21 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - PIIRRAH (2002)

PIIRRAH - 2002






TRACKLIST

01 - Al Hilaji
02 - Iina Tamiira
03 - Taai Liira
04 - Vo Rah Arrah Iill
05 - Hissen Raii
06 - Iih Rah
07 - Abisser
08 - Itiir
09 - Vaii Han
10 - Schraii
11 - Ariil Iaat



Inomináveis Saudações a todos.

Espaço De Trevas.

Regiões Inauditas Das Trevas.

Espetáculos Das Trevas.

Reinados Das Trevas.

Exploráveis Trevas.

Especiais Trevas.

Violentas Trevas.

Suaves Trevas.

Sedutoras Trevas Adiante Do Ser.

Amigas Trevas No Ser.

Acompanhantes Trevas No Ser.

Coroantes Trevas No Ser.

Totalizantes Trevas No Ser.

Al Hilaji, a introdução é uma oração de sinistra concepção, batidas entranhadas em conexão com os instantes desencadeadores de trevosas vozes no Ser.

Iina Tamiira, ah, Iina Tamiira... Poderosa música, Poderosa Musa Das Trevas, Melódica Música Das Trevas! Espiritualmente, é uma Ode À Escuridão, tanto as interiores quanto as exteriores e hipnotiza se você se deixar por ela guiar e dançar, dançar de olhos fechados, cobrindo o rosto, esquecendo o mundo... É a música que me devora, me fortalece, me encobre de mais Trevas e Trevas e Trevas para poder continuar a neste trevoso mundoso caminhar. Sua harmonia é uma batida primitiva, beirando ao espaçoso templo do contemplativo estado de êxtase; Iina Tamiira deixa em êxtase, êxtase solitário, êxtase supremo, êxtase transcendente a si mesmo.

Taai Liira, TAAAAAAAIIIIIIIIIIII LIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRA, em cadências de cadeias plenas de altitudes sombrias, encaminhando o Ser para um desesperado correr por sensações de encontro com o mais primitivo dos sentidos! Ouvir Taai Liira, TAAAAAAAAAAIIIIIIIII LIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRA, é se deixar estrelar uma peça de um teatro quedante, mas prazeroso, mui prazeroso, para aqueles que são das Trevas, que não fogem das Trevas, que não temem as Trevas, que não negam as Trevas!

Vo Rah Arrah Iill, melodia selvagem, melodia louca, melodia acompanhando a chegada de estados ferozes do Ser ao encontro de sendas inauditas que poucos conseguem controlar. VOO RAAAH ARRAAAAAH IILLLLLLLLL, cantada assim, estupendamente, em uma sussurrante rouquidão a estremecer os interiores quadrantes, oferecendo experiências de mais encontros aterrorizantes, mais espectros, outros espectros, Os Espectros Diante Do Espelho, A Alma Eterna Diante Do Espelho Refletindo Os Espectros!

Hissen Raii é uma marcha guerreira, uma melodia que bem caberia em campos de batalha. Sente-se o frescor das lutas, do derramamento de sangue, do seguir a corrida das batalhas travadas interiormente e exteriormente. Explodem os instrumentos, a parte elementar da melodia é um encantamento, um gerador de benefícios diretos ao vital elemento do plano do Eu em seguir as notas da música que evoca ao Estado Guerreiro, fazendo estremecer, fazendo fortalezas ascenderem, fazendo formas se equilibrarem, sempre na GUERRA, marcha na GUERRA, melodia na GUERRA, harmonia na GUERRA, marcha e marcha e marcha de Hissen Raii, MARCHA E MARCHA E MARCHA GUERREIRA!!!

Iih Rah, IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIH RAAAAAAAAAAH, trevosa música, trevosa voz rouca sempre em todas as músicas mais trevosa ainda nesta, em especial! É poderosa a batida única e hipnotizante, como a de um tambor de uma das Tribos Das Trevas, tocando e convocando, tocando e reclamando, tocando e clamando, pelas Trevas de quem ouve cada expansão da batida.

Abisser, abismal Abisser... Abismal Abisser... Abismal Abisser.. Abismal Abisser... AAAAAABIIIIIIISSEEEEEEEEER, chamando O Abismo, Sendo O Abismo, Encarnando O Abismo, Encantando O Abismo, Formando O Abismo! Abisser, música dentro de temática absurdamente a mais obscura possível de se crer e de se conhecer, uma estranheza dantescamente pura, singular e deliciosa.

Itiir, uma descida às Outras Trevas, batida em sonoridade carregada de assombros e macabros intentos encaminhantes a macabros terrenos. Marca a música uma atmosfera de tensão pulsante, tensão encaminhada para uma expansão da consciência a cada batida, cada batida cadenciadora da explosão de uma Forma, cada batida elaboradora da eclosão ininterrupta de uma Não-Forma, O Conteúdo Das Trevas das duas maneiras, Suas Duas Maneiras, sendo Manifestado a cada nervosa nota.

Vaii Han, uma música nervosamente executada, a voz do interpréte se torna mais marcante na macabra concepção do desenrolar do que canta, guiando para uma exaltação puramente evocadora de catastrófica conseqüências internas. Pulula durante a execução da música uma dose de perversidade, uma dose de crueldade, uma dose de trovoadas trazendo misérias e desgraças, uma dose de tronos erguidos para levarem misérias e desgraças a todo canto conhecido. A violência da música é chamativa, é exploradora de uma carga de intensos espontâneos rodeios nas Trevas em círculos sempternos.

Schraii, Balada Das Trevas, uma Balada Das Trevas, BALADA DAS TREVAS? Sim, em Schraii há uma triste mórbida balada, uma balada evocando nossas lembranças mais cortantes e atuantes em nossa interior dose de pessoais desgraças, uma balada emoldurando toda a exposição nossa a tais lembranças. É belíssima a melodia, a execução primorosa dos sintetizadores, a eletrônica moldura de uma trevosa balada de espetacular resultado, que é o de uma concreta inquietude, concreta tristeza, concreta angústia, concreta incerteza, concreta fealdade, pois a fealdade interior ela revela, a fealdade de nossos egoismos, de nossos egotismos, de nossos passos em direção às quedas que temos por sermos fracos. É uma música de atmosfera melancolicamente moldada, executada, concretizada.

Ariil Iaat fechando o álbum, fechando os Portões Das Trevas, Portões que, no entanto, continuam abertos, pois uma vez que se ouve DVAR, toda vez que se ouve um álbum do DVAR, as Trevas permanecem no Eu. A fechar o álbum com envergadura de separadora, contendora e plena doadora das Trevas.

DVAR MEGHIRAH

DVAR MAERAIE

DVAR MNARENA

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