30 de novembro de 2009

Dos Caminhos

Inomináveis Saudações a todos.

Caminhos. Passos no escuro, grandes ou pequenos, insinuantes e sinuosos. Espaços de sentidos para o alcance de algo em si mesmo e além de si mesmo, um grande objetivo, um grande intenso rumo de desafios.



Eliphas Levi Zahed


Caminhos. Desafios, sim, desafios pela Palavra, desafios incessantes, muitos e muitos desafios. A Grandeza se acumula nas mãos dos desafiadores do Destino, mas desafiar o Destino é ser o condutor do Carro, condutor dos inícios, dos fins e das conclusões de cada passo.




Helena Petrovna Blavatsky


Caminhos. Espelhos de intensidades, intensificações do Espírito, elaboração dos objetivos d'alma em uma meta determinadora do conduzir-se na Existencial Estrada. Os povoados caminhos, os povoados súbitos caminhos a serem povoados, ah, como é determinativo de Altas Ascensões essa liberdade de Verdadeiramente Caminhar!




Charles Webster Leadbeater


Caminhos. Caminhar, Verdaderiamente Caminhar! Verdadeiramente Caminhar, sentindo e sendo cada passo que a Existencial Estrada tem a sinuosa e silenciosamente ensinar. No Sinuoso, o Rumo, Verdadeiro Rumo. No Silêncio, A Roda. A Verdadeira Roda. As mãos transbordam, A Mão Transborda.




Annie Besant


Caminhos. A Mão Transbordante. A Mão Reinante. Grandes Mãos. Apontando. Indicando. Sugerindo. Fazendo A Escolha, que é sempre A Escolha Do Adepto.




Dion Fortune


Caminhos. Mão Esquerda. Mão Direita. Qual a diferença? Qual a Suprema Diferença? Não, não é na Face Cósmica que podemos medir tais diferenças, já que as diferenças são humanas gerações. No Kosmos, não há A Diferença. Para O Kosmos, não existem diferenças.




Aleyster Crowley


Caminhos. O Kosmos Uno. O Kosmos, O Todo. O Kosmos, O Nada. Não se pode negar O Todo. Não se pode negar O Nada. Assim como não se pode negar a essência, a integridade e a seguridade toda verdadeira de cada Caminho. São todos autênticos caminhos.




Jack Parsons


Caminhos. A via correta, a via incorreta... Não, não se pode ser Julgador, apenas Caminhante. Caminhante em uma Estrada própria, Caminhante em uma Senda própria, Caminhante em um sentido próprio, Caminhante a favor da Natureza, Natural Caminhante Natural.




Anton Szandor LaVey


Caminhos. Sedosa Virtude. Sedutores Vícios. Vícios e Virtudes consumidos, O Adepto compreende O Alto e O Abismo, fazendo em si O Abismo e O Alto. O Adepto é Completo, É Luz, É Trevas, É Tudo, É Nada, É Kosmos, É O Um.




Michelle Belanger


Caminhos. Nada estranho. Nada parecido. Nada encontrado. Nada possível. Nada impossível. Em instantes, No Instante, apenas O Vazio, apenas O Silencioso Vazio. E tudo é como dito e não escrito em nenhum livro por aquele que foi O Maior De Todos Os Magos E Ocultistas Da História Terrestre:




Jesus de Nazaré


Caminhos.

Qual é o vosso Caminho?

Qual é o vosso Não-Caminho?

Sabeis o que é O Caminho?


Saudações Inomináveis a todos.

29 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Zii (2008)

Zii – 2008





Tracklist


01. Vah Raii Uvah

02. Zag'zagah

03. Miaahu Piaahu

04. Naa

05. Greih

06. Yo-Or

07. Zhaka Taka

08. Habi Tabi

09. Yoffi!

10. Maaqwai

11. Ko Ki Ki

12. Taana Havaynah




O álbum mais recente da banda e o terceiro da mesma que não possuo; no entanto, algumas ilustrações do booklet consegui reunir pela Internet e posto-as a seguir.























28 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Jraah Mraah (2007)

Jraah Mraah – 2007





Tracklist

01 — Hor Hor
02 — Jraah Mraah
03 — Seei-Puii
04 — Oryah
05 — Taan Dari
06 — Horri
07 — Zakkah
08 — Kroom Kroom
09 — Hillakheterim
10 — Meeharra
11 — Hii Yatahaal
12 — Milereheim
13 — Toriah Myah
14 — Arraheem
15 — Haarha Daalan
16 — Meshairviit
17 — Siilegham
18 — Zaa Zaa
19 — Tarii
20 — Vakh A'raha
21 — Ya-Goh
22 — Mi Haim
23 — Naari Mokeroh
24 — Oum Arandah
25 — Yamah Dah
26 — Hannamael
27 — Farimuz
28 — Ir Leriil
29 — Raah Dhar
30 — Baar



O segundo álbum do DVAR que não possuo, apesar de ter em MP3 algumas músicas: Hannamael, Ya-Goh, Jraah Mraah e Kroom Kroom. Há neste álbum, conforme o tracklist, músicas lançadas em álbuns anteriores.

27 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Oramah Maalhur (2005)

Oramah Maalhur – 2005





Tracklist

01 — Noohaliroh
02 — Akhtariil
03 — Ta Matii Yadhan
04 — Itlabshaar
05 — Raamshar
06 — Hinderashim
07 — Ah Mcnahaim
08 — Hosermoah
09 — Lyarrah
10 — Seir Koham
11 — Mi Raamshar
12 — Nomenahaim 2
13 — Iihotoeohain
14 — Akhtariil 2
15 — Nomenahaim
16 — Laay Iill
17 — Raah Dhar
18 — Oramah Maalhur



A Máxima Transcendência...

Transcendência E Luzes...

A Grande Transcendência...

De DVAR!!!

De DVAR!!!

De DVAR!!!

De DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

DE DVAR!!!

Este é o mais espiritualizado álbum da banda, uma ode ao Espírito, uma ode ao Transcender, que apenas pode ser ouvida quando a própria alma compreende que Trevas e Luzes devem estar casadas e em paz dentro de um Ser. O gênero Lightwave se consolida na trajetória da banda e tem o seu ápice neste álbum, outra obra-prima entre todas as obras-primas inspiradas por DVAR, cuja Voz vai sendo muitíssimo bem decifrada pelos músicos que compõem o trio de desconhecidos eremitas responsáveis pelo seu divulgar no mundo contemporâneo. Este álbum expressa uma energia muitíssimo positiva, afirmando e confirmando que até aqueles que caminham nas Trevas podem, sim, ter em si A Luz Mais Transcendental; sua audição nos recheia de mundos além dos nossos conhecidos mundos e podemo ouvir DVAR tanto quanto os músicos que Ele escolheu podem ouvi-lo...

Noohaliroh, intensa, imensa, A Presença, Essencial Presença, das Forças Transcendentais De DVAR!

Akhtariil, possante, rápida, uma tribo a tocar, A Transcendental Tribo De DVAR!

Ta Matii Yadhan, energética, impulsiva, A Transcendental Voracidade De DVAR!

Itlabshaar, mais Energia, mais Impulso, O Pulso, O Transcendental Pulso De DVAR!

Raamshar, Consciente Força, Consciente Batida, A Consciência, A Transcendental Consciência De DVAR!

Hinderashim, pontos bem tocados, Passos, Os Transcendentais Passos De DVAR!

Ah Mcnahaim, Alta Transcendência, Alta Música Transcendental, Alta Alta Alta Música, Espaços Vistos, Espaços Percorridos, Tempos Vistos, Tempos Percorridos, Antigos Antigos Antigos Tempos, Eternos Eternos Eternos Tempos, A Eterna Transcendência De DVAR!

Hosermooh, Natureza Cantante, Natureza Ricamente Cantante, A Transcendental Natureza De DVAR!

Lyarrah, Tempo/Espaço, Tempo/Mente, Tempo/Alma, Transcendentais Caminhadas De DVAR!

Seir Koham, Alimento, Sobremesa, A Mesa, A Transcendental Mesa De Refeições De DVAR!

Mi Raamshar, rápido, seguro, Estado, O Transcendental Estado De DVAR!

Nomenahaim 2, Criaturas, Crianças, Adultos, Idosos, A Transcendental Família De DVAR!

Iihotoeohain, Leito, Legitimidade, Ritmo, A Transcendental Harmonia De DVAR!

Akhtariil 2, Dança, Fogo, Tudo, Todo, Os Transcendentais Elementos De DVAR!

Nomenahaim, Amplidão, Adormecimento, Despertar, O Transcendental Hipnotizar De DVAR!

Laay Lill, As Galáxias, Outros Mundos, Outros Planos, Outras Dimensões, As Transcendentais Viagens De DVAR!

Raah Dhar, Chegada, Parada, Saída, Ascensão, Altas Buscas, As Transcendentais Obras De DVAR!

Oramah Maalhur, Desdobramento, Desligamento, Unificação, A Transcendental Unidade De DVAR!

DVAR AMASNA

DVAR AEOPR

DVAR GARYN

DVAR ABAE

DVAR AASEO

MOKHUR DVAR

DOKHUR DVAR

DERAUR DVAR

26 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Madegirah (2005)

Madegirah – 2005





Tracklist

01 — Hwhy
02 — Laali
03 — Hiri Noai
04 — Taranah
05 — Iill
06 — Ya Kah Tya Kah
07 — Arraheem
08 — Khela Baash
09 — Madegirah
10 — Teremiah K’ruun
11 — Iakhuut!
12 — Kaah
13 — Arvakh
14 — Lilk
15 — Ud Rah
16 — Kiam Kaah
17 — Linah
18 — Ya Nar
19 — Airim
20 — Herrah Kiyar



Não possuo este álbum, que parece ser uma coletânea de músicas lançadas em EP's e nos CD's anteriores e sobras de estúdio que seriam posteriormente lançadas nos álbuns que se seguiram.

25 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Hor Hor (2005)

Hor Hor – 2005





Tracklist

01 — Maadi Ya Haadi
02 — Hishmaliin
03 — Tzamihavar
04 — Eraam
05 — Hor Hor
06 — Yashaar
07 — Myadah
08 — Maad K'han
09 — Vaii Daha
10 — Annoahim
11 — Lyarrah 2
12 — Takhiir
13 — Hor Hor (2)
14 — Yashaar 2
15 — Akhi Raandah!
16 — Hiyari Naai
17 — T'ndara Kitah



Mais uma vez, o Lightawave, uma Alta Espiritualidade agora somando-se ao conteúdo musical que DVAR ao mundo dá. DVAR é uma banda mutante, em constante evolução, corajosa na elaboração de álbuns com personalidades distaintas senhores de uma Alma que podemos tocar.

Maadi Ya Haadi, alegre introdução, felicidades musicais presentes em uma ordenada expansão de notas abertas e fecundantes de nossas almas a elas abertas!

Hishmaliin, luz vibrante carregando a mesma Energia, esta Energia que DVAR assopra em nosso Ser qual uma alimentação permanentemente incrementadora das vibrações transcendentalizantes que se sucederão nas músicas que seguem-se às duas iniciais!

Tzamihavar, batida alegre, batida possante, canto alegre, canto possante, permitindo alegóricas viagens a pictóricos mundos onde estéticas musicais mais altas encontráveis estão!

Eraam, uma música que possui um exótico canto, que ao mesmo tempo evoca algo cômico faz permanecer um mistério bem latente que apenas os que buscam seus verdadeiros significados podem descortiná-los ao espiritual olhar...

Hor Hor, alegre passagem, alegre traje, DVAR permite uma festividade, uma festividade que DVAR adverte para que não seja excessiva, externada, mas internamente vivenciada!

Yashaar, o pedido e a recomendação de DVAR presentes acima manifestam-se mais claros nesta música, na qual os instrumentos estão menos elevados aos patamares festivos, na qual há uma suavização da percussão, admitindo que sempre há de imperar a conscientização de que o Interno deve festejar na sobriedade silenciosa que não berra aos quatro cantos do mundo as suas descobertas.

Myadah, MYADAAAAAAAAH, MYADAHHHHHHHHH, MYADAHHHHHHH, após a conscientização, o continuar da interna festividade, música de animada vocalidade, música de animada verbalidade!

Maad K'Han, verbalidade alegre continuada, vocalidade alegre continuada, esta ilunminante música faz uso de eletrônica em harmônico casamento vitalizante para com a percussão, soando como um tremular justo de encantadora execução!

Vaii Daha, música bem parecida com o ser e não-ser de Eraam, instigando os que se interessam em resoluções de mistérios a buscarem seus sentidos ocultos em um vocal dos mais estranhos aos ouvidos acostumados com as convencionais forma de canto a ser executado...

Annoahim, como um cântico executável em antigos templos iniciáticos dá o seu existir aos nossos ouvidos, ANNOAHIMMMMMMM, ANOAHIMMMMMMM, ANOAHIMMMMMMMM, mantra de DVAR para a calmaria do Interno Lar...

Lyarrah 2, segunda versão de uma música que seria lançada apenas no álbum Oramah Maalhur, batida tribal recomendando novamente seriedade, uma parada na alegria que vai e vem no álbum, DVAR, sábio, transmitindo como um Mestre Maior as pegadas que os Iniciados devem dar para obterem O Império Do Interno Lar.

Takhiir, transmissão dos silêncios d'alma, ocultamento das batidas no imperial momento silenciante d'alma...

Hor Hor (2), segunda versão acrescentando mais elementos que justificam a primeira abordagem diretamente senhora de sua existencialidade...

Yashaar 2, segunda versão, reforçando o pedido de DVAR presente na primeira versão, qual um golpe na consciência para que a mensagem eternizada nesta seja.

Akhi Raandah!, esfuziante potência, uma última interna explosão da interna festa proporcionada por DVAR antes de...

Hiyari Naai, elaborando uma conjuntura centralizadora de elementos mais sérios ainda, DVAR permitindo-se transmitir um tipo de sensação de alerta para algo que ocorre, DVAR alertando para este algo que ocorre, DVAR Despertando os que podem ouvir para este algo que ocorre...

T'ndara Kitah, DVAR fechando mais um álbum no Mistério Maior que o envolve, música basicamente situada em Caminhos mais obscuros, em Caminhos mais estreitos, DVAR, Semeando Os Estreitos Caminhos, recomenda a cuidadosa subida da montanha, Ascender Sempre Olhando O Local Onde Se Está A Pisar...

24 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Taai Liira (2004)

Taai Liira – 2004





Tracklist


01 — Al Hilaji

02 — Iina Tamiira

03 — Taai Liira

04 — Vo Rah Arrah Iill

05 — Hissen Raii

06 — Iih Rah

07 — Abisser

08 — Itiir

09 — Vaii Han

10 — Schraii

11 — Ud Rah

12 — Hissen Raii V.2

13 — Vaii Han (Mix)

14 — Taai Liira (Dark Mix)

15 — Hissen Raii V.211

16 — Taai Liira (Light Mix)

17 — [unlisted]



Entre os fãs, este é considerado O Álbum; sou um grande fã da banda, considero Taii Liira outra obra-prima, mas não possuo uma preferência em especial por nenhum álbum, Amo os que tenho da banda da mesma maneira, com a mesma intensidade, com a mesma profundidade. Os fãs pelo mundo, e não são poucos, como eu estava dizendo, consideram este o melhor álbum da banda; sem dúvida nenhuma, a essência Darkwave mais pura e concentradora de seus elementos mais mordazes, mórbidos e aterrorizantes perfaz uma trajetória que o Povo Das Trevas presente materialmente na Terra amavelmente admira. Como pertencente a tal povo, recomendo aos que não conhecem o DVAR e sua obra, este álbum, inicialmente; ao mesmo tempo, terão contato com um Darkwave que faz jus ao seu elementar conteúdo e natureza.

Al Hilaji, Iina Tamiira, Taai Liira, Vo Rah Arrah Iill, Hissen Raii, Iih Rah, Abisser, Itiir, Vaii Han e Schraii encontram-se em Piirah; mas, não se trata de uma reedição deste primeiro álbum da banda. As versões de algumas músicas presentes neste Taii Liira dão uma personalidade bem diferente às músicas já lançadas pela banda: o mix de Vaii Han é uma explosão próxima ao Industrial Metal; o Dark Mix de Taii Liira redimensiona a cadavérica atmosfera da versão original e torna a música mais arrepiante ainda; a versão 211 de Hissen Raii explora novas vertentes da alma sinistra que se apronta revelada na versão original; e a última música passeia sublime por uma expectativa não de fim, mas de Iniciar Algo que DVAR eleva gerando uma sensação de que o álbum continua a tocar mesmo depois de terminada a sua duração...

Especial álbum desta minha banda preferida, que já ouvi milhares e milhares e milhares de vezes! Mais uma vez, recomendo aos que querem conhecer esta banda, os neófitos em DVAR, que iniciem essa trajetória a partir deste álbum que evoca e invoca em si mesmo todos os Seres Das Trevas, todas as Dimensões Das Trevas, todos os Mundos Das Trevas, todos os Deuses Das Trevas, nós, nós que somos Filhos Das Trevas encarnado em um mundo que falsamente segue uma Luz que nem nas Trevas é considerada Luz!

23 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Rakhilim (2004)

Rakhilim – 2004





Tracklist

01 — Rakhilim
02 — Ieroh
03 — Ieroh 2
04 — Yar Yar
05 — Ir Rakhilim
06 — Leriil
07 — Naakhiil
08 — Ya Raii Ta Hirrih
09 — Hanaar
10 — Nadrah
11 — Schekhirail
12 — Yalaraa T'Kiin
13 — Tavirim
14 — Amaas Takhi
15 — Kamharim
16 — Schraii
17 — Vo Rakhilim
18 — Arraheem
19 — Ieroh 3
20 — Nehadaim



DVAR E Suas Luzes...

DVAR E Suas Amplas Luzes...

DVAR E Suas Sagradas Luzes...

Este álbum é já uma completa relíquia do Lightwave, um gênero que a banda desenvolve tão genuinamente de um modo intenso quanto o Darkwave. Uma obra-prima do gênero, todas as notas musicais são perfeitas, vibram em nossas consciências e alcançam as nossas almas de um modo proporcionante de uma calma das mais suaves... Alguns elementos marciais introduzidos no álbum anterior são aqui continuados em algumas músicas.

Rakhilim, a introdução, batida marcial, toques sensoriais, elementos de entrada a um universo de vastas emoções que são como as que vivenciamos quando em passeios tranquilos por vastos jardins, uma música de velocidade conduzente a uma veracidade pulsante de transes brilhantes...

Ieroh, marcial batida que empolga, uma fortalecedora batida que DVAR nos Revela como inspiradora de nossas Vontades, uma música das mais vivas, uma música das mais realizadoras de um desejo de guerrear continuamente, não com armas nas mãos, mas com almas repletas de caminhos que possam nos proporcionar uma segura execução de todos os nossos passos.

Ieroh 2, de menot duração que a sua versão original, apresenta apenas os sussurros do vocalista, abole a batida marcial, é uma melodia Ambient introduzida para dar-se a dimensão de serenidade que o álbum possui.

Yar Yar, expressiva da serenidade acima citada, gostosa melodia repleta de ampla florida roupagem, uma mística sinalização de encontros com o Eu de uma maneira que resgate um tanto de inocência nossa, DVAR, mais do que nunca, transmite-nos mais uma Face de Sua Essência.

Ir Rakhilim, uma continuação de Rakhilim, sem os elementos marciais, como ocorreu em Ieroh 2, apresentando os mesmos elementos sussurrantes e uma vibração que nos remete a uma tarde nublada e silenciosa das mais atraentes...

Leriil, uma ligação silenciosa, preciosa meta musicalmente oculta entre Luzes que se elevam no álbum, tranquilamente presente qual fantasia resgatável...

Naakhiil, a batida marcial apresentada, um encontro desta com uma maneira mais suavizada de apresentar-se, uma música conduzida orquestralmente orientada para uma dinâmica forma de autoconhecimento, suas notas preciosas recomendam uma meditação que DVAR sussurra em nossos Espíritos...

Ya Raii Ta Hirrih, uma corrida, corrida festivamente alegre e, ao mesmo tempo, exercitante de uma ritualística musical silvestre, um encontro com a Natureza de DVAR enriquecida por lembranças as mais alegres e naturais que nosssas mentes tomam ao ouvirmos a música espiritualmente concentrados...

Hanaar, Grande Sonho, Grande Sonhar, Grandes Noções, Grandes Emoções, Grandes Reencontros, um minuto e trinta e sete segundos de uma música das mais tristes, assopra um vento milenarmente antigo, um saudável antigo vendaval de lembranças que DVAR nos traz novamente em nós, lágrimas caem na suavidade de um piano, os chakras vibram como senhores de um hipnótico estado, Kundalini Adormece, Kundalini Desperta, Kundalini enrosca-se em nossas lágrimas...

Nadrah, continuando a suavidade, a mesma harmônica suavidade, o vocalista calmamente sussurra, tragando-nos para um esplendoroso encontro com visões sonhadas em expoentes máximos.

Schekhirail, Sonhar mais um pouco, Grande Sonhar mais um pouco, hábil voz dos sonhos que aos poucos DVAR faz ressoar com a brilhante ondulação de Seu Luzidio Mar...

Yalaraa T'Kiin, ondas de pequenas notas das mais suaves, um abaixar e elevar harmônico, espiritualmente situando-se nas vibrações de todos os sonhos que se erguem e abaixam em nossas mentes despertos e adormecidos...

Tavirim, uma mais eletrônica abordagem em uma encantante dinâmica musical, validando o onírico templo que DVAR construiu em todo o álbum, de maneiras universalmente capitais e ilimitadamente altíssimas...

Amaas Takhi, AMAAAAAAAAASSSSSSS TAKHIIIIIIIII, preciosidade musical embalada por um mágico coral, vozes ecoando dentro de uma sala que se torna uma Criação, a sensação do Big Bang que traz luzes arrematadoras de nosso Ser, DVAR dialogando com nossos tremendos abismos, DVAR dialogando com estes abismos dentro de nós e a eles levando sua Musical Luz Abismal!

Kamharim, encanto equilibrante dos veículos internos, massa bem definida de notas relaxantes e somas de naturais calmantes...

Schraii, maravilhosíssima música presente em Piirah e em Taii Liira, o álbum que se segue a este.

Vo Rakhilim, a terceira abordagem do mesmo tema melódico, agora apenas mantendo a base eletrônica, efetuando uma rítmica sensação um pouco mais agitada do que nas duas versões anteriores.

Arraheem, relaxante ambiente, deitar ao solo e ouvir esta música como se nem a Criação toda existisse é a recomendação maior de DVAR, as notas transitam em Antigas Esferas, As Grandes Esferas Musicais, e, como Poe, podemos ouvir A Música Das Esferas, relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar relaxar...

Ieroh 3, o tema espinhal das duas versões anteriores de Ieroh ao piano, uma bela execução que nos dá uma melhor idéia dos estudos avançados musicais que os membros da banda efetuam, já que nesta música eles efetuam um contato rápido com o Neoclassical.

Nehadaim, DVAR e sua mensagem final, DVAR em mais uma mensagem final de mais um álbum elementar a ecistencialmente expressá-lo neste mundo, DVAR, Seu Mundo, espetáculo das Trevas, espetáculo das Luzes, Equilíbrio, Eterno Equilíbrio, de um Ser entre Esferas Musicais Nos Limiares De Todas As Coisas Apresentáveis E Ainda A Serem Apresentadas E Que Já Estiveram Presentes Diante Da Eterna Existencialidade Cósmica...

22 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - Roah (2003)

Roah – 2003





Tracklist


01 — Ha T'annah

02 — Siferah

03 — Ai-Lu

04 — Iillah

05 — Merra Tah

06 — Kiam Kiam

07 — Iina Tamiira (v.2)

08 — Raah Dhar

09 — Hora

10 — Keruah

11 — Haya Haya

12 — Ihirrah

13 — Mathaar D'Ham



Aqui temos um encontro ainda com a essência dark...

Uma atmosfera obreira, ainda, nas Trevas...

Trevas dançam...

Trevas absolutamente dançantes...

Trevas absolutamente inspirantes...

As Trevas de DVAR, que em cada música Revela-Se Pai de uma Sonoridade Maior...

Um álbum que introduz na sonoridade do DVAR a utilização de mais elementos tribais, uma percussão de excelentíssima roupagem pontuando músicas que te introduzem em um ritual místico de uma tribo das mais elevadas. Uma tribo de nativos de um mundo que se expande nas Trevas, recebendo as Luzes com um tipo de conhecimento mais revelador das mesmas do que naqueles que estão nela permanentes. DVAR, Este Ser que passa A Mensagem Das Trevas nas músicas da banda, medido e calculado não pode ser pelos que dançam equilibrados pelas balanças das luzes dos sóis; é preciso estar nas Trevas, é preciso ser das Trevas, é preciso nascer e renascer sempre nas Trevas para Comprender DVAR e Ser DVAR.

Ha T'annah, um jogo sombrio de uma voz cavernosamente impressora de uma sensação de encontro com vastas e longas sombras que dialogam com a nossa mente, uma utilização de instrumentos musicais folclóricos perfeitamente em matrimônio com recursos eletrônicos, uma batida tribal lenta, baixa, liberando uma sensação de frescor hipnótico.

Siferah, uma batida tribal mais um pouco avançada, elementos de uma melodia das mais rapidamente graciosas formas abissais, a voz evocativa de um ritual que nos impele a ouvi-la vendo em nosso redor diversas formas novas de coisas que não estiveram jamais em nosso redor.

Ai-Lu, uma transcendente tribalista evocação de sentidos primais, uma música que evoca em nossas consciências sementes ocultas de épocas que vivemos antes de todas as épocas, mais livres, mais felizes, um facho de luz, Lightwave, em meio ao atmosférico elemento dark proporcionado pelas músicas anteriores.

Iillah, uma rápida incursão a um enxame musical onírico, voz e batida tribal coroando uma reminiscência estranha aos mortais olhos.

Merra Tah, em redor de uma fogueira uma dança, as Trevas dançando nas sinfônicas batidas renascedoras de Espíritos nadantes nas Trevas, urros, gritos, sussurros, magnífica música expressando uma agitação gutural d'alma repleta de danças que se ocultam nas sombras a mais além da própria sombra.

Kiam Kiam, uma melódica canção alusiva a bastante névoa, climas espectrais em uma voz roucamente induzida ao induzir-nos em direção ao cúmulo de uma tempestade das mais calmas aos nossos ouvidos amplamente resolutos no cair de raios que irrompem nas Trevas.

Iiina Tamiira (v. 2), IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, IIIIIIIIINNNNNNNAAAAAAAAAA TAMIIIIIIIIIIIIRRRRRAAAAAAAA, a segunda versão desta música que eu AMO, que eu ADORO, mais, lenta do que a primeira versão, na qual DVAR, Em Verdade, se apresenta guiando um ritual místico que apenas as Trevas podem fazer conscientes aos que Bebem de seu Amor, O Amor Das Trevas nesta música, O Alto Amor Das Trevas, uma dança que instiga uma dança dolorida, pois a dor ensina, a dor é o impulso dos maiores ensinamentos no Mundo Das Trevas, A Dor dança, DVAR dança, o caminho não é fácil, O Caminho Das Trevas é para os poderosos, é para os fortes, é para Os Filhos Da Grande Noite Cientes De Suas Trevas Interiores!!!!

Raah Dhar, expressão continuista de Iina Tamiira, uma evocação da seriedade de toda Obra Das Trevas, DVAR passa a mensagem de atentar-se para cada detalhe das pequenas coisas nas Sombras, das grandes coisas nas Sombras, as nossas Internas Sombras, as Externas Sombras do mundo, Sombras que ensinam a adoração de uma busca e de uma meta que centralize cada tatear nas Trevas...

Hora, palmas, palmas, palmas, uma maior aceleração das batidas tribais, algo que instiga a dançar em honra às Trevas, os urros da voz sensibilizam nossos corpos, danças estranhas, danças conhecidas, danças sempre sagradas, espetáculo máximo das Trevas Encontradas!

Keruah, um elemento étnico interessantíssimo, reunindo a rítimica característica da mais dançante visão da Música Árabe com batidas tribais que lembram as de tribos indígenas africanas, demonstrando que DVAR relaciona-se com todos os povos, demonstrando que DVAR fala todas as línguas, demonstrando que DVAR é acessível a todas as etnias e povos se nestas etnias e povos existirem Seres que realmente tenham em si As Trevas dentro d'alma. Uma magnífica música, que não deve ser confundida meramente como de “Dança Do Ventre” já que o enfoque dela é ritualístico, místico, e não festivo a ponto de embalar apresentações fúteis de dançarinas.

Haya Haya, outro elemento interessantíssimo, agora acrescentando à percussão um elemento de marcha militar, daquelas que tocadas são por orquestras militares. No entanto, A Marcha que a música comanda é a das Trevas em Guerra não com as Luzes, pois as Duas são Irmãs Eternas; é A Marcha a favor da Afirmação dos Filhos Das Trevas em sua Senda, uma Força que DVAR transmite na música que vem a alimentar e a fazer vibrar todos os chakras, liberando Kundalini de sua prisão e fazendo-a em nós marchar marchar marchar, sibilar sibilar sibilar...

Ihirrah, aqui retorna a musicalidade árabe, quase pura, não fosse a mescla com os instrumentos eletrônicos, que molda uma dançante melodia que suave se transforma em uma esplêndida ritualística que dança nas bases de uma voz das mais hipnotizantes. O vocalista da banda sempre canta hipnoticamente e, especialmente nesta música, transfere-nos para o seu próprio transe, transe evocativo de DVAR, transe invocativo de DVAR, DVAR que chega o mais devagar possível na harmonia das batidas, DVAR que possibilita passos nas Trevas que cativam as maiores outras buscas Nelas...

Mathaar D'Ham, a última música, a última transmissão de DVAR neste álbum, uma transmissão que faz pulsante O Brilho Das Trevas, O Som Das Trevas, As Luzes Das Trevas, As Trevas Das Trevas, pois, afinal de contas, DVAR É Aquele Que Tateia Nas Trevas Apresentando As Melodias Que Percorrem Os Abismos E Os Subterrâneos E Que São Recebidas Em Todas As Esferas Pelos Verdadeiros Filhos Das Trevas...

21 de novembro de 2009

ESPECIAL DISCOGRAFIA DVAR - PIIRRAH (2002)

PIIRRAH - 2002






TRACKLIST

01 - Al Hilaji
02 - Iina Tamiira
03 - Taai Liira
04 - Vo Rah Arrah Iill
05 - Hissen Raii
06 - Iih Rah
07 - Abisser
08 - Itiir
09 - Vaii Han
10 - Schraii
11 - Ariil Iaat



Inomináveis Saudações a todos.

Espaço De Trevas.

Regiões Inauditas Das Trevas.

Espetáculos Das Trevas.

Reinados Das Trevas.

Exploráveis Trevas.

Especiais Trevas.

Violentas Trevas.

Suaves Trevas.

Sedutoras Trevas Adiante Do Ser.

Amigas Trevas No Ser.

Acompanhantes Trevas No Ser.

Coroantes Trevas No Ser.

Totalizantes Trevas No Ser.

Al Hilaji, a introdução é uma oração de sinistra concepção, batidas entranhadas em conexão com os instantes desencadeadores de trevosas vozes no Ser.

Iina Tamiira, ah, Iina Tamiira... Poderosa música, Poderosa Musa Das Trevas, Melódica Música Das Trevas! Espiritualmente, é uma Ode À Escuridão, tanto as interiores quanto as exteriores e hipnotiza se você se deixar por ela guiar e dançar, dançar de olhos fechados, cobrindo o rosto, esquecendo o mundo... É a música que me devora, me fortalece, me encobre de mais Trevas e Trevas e Trevas para poder continuar a neste trevoso mundoso caminhar. Sua harmonia é uma batida primitiva, beirando ao espaçoso templo do contemplativo estado de êxtase; Iina Tamiira deixa em êxtase, êxtase solitário, êxtase supremo, êxtase transcendente a si mesmo.

Taai Liira, TAAAAAAAIIIIIIIIIIII LIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRA, em cadências de cadeias plenas de altitudes sombrias, encaminhando o Ser para um desesperado correr por sensações de encontro com o mais primitivo dos sentidos! Ouvir Taai Liira, TAAAAAAAAAAIIIIIIIII LIIIIIIIIIIIIIIIRRRRRRRRA, é se deixar estrelar uma peça de um teatro quedante, mas prazeroso, mui prazeroso, para aqueles que são das Trevas, que não fogem das Trevas, que não temem as Trevas, que não negam as Trevas!

Vo Rah Arrah Iill, melodia selvagem, melodia louca, melodia acompanhando a chegada de estados ferozes do Ser ao encontro de sendas inauditas que poucos conseguem controlar. VOO RAAAH ARRAAAAAH IILLLLLLLLL, cantada assim, estupendamente, em uma sussurrante rouquidão a estremecer os interiores quadrantes, oferecendo experiências de mais encontros aterrorizantes, mais espectros, outros espectros, Os Espectros Diante Do Espelho, A Alma Eterna Diante Do Espelho Refletindo Os Espectros!

Hissen Raii é uma marcha guerreira, uma melodia que bem caberia em campos de batalha. Sente-se o frescor das lutas, do derramamento de sangue, do seguir a corrida das batalhas travadas interiormente e exteriormente. Explodem os instrumentos, a parte elementar da melodia é um encantamento, um gerador de benefícios diretos ao vital elemento do plano do Eu em seguir as notas da música que evoca ao Estado Guerreiro, fazendo estremecer, fazendo fortalezas ascenderem, fazendo formas se equilibrarem, sempre na GUERRA, marcha na GUERRA, melodia na GUERRA, harmonia na GUERRA, marcha e marcha e marcha de Hissen Raii, MARCHA E MARCHA E MARCHA GUERREIRA!!!

Iih Rah, IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIH RAAAAAAAAAAH, trevosa música, trevosa voz rouca sempre em todas as músicas mais trevosa ainda nesta, em especial! É poderosa a batida única e hipnotizante, como a de um tambor de uma das Tribos Das Trevas, tocando e convocando, tocando e reclamando, tocando e clamando, pelas Trevas de quem ouve cada expansão da batida.

Abisser, abismal Abisser... Abismal Abisser... Abismal Abisser.. Abismal Abisser... AAAAAABIIIIIIISSEEEEEEEEER, chamando O Abismo, Sendo O Abismo, Encarnando O Abismo, Encantando O Abismo, Formando O Abismo! Abisser, música dentro de temática absurdamente a mais obscura possível de se crer e de se conhecer, uma estranheza dantescamente pura, singular e deliciosa.

Itiir, uma descida às Outras Trevas, batida em sonoridade carregada de assombros e macabros intentos encaminhantes a macabros terrenos. Marca a música uma atmosfera de tensão pulsante, tensão encaminhada para uma expansão da consciência a cada batida, cada batida cadenciadora da explosão de uma Forma, cada batida elaboradora da eclosão ininterrupta de uma Não-Forma, O Conteúdo Das Trevas das duas maneiras, Suas Duas Maneiras, sendo Manifestado a cada nervosa nota.

Vaii Han, uma música nervosamente executada, a voz do interpréte se torna mais marcante na macabra concepção do desenrolar do que canta, guiando para uma exaltação puramente evocadora de catastrófica conseqüências internas. Pulula durante a execução da música uma dose de perversidade, uma dose de crueldade, uma dose de trovoadas trazendo misérias e desgraças, uma dose de tronos erguidos para levarem misérias e desgraças a todo canto conhecido. A violência da música é chamativa, é exploradora de uma carga de intensos espontâneos rodeios nas Trevas em círculos sempternos.

Schraii, Balada Das Trevas, uma Balada Das Trevas, BALADA DAS TREVAS? Sim, em Schraii há uma triste mórbida balada, uma balada evocando nossas lembranças mais cortantes e atuantes em nossa interior dose de pessoais desgraças, uma balada emoldurando toda a exposição nossa a tais lembranças. É belíssima a melodia, a execução primorosa dos sintetizadores, a eletrônica moldura de uma trevosa balada de espetacular resultado, que é o de uma concreta inquietude, concreta tristeza, concreta angústia, concreta incerteza, concreta fealdade, pois a fealdade interior ela revela, a fealdade de nossos egoismos, de nossos egotismos, de nossos passos em direção às quedas que temos por sermos fracos. É uma música de atmosfera melancolicamente moldada, executada, concretizada.

Ariil Iaat fechando o álbum, fechando os Portões Das Trevas, Portões que, no entanto, continuam abertos, pois uma vez que se ouve DVAR, toda vez que se ouve um álbum do DVAR, as Trevas permanecem no Eu. A fechar o álbum com envergadura de separadora, contendora e plena doadora das Trevas.

DVAR MEGHIRAH

DVAR MAERAIE

DVAR MNARENA

Saudações Inomináveis a todos!

BITTERSWEET - 05/12/2009 - CAMPINAS/SP



Maiores informações:

Projeto Undergoth - Orkut

20 de novembro de 2009

GOTH BOX - CENTRO/RJ - 21/11/2009



Especial:

Assemblage 23 :: Depeche Mode :: London After Midnight


Na pista I: E.B.M, Dark Electro, Futurepop, Industrial, Synthpop...
Djs:

Vírus de Sírius (Residente)
Dvogt
Guga
Orpheus


Nas paredes:

Vj Raton


Na pista II: Gothic Rock - Dark Wave - Post Punk - Alternative Rock...
Djs:

Luizinho (Residente)
Laoviahn (Residente)
Fester
Alex


Cine Goth Box:

"Cabinet of Dr Caligari" & " Fome de Viver"!




Aniversariante da semana não paga!


Goth Box bar:

Cerveja, agua e refrigerante > R$2


Ingressos:

R$ 13 (lista amiga até 00:30h)
R$ 18 (normal)


Lista de desconto no email gothboxparty@gmail.com ou na comunidade da festa no Orkut:

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=2061346



Local: Rua da Carioca, 85 - Centro - Rio de Janeiro (próximo ao Cine Íris, em frente ao Cine Ideal).


Infoline:
8565-1010


SANGUE UNDERGROUND - DIA NACIONAL DO GÓTICO DOAR SANGUE - 19/12/2009

18 de novembro de 2009

PROJETO COMBAT ROCK E 80'S RECORDS - CENTRO/SP - 05/12/2009

14 de novembro de 2009

Konstantin Alexandroff






Scarlet




Indescridable Irresistible




Lust On Red




Disturbing Behavior


Modelo: Anna Leo



Inomináveis Saudações a todos vós, Coveiros!

A genuína euforia anuncia que sou um extremo e profundo fã da obra fotográfica de Konstantin Alexandroff, um dos melhores fotógrafos que encontrei no magnífico DirtyAngels.Net. Konstantin tem 28 anos de idade, é natural da Rússia e residente na cidade de Moscou; a sua especialidade artisticamente fotográfica transita através da maior das apreciações estéticas acerca da Feminilidade: O Poder Feminil, O Ar Feminil, O Ser Feminil. Não se tratando de meras pin-up's ou fetish models, notamos que as modelos, nas fotos por ele tiradas, possuem uma explosiva intensidade mágica e esotérica que, mesmo não sendo este o objetivo inicial da sua arte de fotografar, sintoniza-se com o nosso mais apurado e conceptivo estético-analítico olhar. Olhar que aconchega-se nas proporções a mais das imagens geradas e não se contenta apenas na roupagem exterior, nos detalhes que podemos encontrar nas bancas de jornais todos os dias através das “revistas de muié pelada”. Não, Coveiros, Konstantin trabalha uma conceituação artística que elabora um plano maior de visualização e apreciação das fotos que a sua talentosa forma de artisticamente proceder faz surgir tremendamente esplendorosa.

O vermelho e o negro são as cores principais mais vistas nas fotos dele. O Vermelho, A Paixão Brutal. O Negro, A Paixão Cega. Equilíbrio exigido pela esfera interna, nas possibilidades de positivas mensagens do Vermelho, de positivas mensagens do Negro. Equilíbrio fecundante da pele das modelos fotografadas, transparecendo-as como partes de um sonho que nos aguarda no Vermelho, de um sonho que nos aguarda no Negro. Equilíbrio vitalizante da roupagem de sonhos proporcionados pela Força Do Vermelho, pela Força Do Negro. Equilíbrio exaltante das essencialidades distintivas das formas geracionais das virtudes do Vermelho, das virtudes do Negro. Equilíbrio transcendentalista das vozes que ditam as carregadas operações do Vermelho, as carregadas operações do Negro. Equilíbrio Do Vermelho. Equilíbrio Do Negro. A Balança Equilibrante Dos Internos Pólos. A Balança, Na Mulher, Entre O Vermelho E O Negro, Provocando O Carnal Amor Da Sublime Citação Do Livro Equilibrante Das Formas! Vermelho... Negro... Brutalidade... Cegueira... Vermelho+Negro... Equilíbrio formando os conceitos... Equilíbrio formando as razões... Equilíbrio formando as noções... Equilíbrio formando as gerações... Equilíbrio: Conceitos da aceitação da carnal violência, a pele pacifica-se. Equilíbrio: Razões da implantação da aceitação da carnal cegueira, a pele harmoniza-se. Equilíbrio: Noções da reforma necessária à aceitação do próprio Carnal Equilíbrio. Equilíbrio: Gerações da forma necessária ao estabelecimento da construtividade proporcionada pelo próprio Carnal Equilíbrio.

Carne...

Vermelho Equilíbrio!

Carne...

Negro Equilíbrio!

Carne...

O Todo Equilibrado!

Carne...

O Nada Equilíbrado!

Carne...

O Profundo Equilibrado!

Carne...

O Augusto Equilibrar!

Carne...

Vermelho, Vejam...

Carne...

Negro, Vejam...

Carne...

Vermelho, Respirem...

Carne...

Negro, Respirem...

Carne...

Vermelho+Negro!

Carne!

O Tempero Perfeito!

Konstantin Alexandroff servindo-nos todos os pratos muitíssimo bem equilibrados!


Doombringer



O frio,
a morte
do ontem,
a morte
do hoje,
a morte
do amanhã.

O frio,
revejo
hoje,
revelo
hoje,
pela fria
manhã.

O frio,
tempero
hoje,
tempero
sempre,
seguindo a voz
da maça.

O frio,
mordidas na maça,
pensamentos
de amor
na fria sina
do meu
caminhar.

O frio,
tu estás longe
de mim,
eu quero
chorar,
e preciso
não cair.

O frio,
a cama,
a neve,
fria cama,
fria neve,
minha pele
chamando-te...

O frio
abraçando-me,
eu gritando,
tu gritando,
fria amada,
quente amada
ou morna amada?

Inominável Ser
SENTINDO
FRIO
E DESEJANDO
A SUA
INDECIFRÁVEL AMADA





Dead Winter


Modelo: Celebration

13 de novembro de 2009

Luis Royo Portfolio - Women (1992)



Cover Cimoc - 85




Cover Cimoc - 91




Dark Lady






Deadly Beauty




Raven 5

 
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