23 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Rakhilim (2004)

Rakhilim – 2004





Tracklist

01 — Rakhilim
02 — Ieroh
03 — Ieroh 2
04 — Yar Yar
05 — Ir Rakhilim
06 — Leriil
07 — Naakhiil
08 — Ya Raii Ta Hirrih
09 — Hanaar
10 — Nadrah
11 — Schekhirail
12 — Yalaraa T'Kiin
13 — Tavirim
14 — Amaas Takhi
15 — Kamharim
16 — Schraii
17 — Vo Rakhilim
18 — Arraheem
19 — Ieroh 3
20 — Nehadaim



DVAR E Suas Luzes...

DVAR E Suas Amplas Luzes...

DVAR E Suas Sagradas Luzes...

Este álbum é já uma completa relíquia do Lightwave, um gênero que a banda desenvolve tão genuinamente de um modo intenso quanto o Darkwave. Uma obra-prima do gênero, todas as notas musicais são perfeitas, vibram em nossas consciências e alcançam as nossas almas de um modo proporcionante de uma calma das mais suaves... Alguns elementos marciais introduzidos no álbum anterior são aqui continuados em algumas músicas.

Rakhilim, a introdução, batida marcial, toques sensoriais, elementos de entrada a um universo de vastas emoções que são como as que vivenciamos quando em passeios tranquilos por vastos jardins, uma música de velocidade conduzente a uma veracidade pulsante de transes brilhantes...

Ieroh, marcial batida que empolga, uma fortalecedora batida que DVAR nos Revela como inspiradora de nossas Vontades, uma música das mais vivas, uma música das mais realizadoras de um desejo de guerrear continuamente, não com armas nas mãos, mas com almas repletas de caminhos que possam nos proporcionar uma segura execução de todos os nossos passos.

Ieroh 2, de menot duração que a sua versão original, apresenta apenas os sussurros do vocalista, abole a batida marcial, é uma melodia Ambient introduzida para dar-se a dimensão de serenidade que o álbum possui.

Yar Yar, expressiva da serenidade acima citada, gostosa melodia repleta de ampla florida roupagem, uma mística sinalização de encontros com o Eu de uma maneira que resgate um tanto de inocência nossa, DVAR, mais do que nunca, transmite-nos mais uma Face de Sua Essência.

Ir Rakhilim, uma continuação de Rakhilim, sem os elementos marciais, como ocorreu em Ieroh 2, apresentando os mesmos elementos sussurrantes e uma vibração que nos remete a uma tarde nublada e silenciosa das mais atraentes...

Leriil, uma ligação silenciosa, preciosa meta musicalmente oculta entre Luzes que se elevam no álbum, tranquilamente presente qual fantasia resgatável...

Naakhiil, a batida marcial apresentada, um encontro desta com uma maneira mais suavizada de apresentar-se, uma música conduzida orquestralmente orientada para uma dinâmica forma de autoconhecimento, suas notas preciosas recomendam uma meditação que DVAR sussurra em nossos Espíritos...

Ya Raii Ta Hirrih, uma corrida, corrida festivamente alegre e, ao mesmo tempo, exercitante de uma ritualística musical silvestre, um encontro com a Natureza de DVAR enriquecida por lembranças as mais alegres e naturais que nosssas mentes tomam ao ouvirmos a música espiritualmente concentrados...

Hanaar, Grande Sonho, Grande Sonhar, Grandes Noções, Grandes Emoções, Grandes Reencontros, um minuto e trinta e sete segundos de uma música das mais tristes, assopra um vento milenarmente antigo, um saudável antigo vendaval de lembranças que DVAR nos traz novamente em nós, lágrimas caem na suavidade de um piano, os chakras vibram como senhores de um hipnótico estado, Kundalini Adormece, Kundalini Desperta, Kundalini enrosca-se em nossas lágrimas...

Nadrah, continuando a suavidade, a mesma harmônica suavidade, o vocalista calmamente sussurra, tragando-nos para um esplendoroso encontro com visões sonhadas em expoentes máximos.

Schekhirail, Sonhar mais um pouco, Grande Sonhar mais um pouco, hábil voz dos sonhos que aos poucos DVAR faz ressoar com a brilhante ondulação de Seu Luzidio Mar...

Yalaraa T'Kiin, ondas de pequenas notas das mais suaves, um abaixar e elevar harmônico, espiritualmente situando-se nas vibrações de todos os sonhos que se erguem e abaixam em nossas mentes despertos e adormecidos...

Tavirim, uma mais eletrônica abordagem em uma encantante dinâmica musical, validando o onírico templo que DVAR construiu em todo o álbum, de maneiras universalmente capitais e ilimitadamente altíssimas...

Amaas Takhi, AMAAAAAAAAASSSSSSS TAKHIIIIIIIII, preciosidade musical embalada por um mágico coral, vozes ecoando dentro de uma sala que se torna uma Criação, a sensação do Big Bang que traz luzes arrematadoras de nosso Ser, DVAR dialogando com nossos tremendos abismos, DVAR dialogando com estes abismos dentro de nós e a eles levando sua Musical Luz Abismal!

Kamharim, encanto equilibrante dos veículos internos, massa bem definida de notas relaxantes e somas de naturais calmantes...

Schraii, maravilhosíssima música presente em Piirah e em Taii Liira, o álbum que se segue a este.

Vo Rakhilim, a terceira abordagem do mesmo tema melódico, agora apenas mantendo a base eletrônica, efetuando uma rítmica sensação um pouco mais agitada do que nas duas versões anteriores.

Arraheem, relaxante ambiente, deitar ao solo e ouvir esta música como se nem a Criação toda existisse é a recomendação maior de DVAR, as notas transitam em Antigas Esferas, As Grandes Esferas Musicais, e, como Poe, podemos ouvir A Música Das Esferas, relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar...

Ieroh 3, o tema espinhal das duas versões anteriores de Ieroh ao piano, uma bela execução que nos dá uma melhor idéia dos estudos avançados musicais que os membros da banda efetuam, já que nesta música eles efetuam um contato rápido com o Neoclassical.

Nehadaim, DVAR e sua mensagem final, DVAR em mais uma mensagem final de mais um álbum elementar a ecistencialmente expressá-lo neste mundo, DVAR, Seu Mundo, espetáculo das Trevas, espetáculo das Luzes, Equilíbrio, Eterno Equilíbrio, de um Ser entre Esferas Musicais Nos Limiares De Todas As Coisas Apresentáveis E Ainda A Serem Apresentadas E Que Já Estiveram Presentes Diante Da Eterna Existencialidade Cósmica...

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