Julie Bell


Julie Bell




Dusia




A Time So Brief




Return Of Goddess Fate




Ember



Inomináveis Saudações a todos.

Mais do que ser “a esposa de Boris Vallejo”, Julie Bell é uma ilustradora de tamanha inspiração e habilidade que merece ser membra da Trindade, a minha categorização dos três melhores ilustradores do mundo, ao lado do marido e de Luis Royo. Há virilidade e uma feminina aura em sua obra, como na de Vallejo; porém, um grande tom poético permeia as mensagens passadas pelo seu pincel e que nos aconselham a ter mais atenção às mesmas de uma modo esteticamente moldador de suaves interpretações. Muito fortes os elementos mitológicos e pagãos, muito fortes os elementos sensuais; todos, como dito anteriormente, pontuados por uma Poética linearmente construida, o que me parece, em muitas das ilustrações dela, um toque do Feminino que transparece-lhe, surge-lhe e insere-se em sua alma. A Poética de Bell é algo fabuloso, no instante em que nosso Eu povoa o Contemplar do Todo de uma de suas ilustrações pontuadas por essas virtuosas particularidades de riquíssimas contribuições para o amplo leque de criações intelectivas que se movem no patamar interior de nossa sensibilidade. Contemplar na Poética de Bell as suas ilustrações é obter o todo de seu olhar criador, é circular ali onde em cada uma das que postei acima, Dusia, A Time So Brief, Return Of Goddess Fate e Ember, um verso emoldurante de novas fontes de conhecimento estético possa vir a ser nascente, crescente e desenvolvido cada vez mais em um alto transcender de consciências ao livre empenho em esteticamente querer conhecer e conceber mais.

Toda uma Poética Ilustrativa é possível de visualizar-se na obra de Bell em suas pintoras que traçam um simbolismo de ricos florescimentos aos mais diversificados e incomuns olhos observadores de sua obra. Parecem ditados os versos em cada traço, por exemplo, das ilustrações acima, fluentes, à velocidade de uma luz que é a afirmação manifestada da luz criadora presente no Ser da ilustradora. Os ditados versos, a velocidade dos versos, decantadas as visões possíveis de ilustrações que carregam na magia própria de uma exaltação poética maior. A preocupação de Bell pode até não ser a de transmitir a Poesia em suas ilustrações mais simbólicas, mas latentes são as vozes poéticas que objetivamente encarnam-se nessas mesmas ilustrações, as quais diante delas passamos a ser sujeitos e objetos da ação à mesma proporção da sucessão dos acontecimentos visualizados na imagem captada. Percepção-concepção-adequação-interpretação-emoldurar-de-novos-perceptivos-conceitos-adequantes-de-interpretações encaminha todo e qualquer esteta ao desvelar da Poética de Bell, que até nas menos simbólicas de suas ilustrações parece poetizar e, ao mesmo tempo, ilustrar uma passagem de paisagens que muito dizem nas entrelinhas de cada estético olhar.

É essa grandiosa Poética que aqui, neste tópico, examinaremos, Poética que participa do Ato Criador de uma dos três maiores ilustradores mundiais. Para detalhes biográficos acerca de Julie Bell acessem:

Julie Bell - Wikipedia

No próximo post, uma apresentação, aos que não conhecem (sempre há os que ainda não conhecem algo, claro...), do trabalho dela, excepcional e infinitamente enriquecedor de toda alma, mesmo uma alma embrutecida e, aparentemente, insensível.





Metal Fantasy




Dragon Dance




Feast




Baseball




Whatever I Want




Angel Wings




Bishop




Kats Pet




Love On The Beach




Rescue




Full


Como no tópico de Boris Vallejo, acompanharemos a produção anual da fabulosa Julie Bell, A Filha, A Segunda Pessoa Da Santíssima Trindade Da Ilustração:

Juliew Bell - Projeto C.O.V.A. - Forumeiros

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