28 de junho de 2009

Death - The Philosopher




Do you feel what I feel, see what I see, hear what I hear
There is a line you must draw between your dream world and reality
Do you live my life or share the breath I breathe
Lies feed your judgment of others
Behold how the blind lead each other
The philosopher
You know so much about nothing at all

Ideas that fall under shadows of theories that stand tall
Thoughts that grow narrow upon being verbally released
Your mind is not your own,
What sounds more mentally stimulating is how you make your choice
So you preach about how Im supposed to be, yet you dont know your
Own sexuality
Lies feed your judgment of others
Behold how the blind lead each other
The philosopher
You know so much about nothing at all



Inomináveis Saudações a todos vós, cadáveres leitores.

Platão...

Aristóteles...

Socrátes...

Agostinho...

Descartes...

Bacon...

Hume...

Schopenhauer...

Kant...

Nietzsche...

Kierkegaard...

Hegel...

Heidegger...

Sartre...

Ismos...

Ismos e ismos...

Ismos e ismos e ismos...

Livros...

Livros e livros...

Livros e livros e livros...

Legados filosóficos incontestáveis na História Da Humanidade, sim, reconheçamos isto... Mas, algo realmente mudou, passamos do estado evolutivo de antes, primitivo, de milênios antes de qualquer civilização conhecida, para um estágio mais avançado? Estamos superhumanamente acima dos homens e mulheres da Idade Da Pedra? Estamos superhumanamente livres das fraquezas existencias e das violências e dos preconceitos e das guerras todas que assassinam e barbarizam toda a Terra? Parece que não estamos, não, cadáveres leitores, não estamos não, não estamos mesmo... Somos ainda a espécie que mata por matar... Somos ainda a espécie, a única da Terra, que aprisiona outros indivíduos da mesma espécie acreditando em uma "Justiça" falha, insossa, desprezível e ínútil... Somos ainda a espécie que luta mais pelo dinheiro do que pelo enriquecimento espiritual... Somos ainda a espécie que viola a natureza em nome de um "progresso" que cada vez mais nos encaminha para a lixeira universal... Somos ainda a espécie ressequida, arrasada, decadente, que se deixa engolir por si mesma como Ouroboros, mas de maneira negativa, nos infinitizando na pequenez que nos vicia em criações de mais religiões, seitas, ismos e filosofias...

Em nossa espécie, ainda existem assassinos...

Em nossa espécie, ainda existem pedófilos...

Em nossa espécie, ainda existem racistas...

Em nossa espécie, ainda existem enganadores de nações...

Em nossa espécie, ainda existem estupradores...

Em nossa espécie, ainda existem exploradores...

Em nossa espécie, ainda existem execradores...

Em nossa espécie, ainda existem mutiladores...

Em nossa espécie, ainda existem estirpadores...

Em nossa espécie ainda existem egoístas...

Em nossa espécie, ainda existem insensíveis...

Em nossa espécie, ainda existem todos os tipos de monstros imagináveis e inimagináveis...

Ah, filósofos, como não mudamos!

Ah, filósofos, como vossas palavras nada mudaram!

Ah, filósofos, como vossos livros são esquecidos hoje!

Ah, filósofos, como vossas palavras são incompreensíveis hoje!

Ah, filósofos, como vossas teorias nada são hoje!

Vejam, filósofos, O Homem nada mais é do que um mero selvagem, ainda!

Vejam, filósofos, O Homem ainda nem é Homem ainda!

Ao vento, vossas palavras, filósofos...

Ao pó, vossas palavras, filósofos...

Ao fim, vossas palavras, filósofos...

É, apenas palavras que o vento, o pó e o fim levam, ninguém mais Te ouve, Grande Filósofo Inspirador De Todos Os Filósofos...

Saudações Inomináveis a todos vós, cadáveres leitores.


PS: e depois ainda dizem que as letras das músicas do gênero Metal nada tem a dizer e que as mesmas são "coisa de maluco e drogado"...


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