, Religião, Filosofia e todos e quaisquer temas que são os mais cruciais temas que importam a todos nós?


Seja como for, que cada um assista Sobrenatural como quiser, atendo-se a esses pensamentos ou, simplesmente, se divertindo sem maiores preocupações. Afinal de contas, O Apocalipse já está aqui entre nós, e a Humanidade, em sua grande parte, prefere diversão, fodas, bebidas, comidas e Carnaval do que abrir os olhos para a Verdadeira Realidade...


Farei um release da pré-estréia da quinta temporada, que será exibida pelo SBT na segunda-feira (25/01/2010), aqui neste blog.


Até lá, cadáveres leitores!


Saudações Inomináveis a todos vós, cadáveres leitores!






Azazel - Fredric Lehne



Meg - Nicki Aycox



Ruby - Katie Cassidy


Ruby - Genevieve Cortese



Uriel - Robert Wisdom


Zacariah - Kurt Fuller




Castiel - Misha Collins
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