22 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Roah (2003)

Roah – 2003





Tracklist


01 — Ha T'annah

02 — Siferah

03 — Ai-Lu

04 — Iillah

05 — Merra Tah

06 — Kiam Kiam

07 — Iina Tamiira (v.2)

08 — Raah Dhar

09 — Hora

10 — Keruah

11 — Haya Haya

12 — Ihirrah

13 — Mathaar D'Ham



Aqui temos um encontro ainda com a essência dark...

Uma atmosfera obreira, ainda, nas Trevas...

Trevas dançam...

Trevas absolutamente dançantes...

Trevas absolutamente inspirantes...

As Trevas de DVAR, que em cada música Revela-Se Pai de uma Sonoridade Maior...

Um álbum que introduz na sonoridade do DVAR a utilização de mais elementos tribais, uma percussão de excelentíssima roupagem pontuando músicas que te introduzem em um ritual místico de uma tribo das mais elevadas. Uma tribo de nativos de um mundo que se expande nas Trevas, recebendo as Luzes com um tipo de conhecimento mais revelador das mesmas do que naqueles que estão nela permanentes. DVAR, Este Ser que passa A Mensagem Das Trevas nas músicas da banda, medido e calculado não pode ser pelos que dançam equilibrados pelas balanças das luzes dos sóis; é preciso estar nas Trevas, é preciso ser das Trevas, é preciso nascer e renascer sempre nas Trevas para Comprender DVAR e Ser DVAR.

Ha T'annah, um jogo sombrio de uma voz cavernosamente impressora de uma sensação de encontro com vastas e longas sombras que dialogam com a nossa mente, uma utilização de instrumentos musicais folclóricos perfeitamente em matrimônio com recursos eletrônicos, uma batida tribal lenta, baixa, liberando uma sensação de frescor hipnótico.

Siferah, uma batida tribal mais um pouco avançada, elementos de uma melodia das mais rapidamente graciosas formas abissais, a voz evocativa de um ritual que nos impele a ouvi-la vendo em nosso redor diversas formas novas de coisas que não estiveram jamais em nosso redor.

Ai-Lu, uma transcendente tribalista evocação de sentidos primais, uma música que evoca em nossas consciências sementes ocultas de épocas que vivemos antes de todas as épocas, mais livres, mais felizes, um facho de luz, Lightwave, em meio ao atmosférico elemento dark proporcionado pelas músicas anteriores.

Iillah, uma rápida incursão a um enxame musical onírico, voz e batida tribal coroando uma reminiscência estranha aos mortais olhos.

Merra Tah, em redor de uma fogueira uma dança, as Trevas dançando nas sinfônicas batidas renascedoras de Espíritos nadantes nas Trevas, urros, gritos, sussurros, magnífica música expressando uma agitação gutural d'alma repleta de danças que se ocultam nas sombras a mais além da própria sombra.

Kiam Kiam, uma melódica canção alusiva a bastante névoa, climas espectrais em uma voz roucamente induzida ao induzir-nos em direção ao cúmulo de uma tempestade das mais calmas aos nossos ouvidos amplamente resolutos no cair de raios que irrompem nas Trevas.

Iiina Tamiira (v. 2), IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, a segunda versão desta música que eu AMO, que eu ADORO, mais, lenta do que a primeira versão, na qual DVAR, Em Verdade, se apresenta guiando um ritual místico que apenas as Trevas podem fazer conscientes aos que Bebem de seu Amor, O Amor Das Trevas nesta música, O Alto Amor Das Trevas, uma dança que instiga uma dança dolorida, pois a dor ensina, a dor é o impulso dos maiores ensinamentos no Mundo Das Trevas, A Dor dança, DVAR dança, o caminho não é fácil, O Caminho Das Trevas é para os poderosos, é para os fortes, é para Os Filhos Da Grande Noite Cientes De Suas Trevas Interiores!!!!

Raah Dhar, expressão continuista de Iina Tamiira, uma evocação da seriedade de toda Obra Das Trevas, DVAR passa a mensagem de atentar-se para cada detalhe das pequenas coisas nas Sombras, das grandes coisas nas Sombras, as nossas Internas Sombras, as Externas Sombras do mundo, Sombras que ensinam a adoração de uma busca e de uma meta que centralize cada tatear nas Trevas...

Hora, palmas, palmas, palmas, uma maior aceleração das batidas tribais, algo que instiga a dançar em honra às Trevas, os urros da voz sensibilizam nossos corpos, danças estranhas, danças conhecidas, danças sempre sagradas, espetáculo máximo das Trevas Encontradas!

Keruah, um elemento étnico interessantíssimo, reunindo a rítimica característica da mais dançante visão da Música Árabe com batidas tribais que lembram as de tribos indígenas africanas, demonstrando que DVAR relaciona-se com todos os povos, demonstrando que DVAR fala todas as línguas, demonstrando que DVAR é acessível a todas as etnias e povos se nestas etnias e povos existirem Seres que realmente tenham em si As Trevas dentro d'alma. Uma magnífica música, que não deve ser confundida meramente como de “Dança Do Ventre” já que o enfoque dela é ritualístico, místico, e não festivo a ponto de embalar apresentações fúteis de dançarinas.

Haya Haya, outro elemento interessantíssimo, agora acrescentando à percussão um elemento de marcha militar, daquelas que tocadas são por orquestras militares. No entanto, A Marcha que a música comanda é a das Trevas em Guerra não com as Luzes, pois as Duas são Irmãs Eternas; é A Marcha a favor da Afirmação dos Filhos Das Trevas em sua Senda, uma Força que DVAR transmite na música que vem a alimentar e a fazer vibrar todos os chakras, liberando Kundalini de sua prisão e fazendo-a em nós marchar marchar marchar, sibilar sibilar sibilar...

Ihirrah, aqui retorna a musicalidade árabe, quase pura, não fosse a mescla com os instrumentos eletrônicos, que molda uma dançante melodia que suave se transforma em uma esplêndida ritualística que dança nas bases de uma voz das mais hipnotizantes. O vocalista da banda sempre canta hipnoticamente e, especialmente nesta música, transfere-nos para o seu próprio transe, transe evocativo de DVAR, transe invocativo de DVAR, DVAR que chega o mais devagar possível na harmonia das batidas, DVAR que possibilita passos nas Trevas que cativam as maiores outras buscas Nelas...

Mathaar D'Ham, a última música, a última transmissão de DVAR neste álbum, uma transmissão que faz pulsante O Brilho Das Trevas, O Som Das Trevas, As Luzes Das Trevas, As Trevas Das Trevas, pois, afinal de contas, DVAR É Aquele Que Tateia Nas Trevas Apresentando As Melodias Que Percorrem Os Abismos E Os Subterrâneos E Que São Recebidas Em Todas As Esferas Pelos Verdadeiros Filhos Das Trevas...
Share:

0 Ossos Lançados:

Tecnologia do Blogger.

Sobre Esta Cova







Inomináveis Saudações a todos!



Este é o blog do Projeto Companhia De Organizadores De Viagens Abissais (C.O.V.A.), o qual é totalmente voltado para a Arte Sombria, em suas manifestações através da Poesia, Literatura, Pintura, Desenho, Ilustração, Arte Digital, Música, Escultura, Arquitetura, Cinema e novas expressões artísticas e intelectivas que a todo o momento brotam das mentes dos que abordam tal temática. Com o intuito de reunir o máximo possível de artistas e interessados na mesma, então, aqui fundo este blog para divulgar o trabalho realizado nas páginas de mesmo nome existente no Forumeiros, além da elaboração de postagens com assuntos que não está no mesmo disponível.



Bem-vindos, Coveiros e visitantes!



Bem-vindos, cadáveres leitores!



Saudações Inomináveis a todos!



Inominável Ser

O COVEIRO

ADMINISTRADOR



Os Escribas Coveiros

Enterram-Se Nesta Cova:

Blog Archive

Labels

Covas Recomendáveis

Parcerias

Meu Perfil No Facebook

Lápides Eternamente Inderrubáveis

Recent Posts

Unordered List

Inomináveis Saudações! Escolham um de nossos banners e tornem-se Parceiros do Projeto C.O.V.A., enviando-nos o banner e o link de vosso trabalho para este endereço de e-mail: projetocova@gmail.com Design por Laracna D'Angels

Theme Support